Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
Política de Gestão do trabalho em saúde - Coggle Diagram
Política de Gestão do trabalho em saúde
CONTEXTO HISTÓRICO
a atividade produtiva passou a exigir trabalhadores polivalentes/flexíveis
crescimento da terceirização
forte crescimento do setor privado
flexibilização de contratos e precarização do trabalho
Luta dos sindicatos
Criação do SUS
descentralização
municipalização dos serviços
carência de médicos nos pequenos municípios
aumento da participação feminina
crescimento intenso da abertura de novas escolas
Gestão de trabalho do SUS
planejamento da necessidade de profissionais nos planos governamentais de saúde
Financiamento para formação e desenvolvimento dos trabalhadores
Condições dignas de trabalho
Conferência Nacional de Gestão do trabalho e da educação na saúde
Iniciativas do Ministério da Saúde
ProgeSUS, Desprecariza SUS e outros
POLÍTICAS E AÇÕES
Secretaria de Gestão do Trabalho
e da Educação na Saúde
Desenvolve ações para a criação de políticas para formação, educação permanente, valorização dos trabalhadores e democratização no SUS
Sendo necessário
Distribuição equitativa e adequada de profissionais de saúde
Alinhamento em relação a mudanças e processos dinâmicos no sistema de saúde
Mecanismos que regulem a migração de profissionais
Promover a interação entre as instituições
de ensino e de serviço de saúde
Política Nacional de Educação Permanente em Saúde
direcionada aos Trabalhadores da rede de serviços
do Sistema Único de Saúde (SUS)
está articulada a descentralização e à regionalização do sistema de saúde
Para que serve?
Garantir a qualidade e resolubilidade da atenção à saúde prestada à população
é realizada pelas
Comissões Permanentes de Integração EnsinoServiço (CIES)
vinculadas às Comissões Intergestoras
Regionais (CIRs)
Elaborar os Planos de Ação Regional de Educação Permanente em Saúde coerentes com os Planos de Saúde estadual e municipais da referida região
Como os recursos são repassados?
anualmente pelo Fundo Nacional de Saúde para os Fundos Estaduais e Municipais
Através da
análise e aprovação dos Planos Estaduais e Regionais de Educação Permanente que devem constar dos Contratos Organizativos de Ação Pública (COAP)
análise do cumprimento do Plano de Educação Permanente do ano anterior
Legislação
Portaria MS/GM nº 1.996, de 20 de agosto de 2007.
Portaria MS/GM nº 2.813, de 20 de novembro de 2008.
Portaria SGTES/MS nº 27, de 29 de dezembro de 2008.
Portaria MS/GM nº 4.033, de 17 de dezembro de 2010.
Programa de profissionalização dos trabalhadores de nível médio da área da saúde
direcionado à profissionais de nível médio que precisem de formação técnica e/ou complementar para atuar nas equipe de saúde
nas áreas de
Radiologia
Patologia clínica e citotécnica
Hemoterapia
manutenção de equipamentos hospitalares
técnico de higiene dental
Auxiliar de Consultório Dentário
ACS (formação inicial)
Complementação de técnico de enfermagem
Tem como objetivo
capacitar profissionais visando à melhoria da atenção e assistência
do usuário do SUS
Como funciona?
Gestores municipais e estaduais identificam instituições formadoras de nível médio para articulação da implementação desses cursos
A Rede de Escolas Técnicas do SUS (RET-SUS) está consolidada como referência pública para a formação de nível médio na área da saúde
Outras instituições formadoras podem se candidatar à execução dos cursos
desde que tenham sido legalmente reconhecidas e
habilitadas
quando as instituições formadoras municipais e estaduais não apresentarem capacidade suficiente de atendimento às demandas
Legislação
Portaria MS/GM nº 3.189, de 18 de
dezembro de 2009.
Portaria nº 1.626, de 24 de junho de 2010.
Programa Nacional de Reorientação
da Formação Profissional em Saúde
para quem?
Cursos de graduação da área de saúde de Instituições de Educação Superior (IES) públicas ou privadas sem fins lucrativos
qual o objetivo?
