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Escroto agudo
Ana R., Anna C., Álex M., Amanda T., Camila M., Carol B.,…
Escroto agudo
Ana R., Anna C., Álex M., Amanda T., Camila M., Carol B., Caio M. Geovana C.
Torção testicular
tratamento
Não neonato: 1a. consulta urológica imediata para exploração escrotal de emergência + medidas de suporte (ondasetrona 4mg + morfina 0,1mg/kg)
Neonato: com torção ao nascimento: 1ª. estabilização inicial + consulta urológica ± exploração escrotal semieletiva + associado a cuidados de suporte
Neonato: com testículos normais ao nascimento e torção subsequente: 1ª. consulta urológica imediata para exploração escrotal de emergência, Neonatos com testículos normais documentados ao nascimento que subsequentemente desenvolvem um escroto agudo (sinais e exame físico consistentes com torção) exigem uma exploração escrotal de emergência. + associado a cuidados de suporte
Fisiopatologia
Normalmente, o testículo desce pelo canal inguinal coberto por uma camada de peritônio. Essa camada,
a túnica vaginal prende-se naturalmente à parede posterior, na parte inferior e na região superior do
testículo. Se as duas fixações da túnica vaginal ocorrerem na parte superior do testículo, a deformidade
se desenvolverá em badalo de sino, o que aumenta a probabilidade de torção porque o testículo se move
livremente dentro da túnica.
Apresenta-se:
Distribuição bimodal
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Torção intravaginal: afetando homens em qualquer idade . Prevalente em adolescentes ( e raro em idosos)
Etiologia
As principais causas da dor testicular aguda são a torção de apêndice testiculares ou de epidídimo (40- 60%), torção testicular (do cordão espermático) e epididimite (5-15%), outras causas somam 10%
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Definição
É uma emergência urológica resultante da torção do testículo no cordão espermático, causando uma constrição no suprimento vascular, isquemia tempo dependente e/ou necrose do tecido testicular
Epidemiologia
Tem distribuição Bimodal, com torção extravaginal afetando em neonatos em perinatal e torção intravaginal em homens de qualquer idade porém mais frequentes em adolescentes e adultos jovens
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diagnóstico
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USG
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2- USG COM POWER DOPPLER
AUSENCIA OU DIMINUIÇÃO DO FLUXO SANGUINEO DO TESTICULO AFETADOS + DIMINUIÇÃO DA VELOCIDADE DO FLUCO DAS ARTERIAS INTRATESTICULARES + AUMENTO DOS ÍNDICES DE RESISTENCIAS DAS ARTERIAS INTRATESTICULARES
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Diagnóstico diferencial
Torção do apêndice testicular : sinal do ponto azul, usg Doppler mostrará fluxo sanguíneo aumentado
Epididimite: dor localização na parte inferior e posterior do Testiculo , dor e edema desenvolve ao longo de dias, usg Doppler epidídimo dilatado e hiperemico
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Espermatocele: massa mole, livre e separada do testiculo
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Púrpura de Henoch-Schonlein: história de infecção respiratório, rash cutâneo, cólica abdominal ou artralgia
manifestações clinicas
- Dor escrotal iniciada sem relação com qualquer outro evento que se intensifica rapidamente. - acompanhada de nauseas e vomitos, porém sem febre
Criptorquidia:
Fisiopatologia
Na maioria dos bebês afetados com criptorquidia, acredita-se que a fisiopatologia subjacente seja a migração incompleta do testículo durante a embriogênese da posição retroperitoneal original próxima aos rins até sua posição final no escroto. Isso ocorre em ambas as fases androgênio-dependente e androgênioindependente.
De forma menos comum, a etiologia subjacente pode ser um testículo ausente ou um testículo gravemente atrófico (pequeno caroço), geralmente considerado secundário à malformação ou resultado de torção testicular.
Definição
A criptorquidia, ou testículo não descido, ocorre quando um ou ambos os testículos não estão presentes na
porção dependente do saco escrotal.
Tratamento
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Pré-púbere com testículo(s) não descido(s): testículo(s) com
criptorquidia unilateral ou bilateral com hipospádia
Encaminhamento imediato para avaliação endocrinológica e/ou genética com investigação bioquímica
e do cariótipo para diferenças do desenvolvimento sexual (DDS)
A avaliação endocrinológica e/ou genética com cariótipo deve ser considerada
eletivamente em pacientes com hipospádia e testículo(s) com criptorquidia palpável unilateral ou bilateral.
Ocasionalmente, uma mulher gravemente androgenizada com hiperplasia adrenal congênita pode apresentar uma estrutura fálica e presumidos testículos bilaterais não descidos, e pode ter distúrbios
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Etiologia
Prematuridade, baixo peso, tabagismo materno, histórico familiae e exposição materna ao dietilestilbestrol
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diagnostico
- clinico: palpação dos testiculos
Parafimose
Classificação
Parafimose é uma condição na qual o prepúcio é mantido retraído por um período prolongado. Ocorre inchaço, fazendo com que o prepúcio fique preso atrás da glande.
Tipos de parafimose: Embora a maioria dos casos seja aguda, uma forma crônica também pode ocorrer, em que os pacientes se apresentam vários dias após a queixa inicial. Em virtude de constrangimento, alguns pacientes podem não se apresentar até que tenha ocorrido a necrose da glande. Uma forma crônica também pode ocorrer; nesses pacientes, um anel fibrótico e ingurgitamento e edema crônicos da glande são observados
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Definição
A parafimose é a complicação aguda mais grave da fimose. Ela ocorre quando é feita a exteriorização da glande na presença de anel de constrição fibrótico da fimose. Isso leva ao garroteamento da glande, o que provoca edema devido à obstrução de sua drenagem venosa e linfática
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Diagnóstico
É meramente clínico: o prepúcio se encontra retraído com presença de anel constrictivo, localizado ao nível do sulco coronal e não permite seu retorno
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tratamento
- cirurgico: postectomia
- clinico: betametasona uso topico