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Insuficiência venosa crônica., Trombose venosa profunda. - Coggle Diagram
Insuficiência venosa crônica.
Conjunto de manifestações clínicas causadas por anormalidades (refluxo ou obstrução) do sistema venoso periférico.
Os principais fatores determinantes de retorno venoso incluem: valvas venosas, volume sanguíneo, ciclo respiratório e cardiaco e função de bomba dos músculos da panturrilha.
Fatores de risco.
Hormônios sexuais femininos.
Hereditariedade.
Sexo feminino.
TVP.
Idade >50 anos.
Tumores pélvicos.
Alterações morfológicas.
Microvarizes / veias reticulares.
Coloração azul esverdeado.
Sem elevação.
Dilatadas entre 2 e 4mm.
Assintomáticas
Varizes.
Dilatadas >4mm.
Elevadas.
Sintomáticas.
Classificação.
Secundárias.
Hipertensão venosa pós TVP.
Hipertensão venosa pós trauma.
Primárias.
Enfraquecimento da parede venosa.
Fatores de risco.
Incompetência valvar.
Teleangiectasias.
Assintomáticas.
<2mm.
Capilares, arteríolas e vênulas.
Fisiopatologia.
Alterações macrocirculatórias.
Insuficiência valvar.
Falha da bomba muscular da panturrilha.
Obstrução / hipertensão venosa.
Alterações microcirculatórias.
Alongamento, dilatação ou tortuosidade dos capilares venosos causado pelo acúmulo de líquidos no espaço intersticial.
Reação inflamatória causada pelo adesão de leucócitos ao endotélio, isso ocorre decorrente do aumento da permeabilidade encontrado na hipertensão venosa.
Fatores genéticos.
Ambos pais apresentam varizes, aumenta 90% a chance de que os filhos também tenham.
Marcador genético no cromossomo 16q24.
Quadro clínico.
Dor ou sensação de peso e cansaço nos MMII.
Claudicação venosa.
Comprometimento estético.
Câimbras.
Edema.
Lipodermatoesclerose.
Dermatite.
Atrofia branca.
Hiperpigmentação.
Úlcera venosa.
Quadro clínico mais acentuado ao final do dia, com piora em temperaturas mais elevadas e durante o período pré-menstrual.
Testes flebológicos.
Brodie-Trendelenburg.
Perthes.
Schwartz
Quatro garrotes.
Exames diagnósticos.
Ultrassonografia duplex.
Exame de primeira escolha.
Venografia por TC.
Flebografia ascendente.
Venografia por RM.
Tratamento.
Sintomático.
Atividade física.
Medicamento flebotômicos.
Aumentam o tônus venoso e reduzem a permeabilidade e fragilidade capilar.
Diosmina associada a hesperidina.
Meias de compressão.
20 a 30 mmHg.
CEAP 2 e 3.
30 a 40 mmHg.
CEAP 3, 4 e 5, lindefema leve, síndrome pós-trombótica e TVP.
15 a 20 mmHg.
Profilaxia, viagens de longa distância.
Escleroterapia.
A finalidade é eliminar as pequenas microvarizes e telangiectasias por meio de injeção de subtâncias que provocam irritação no endotélio venoso e induz a transformação da veia em um cordão fibroso.
Laser transdérmico.
Cirúrgico.
Safenectomia.
Ablação térmica da veia safena.
Retirada de colaterais.
ligadura de veias perfurantes insuficientes.
Retirada de microvarizes.
Valvuloplastia.
Implante de stent.
Tratamento das úlceras varicosas.
O tratamento das úlceras baseia-se na correção do refluxo venoso, na realização de curativos locais e no controle da infecção.
Bota de Unna.
Tipo de curativo muito utilizado em úlceras avançadas.
Atadura inelástica impregnada com uma pasta de zinco aplicada em toda a perna, como um gesso.
Classificação.
CEAP.
3.
Edema.
4A.
Alterações tróficas.
Hiperpigmentação / Eczema.
2.
Veias varicosas.
4B.
Alterações tróficas.
Lipodermatoesclerose / Atrofia branca.
1.
Telangiectasias ou veias reticulares.
5.
Alterações tróficas com úlcera cicatrizada.
0.
Sem sinais visíveis ou palpáveis de doença venosa.
6.
Alterações tróficas com úlcera aberta.
Clínica.