: Apoiar as transformações do processo de
formação
geração de conhecimentos e prestação de
serviços à população no processo saúde-doença
para que serve?
integração entre instituições de ensino e serviço público de saúde com intuito de fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS)
como ocorre?
através da a reorientação da formação dos
trabalhadores da saúde
orientação teórica, cenários de
prática e orientação pedagógica
como funciona?
reorienta o processo de formação para que haja profissionais habilitados e capazes de responder às necessidades da população brasileira, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS
estabelece mecanismos de cooperação entre
os gestores do SUS e as IES
incorpora, no processo de formação na área da saúde, a abordagem integral do processo saúde-doença e a promoção da saúde
amplia a duração da prática educacional na rede
pública de serviços de saúde
Legislação
Portaria Interministerial nº 3.019,
de 26 de novembro de 2007
Edital nº 13, de 11 de dezembro de 2007
Portaria Interministerial nº 7, de 27 de março de 2008
Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde
Voltado para profissionais de saúde do SUS, docentes e estudantes de graduação da área da saúde, em parceria com as secretarias de saúde
Busca incentivar os grupos de aprendizagem tutorial nas práticas da atenção à saúde do SUS
Para que serve ?
Integração ensino-serviço e ensino-aprendizagem
Projetos na Vigilância em Saúde
Formação de profissionais e docentes com elevada qualificação técnica , científica, tecnológica e acadêmica na área da saúde mental
Pet-Saúde Redes
Fornecimento de bolsas
Monitoria para estudantes da área da saúde
Tutoria acadêmica para professores
Preceptoria para profissionais de saúde do SUS
Grupo Pet-Saúde/Saúde da família
1 tutor acadêmico
30 estudantes
12 monitores
6 preceptores
Pet-Saúde Mental/Crack
Grupos de aprendizagem tutorial na área de atenção em Saúde Mental, Crack, Álcool e outras Drogas
Universidade Aberta do SUS
Voltado para profissionais da área da saúde do SUS
Rede colaborativa de universidades e instituições de saúde
Produção de conteúdos e curso a distância para profissionais da saúde do SUS
Para que serve ?
Induz e oferta cursos de especialização, aperfeiçoamento e qualificação para trabalhadores do SUS
Disseminação de meios e tecnologias de informação e comunicação
Integração do ensino-serviço
Redução das desigualdades regionais - equalização na oferta de cursos
UnA-SUS
Rede UnA-SUS
Acervo de Recursos Educacionais
Plataforma Arouca
Adesão de instituições de ensino
Financiado pela SGETS
Podem aderir instituições que
Produzem Conhecimento em Saúde
Disponibilizam no acervo colaborativo da UnA-SUS
Disseminam de Novas Tecnologias Educacionais
Oferecem tutoria, infraestrutura, oportunidades de aprendizagem presenciais, conectividade à internet, disseminando materiais institucionais
Fornecem Certificação Educação
Programa de Qualificação e Estruturação da Gestão do Trabalho e da Educação
Para que serve ?
Modernizar, aprimorar e criar setores de gestão do trabalho e da educação na saúde, nas secretarias de saúde, reconhecendo tais setores como estratégicos para a valorização do sistema público de saúde.
Para quem serve ?
Setores de gestão do trabalho e da educação das secretarias de saúde estaduais, municipais e do Distrito Federal.
Como funciona ?
Passo 1: São apresentados projetos que devem estar de acordo com as orientações e determinações do edital de convocação publicado pelo ministério da saúde no DOU.
Passo 2: Os projetos após aprovação da CIB, são encaminhados à SGTES para apreciação do cumprimento dos requisitos fixados no edital.
Passo 3: A equipe DEGERTS/SGTES avalia os projetos e os homóloga ou apresenta correções necessárias à habilitação do projeto.
Passo 4: Os projetos habilitados constituem processo de repasso de recursos para investimentos no setor de gestão do trabalho e da educação na saúde.
Passo 5: Os projetos que requerem adequações recebem apoio do DEGERTS e secretarias estaduais de saúde visando atender aos requisitos do programa.
Passo 6: Realizada as correções, os projetos são homologados mediante a publicação de uma portaria e receberão os recursos financeiros de investimentos no setor.
