Casos clínicos: alterações nas mamas (ramificação dos ductos lactíferos durante ciclo menstrual ou gestação; prontas para secreção no meio da gravidez, mas produção começa logo após nascimento; colostro é líquido cremoso branco-amarelado secretado no último trimestre ou nos episódios iniciais da gestação, acreditando-se ser rico em proteínas, agentes imunes e fator para crescimento intestinal; multíparas apresentam mamas grandes e pendulares e idosas pequenas devido à atrofia glandular e diminuição da gordura); quadrantes mamários (descrição de tumores e cistos; "massa irregular de consistência dura no quadrante superior medial na posição de 2 h distante cerca de 2,5 cm da margem da aréola"); carcinoma da mama (principalmente adenocarcinoma nas células epiteliais dos ductos lactíferos nos lóbulos das glândulas mamárias; atravessam 2-3 grupos de linfonodos; depressão na pele e sinais de retração, edema cutâneo gerando sinal da casca de laranja, retração e desvio da papila ou contornos anormais; não palpação de axilares não exclui disseminação linfática, podendo para supraclaviculares, mama oposta ou abdome; veias intercostais para sistema ázigo/hemiázigo para ME e para medula e encéfalo; contiguidade para fáscia peitoral, provocando sinal da elvação da mama quando contração do peitoral maior quando forçado cotovelo anteriormente de membro com mão no quadril, sendo sinal clínico de CA de mama avançado); visualização da estrutura e da patologia das mamas (mamografia: estudo radiográfico das mamas; mamas comprimidas; rastreio de condições não evidentes clinicamente; imagem densa grande e irregular, pele espessada sobre o tumor e depressão da papila; xeromamografia com mais densos sendo escuros e convencional com eles sendo claros. / US: lesões palpáveis, mas não bem observadas em mamografia; informações específicas sobre área ou modificações em relação a mamografias anteriores; orientar biópsia por agulha ou aspiração de líquido. / RM: especializada com bobina específica; descartar falso-positivos e planejar tratamento); incisões cirúrgicas e tratamento cirúrgico da patologia da mama (no sulco inframamério podem ser ocultas pela mama superposta; perto da aréola ou própria mama são radiais de cada lado - linhas de Lange transversais ou circunferenciais na área -; mastectomia simples - até espaço retromamário - x mastectomia radical - m. peitorais, fáscia, gosdura e maior quantidade de linfonodos axilares e e peitorais; atualmente, nodulectomia ou quadrantectomia ou cirurgia conservadora da mama ou excisão local ampla seguida por radioterapia); polimastia, politelia e amastia (crista mamária embrionária ou linha láctea; podem ser observados abaixo ou acima do par, na axila ou abdome; pode-se confundir com nevo, mas muda de cor com gestaçao; papila e réolas rudimentares, mas pode tecido glandular); CA de mama em homens (massa subareolar visível ou palpável ou secreção mamilar; 1,5% dos casos; 1.000 homens por ano nos EUA; assim como na mulher, metastatiza para ossos, axila, pleura, pulmões, fígado e pele, tendendo a infiltrar o a fáscia peitoral, o peitoral maior e linfonodos apicais da axila; consequências graves devido detecção tardia com metástase óssea por exemplo); ginecomastia (hipertrofia mamária em homens pós-puberdade; excluir CA de suprarrenal e testículos; pode devido idade, fármacos - dietilestilbestrol para CA de próstata -, desequilíbrio entre estrogênios e andrg~enios, alteração no metabolismo hepático dos hormônios sexuais; 40% dos pós-púberes com Klinefelter, tendo também testículos pequenos e MMII desproporciaonalmente compridos; ocorre em < 1%, sendo que hipertrofia puberal entre 10-12 anos é normal, ocorrendo em > 70%).