A diplomacia brasileira, portanto, segue a tradição de abertura ao diálogo e à negociação. Por isso, é contra :forbidden: o isolamento diplomático ou econômico de países, mesmo quando esses violam normas internacionais, como as previstas na Carta da ONU ( o uso da força, a violação da soberania ou agressões contra outros Estados).
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crítica: Alguns consideram essa postura como “conivente” ou “neutra demais” diante de violações graves.
defesa: Argumentam que a neutralidade ativa do Brasil permite que ele atue como mediador confiável e que não se fechem portas para futuras negociações de paz.