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TROMBOSE VENOSA PROFUNDA - Coggle Diagram
TROMBOSE VENOSA PROFUNDA
DEFINIÇÃO:
Desenvolvimento de coágulo sanguíneo em uma das principais veias profundas da perna, coxa, pelve ou abdome.
Outros locais: MMSS, veias portal, mesentérica, ovariana ou retiniana, veias e seios venosos do cérebro.
Resulta em redução do fluxo sanguíneo, edema e dor.
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FATORES DE RISCO:
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Imobilização pós-operatória, inflamação, comorbidade adjacente e lesão do sistema venoso
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FISIOPATOLOGIA:
1) ESTASE: estase pode contribuir com o contato da camada celular endotelial, com plaquetas ativadas e fatores procoagulantes, levando, portanto, à TVP
2) HIPERCOAGULABILIDADE: após operações de grande porte, grande quantidade de fator tecidual pode ser liberada dentro da corrente sanguínea, proveniente dos tecidos lesionados → o fator tecidual é um potente procoagulante expresso na superfície celular dos leucócitos, como também sua forma solúvel na corrente sanguínea → estresse fisiológico → aumento na contagem de plaquetas e na adesividade, alterações na cascata da coagulação e atividade fibrinolítica endógena → trombose
3) LESÃO ENDOTELIAL: lesão endotelial → mediadores, celulares ou humorais
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QUADRO CLÍNICO:
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Edema da panturrilha: medir a circunferência da perna 10cm abaixo da tuberosidade tibial → diferença na circunferência, especialmente de > 3cm entre as extremidades, pode indicar TVP
Síndrome pós-trombótica (SPT): ocorre em 20-50% dos pacientes após um episódio documentado de TVP. A apresentação clínica inclui edema crônico, dor e claudicação venosa, podendo haver úlceras venosas.
SINAIS CLÍNICOS:
Sinal de Homans: dor na panturrilha quando se faz dorsiflexão do pé → não é um indicador confiável, mas ajuda na suspeita diagnóstica
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