Passo 7: Após a execução dos recursos financeiros, as secretarias de saúde têm 30 dias para apresentar a prestação de contas.
Componentes do programa
Financiamento para a modernização dos setores de gestão do trabalho e da educação na saúde de secretarias de saúde de estados, do distrito federal e de municípios por meio da aquisição de mobiliário e de equipamentos de informática.
Disponibilização, pelo ministério da saúde, de sistema de informação gerencial para os setores da gestão do trabalho e da educação na saúde das secretarias de saúde que desejam adotar.
Capacitação de equipes dos setores de gestão do trabalho e da educação na saúde de secretarias de saúde de estados e municípios.
Participação no Sistema Nacional de Gestão do trabalho do SUS (INFOSUS).
POR QUE GESTÃO DO TRABALHO?
Os trabalhadores são um bem e tem utilidade pública que seria sua atuação na saúde
Crescimento descontrolado de escolas profissionalizantes
Flexibilização contratual dos profissionais
Recursos insuficientes para educação permanente
Grupo: Beatriz Barros, Gabriele Saraiva, Kaline Dantas, Kesley Fontenele, Lara Porto.
Sistema Nacional de Informações em Gestão do Trabalho no SUS
Para quem?
Trabalhadores com vínculo precário
no SUS
Produto
Buscar soluções para a desprecarização do trabalho no SUS
Com o fito de
Implantar e concretizar uma política de valorização do trabalhador
Para que serve?
Desenvolver estudos e ações cujo propósito é debater e sugerir ações para superar as formas de inserção por meio dos vínculos precários
Como funciona?
Composto por quem?
Representantes do Ministério da Saúde, do Ministério do Planejamento - Orçamento e Gestão, do Ministério do Trabalho e Emprego, do Conass, do Conasems e por representantes das entidades sindicais e patronais que compõem a Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS
Funções do Comitê
VI- estudar a viabilidade das formas alternativas de contratação, quando for o caso, e as circunstâncias requeridas, tendo em vista a política de preservação do emprego e da renda dos ocupados no setor;
VII- avaliar os impactos financeiros das medidas propostas e as repercussões na Lei de Responsabilidade Fiscal;
V- realizar levantamento da situação dos trabalhadores em situação precarizada, quanto às formas de inserção e vínculos existentes;
VIII- monitorar as decisões judiciais e ou acordos extrajudiciais a esse respeito, buscando formular alternativas para superar os possíveis entraves legais e fiscais;
IV- dimensionar e estimular a realização de concurso público nas três esferas de governo, em cumprimento aos princípios constitucionais, bem como ao preconizado nas resoluções das últimas Conferências Nacionais de Saúde e nas Conferências Nacionais de Recursos Humanos;
IX- induzir, por meio da cooperação com os entes federados, uma nova concepção de relações estáveis de trabalho, substituindo as relações precárias e informais, com compromisso de valorizar o trabalho e melhorar o acesso e a qualidade do atendimento aos usuários do SUS;
III- monitorar as formas de substituição do trabalho precarizado nas três esferas de governo: federal, estadual e municipal;
II- definir um modelo de cadastro único/mínimo (que poderá ser adaptado de acordo com as necessidades e interesses locais), a ser aplicado em todo o país;
I- fixar diretrizes e cronograma para o recadastramento nacional dos trabalhadores em situação precarizada, conforme anteriormente definido;
X- propor mecanismos de financiamento pelo governo federal que estimulem as formas legais e desprecarizadas de relação de trabalho no SUS, com especial ênfase na organização das equipes de saúde da família;
XIII- elaborar políticas e formular diretrizes para a desprecarização do trabalho no SUS.
XI- valorizar e divulgar iniciativas adotadas na gestão do trabalho do SUS, que dignificam o trabalho humano e a melhoria consequente dos serviços de saúde no país, com enfoque multiprofissional;
XII- apoiar e estimular a criação de comitês estaduais e municipais de desprecarização
do trabalho no SUS;
Legislação
Portaria MS/GM nº 2.430, de 23 de
dezembro de 2003.