CEAP.
Etiológica.
Primária (Ep).
Insuficiência valvar.
Enfraquecimento da parede venosa.
Secundária (Es).
Causa conhecida.
Pós-trombótica.
Pós-traumática.
Congênita (Ec).
Congênita.
En.
Não identifica causa venosa.
CEAP.
Po.
Obstrução.
Pr,o.
Refluxo e obstrução.
Pr.
Refluxo.
Pn.
Nenhuma alteração fisiopatológica identificada.
Fisiopatológica.
Trombose venosa profunda.
É o desenvolvimento de um coágulo sanguíneo em uma das principais veias profundas da perna, coxa, pelve ou abdome.
Fisiopatologia.
Tríade de Virchow.
Hipercoagulabilidade.
Fluxo sanguíneo anormal.
Lesão endotelial
Fatores de risco.
Insuficiência venosa periférica.
Obesidade.
Gravidez e puerpério.
Cirurgia.
Anticoncepção e reposição hormonal.
Lesão medular.
História pregressa de TEV.
Traumas graves.
Idade.
Câncer.
Tabagismo.
Trombofilias.
IAM.
Manifestações clínicas.
Empastamento muscular.
Dilatação de veias superficiais.
Edema.
Cianose.
Dor.
Exame físico.
Sinal de Pratt.
Sinal de Homans.
Sinal de Brancoft.
Sinal de Lowenberg.
Sinal da bandeira.
Sinal de cacifo.
Complicações.
Síndrome pós-trombótica.
Quadro de IVC pós-trombótica.
Dor, edema, hiperpigmentação e úlceras.
Recanalização + perda valvar.
Oclusão crônica.
Flegmasia.
Alba dolens.
Trombose do segmenta iliofemoral que cursa com vasoespasmo arterial reacional.
Dor, edema, palidez e até diminuição de pulsos distais.
Cerúlea dolens.
Trombose do segmento iliofemoral que apresenta acometimento concomitante de sistema venoso superficial e profundo.
Edema intenso e bastante doloroso, cianose, baixa temperatura e formação de áreas de epidermólise contendo líquido sero-hemorrágico.
Gangrena venosa.
Embolia pulmonar.
Impactação de trombos que se desprenderam na árvore pulmonar.
Sintomas cardiorrespiratórios.
Quanto maior a veia maior a chance de embolia.
Diagnóstico.
Flebografia.
Padrão ouro para TVP aguda.
TC ou RNM.
Útil nas veias cava e ilíaca.
Ultrassonografia duplex scan - Doppler.
Exame de escolha
Mapeamento em cores.
D-dímero.
Tratamento.
Medidas gerais.
Anti-inflamatórios.
Deambulação e meias compressivas.
Analgésicos.
Trendelenburg.
Anticoagulantes.
Injetável.
Heparina não fracionada.
Dose ataque: 80 Ui/kg.
Dose manutenção: 18 Ui/kg.
Heparina de baixo peso molecular.
Enoxaparina.
1mg/kg a cada 12 horas.
Oral.
Varfarina.
Ação indireta.
Restringe a produção de fatores de coagulação vitamina K-dependentes.
Controle pelo INR.
Ação em 3 a 5 dias.
Inibidores do fator X ativado.
Apixabana (Eliquis).
10mg a cada 12 horas, por 7 dias.
5mg/dia.
Monoterapia.
Edoxabana ( Lixiana).
60mg por dia.
Associar com HBPM por 7 dias.
Rivaroxabana (Xarelto).
15mg a cada 12 horas, por 21 dias.
20mg/dia
Monoterapia.
Dabigatrana (Pradaxa).
150mg a cada 12 horas.
Iniciar com HBPM por 5 dias.
Inibidor direto da trombina.
Fibrinolíticos.
Estreptoquinases.
rt-PA.
Minimizar efeitos tardios da síndrome pós-trombótica.
Complicações hemorrágicas e reações alérgicas.
Tratamento endovascular.
Aspiração endovascular de coagulos.
Trombose extensa e com quadro clínico grave.
Flegmasias.
Trombectomia venosa.
Filtro de veia cava.
Dispositivo de implantação endovascular que é colocado na veia cava inferior, abaixo da veias renais.
O objetivo do filtro é impedir que trombos formados nos membros inferiores e na pelve atinjam a circulação pulmonar.