Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
TUT 06 - MD 402 Pneumonia Associados à Assistência em Saúde …
TUT 06 - MD 402
Pneumonia Associados
à Assistência em Saúde
(Nosocomial)
Aspectos
Gerais
Definição
pneumonia adquirida em ambiente
de assistência a saúde
locais de cepas etiológicas
mais resistentes aos fármacos
infecção do parênquima pulmonar que
ocorre 48h após admissão hospitalar
antigamente
chamada
pneumonia hospitalar
ou nosocomial
pacientes intubados
ou traqueostomizados
pneumonias por uso de
ventilação mecânica
pneumonias associadas
à ventilação mecânica
(PAV ou PAVM).
Epidemiologia
25% das infecções em UTI
são do trato respiratório
pneumonias em UTI têm
de 20 a 50% de mortalidade
2º causa mais comum
de infecção hospitalar
afetando
cerca de
0,5-2% dos
pacientes internados
Divide-se
precoce
ocorre nos primeiros
4 dias de internação
sugere PAC
Tardia
acorre após 5
dias de internação
associada a germes
multirresistentes
Patogênese
microaspiração
de secreções
orais e nasofaringeas
que não serão eliminadas adequadamente pelo epitélio ciliado pulmonar
consequência
secreções acumuladas
no espaço alveolar
causarão uma resposta inflamatória
exacerbada e exsudativa
Diferença
com a PAC
região oral e nasofaríngea
de pacientes da comunidade
é colonizada tipicamente
por bactérias gram-positivas
paciente após 48
horas de internação
paciente terão uma
mudança na microbióta
passará a ser colonizada por
maior proporção de Gram-negativa
Bacílos
Gram-negativos
bacilos
fermentadores
K. pneumoniae, E. coli,
Enterobacter spp.
bacilos não
fermentadores
Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter
baumannii, Burkholderia sp. e Stenotrophomonas sp
Fatores
de risco
fatores
relacionados
ao paciente
Comorbidades
imunossupressoras
DM, ca em atividade,
paciente transplantada
Comorbidades
cardiopulmonares e renais
reduzem o clearence pulmonar
e predispor inflamação excessiva
Fatores que favorecem
a microaspiração
demências, disfagias, DRGE,
e náuseas contolada
uso de
medicações
antibiótico pode exterminar
a microbiota multissensível
IBP pode reduzir o efeito
protetor do ácido gástrico
Cirurgias
geralmente envolvem
intubação prévia
possibilita a
microaspiração
podendo
evoluir
atelectasias no
pós-operatório
Dispositivos
invasivos
sonda nasogástrica
e orogástrica
podem
facilitar
microaspiração de
conteúdo oral e nasofaríngeo
possibilita a
formação de biofilmes
cânulas nasais de
baixo e alto fluxo
máscaras de ventilação
não invasiva
Quadro
Clínico
tipicamente ocorre após
48-72 horas da internação
maior parte dos
pacientes irá apresentar:
febre
(> 38.0 °C)
piora do escarro produzido
(maior quantd e aspecto purulento)
tosse persistente,
dor torácica e dispneia.
aumento de
demanda ventilatória
na suspeita
podemos
solicitar
Radiografias de tórax
em 2 incidências,
sempre comparadas com
radiografias anteriores:
caso se identifique
um novo infiltrado
broncopneumonia
pneumonia lobar
temos
a PN
caso não se identifique
novos infiltrados
podemos
considerar
traqueobronquite
provas
laboratoriais
hemograma
(leucocitose ou leucopenia)
Provas inflamatórias
proteína C-reativa e procalcitonina
Testes microbiológicos
bacterioscopia e
cultura de secreções
Diagnóstico
testes
microbiológicos
Escarro de
qualidade
coletado após
higiene oral
fazendo com se tenha pouca
clls epiteliais da orofarínge
amostra é a mais fidedigna
possível da via aérea inferior;
Secreção
traqueal
Lavado
broncoalveolar
coletado por
broncoscopia flexível
Hemoculturas
são pouco úteis fora
do contexto de sepse
positividade de
cerca de 10%
Tratamento
Empírico
pneumonia
nosocomial
precoce
aquela que ocorre
antes de 5 dias
de internação
pneumonia
nosocomial
tardia
ocorre a partir
do quinto dia
de internação
Pseudomonas
aeruginosa
quais
antibióticos
usar?
levar em
consideração
antibióticos
usados nos
últimos 90 dias
perfil de bactérias
que circulam
no hospital
alergias
comorbidades
fatores de risco
para colonização
por MRSA
NAS PN
SEMPRE
cobrir
Pseudomonas
aeruginosa;
colonização
por MRSA
tratar
Pacientes
graves
sempre cobrir
Pseudomonas
aeruginosa
.+
MRSA
De acordo
com a Situação
Situação A
sem sepse ou VM
sem risco de MRSA
Piperacilina +
Tazobactam
ou
cefepima
ou
levofloxacino
1 more item...
Situação B
sem sepse ou VM
com risco de MRSA
mesmos da
situação A
MaIs
Vancomicina
Teicoplanina
ou
Linezolida
Situação C
com sepse
ou VM
mesmos da
situação B
com risco
de MRSA
considerar
amicacina
ou
Tobramicina
ou
1 more item...
Pneumonia
associada a
Ventilação
Mecânica
Definição
identificada em pacientes dependentes de ventilação mecânica por mais de 48h
apresentação
Clínica
Piora da resistência
ventilatória
aumento ou piora de secreção durante
a terapia de higiene brônquica
Nova
hipoxemia
ou piora de
hipoxemia vigente
representada pelo
aumento de FiO2
Febre ou
hipotermia
exames
complementares
Radiografia de
tórax é essencial
Sempre interessante comparar a radiografia atual com as anteriores
diagnóstico
quadro clínico
sugestivo
associado a um
novo infiltrado
diagnóstico
microbiológico
é peça fundamental
no manejo
Tratamento
mesmo
da anterior
Epidemiologia
pode ocorrer em 3% dos pacientes submetidos à ventilação mecânica
No Brasil
taxas variam entre
6,5 e 13,4 PAVs
Vacinas
Pneumocócicas
Existem 3 vacinas pneumocócicas
licenciadas no Brasil
todas inativadas,
incapazes de
causar a doença
Vacinas
pneumocócicas
conjugadas
Pneumo-10 e
Pneumo-13
Vacinas
pneumocócicas
polissacarídicas
Pneumo-23