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ANEURISMA DA AORTA ABDOMINAL, Fisiopatológico, Referências: • Medcurso •…
ANEURISMA DA AORTA ABDOMINAL
Etiologia
Qualquer condição que leve ao enfraquecimento da parede artéria da aorta leva ao seu aneurisma
São essas
Aneurismas micóticos ou infecciosos
Infecções de outros lugares do corpo migram pelo sangue até artérias, como aorta
Enfraquecimento da parede da artéria
Sífilis terciária e bactérias comuns à endocardite bacteriana e sepsemia
Aneurismas genéticos
Doenças que afetam diretamente o tecido conjutivo
Síndrome de Marfan; Síndrome de Ehlers-Danlos
Aneurismas inflamatórios
Intensa inflamação do vaso sanguíneo
Secundário à mecanismos autoimunes
Aneurismas congênitos
Defeitos no vaso a partir da embriogênese
Aneurismas degenerativos
Causa mais comum
Enfraquecimento da parede do vaso devido à aterosclerose
Aneurismas secundários à dissecção de aorta
A parede aórtica fraca predispõe tanto a dissecção de aorta quanto formação de aneurismas aórticos
Aneurismas secundários à trauma
Fatores de risco
História familiar
Idade avançada > 50 anos
Elevado nível de lipoproteína A
Aneurismas em outros sítios
Hipercolesterolemia
Raça caucasiana
Sexo masculino
Variante no cromossomo 9p21
HAS
Aumento dos níveis do inibidor do ativador do plasminogênio
Tabagismo
Principal fator de risco
Fatores de proteção
Raça negra ou asiáticos
DM
Sexo feminino
FR para ruptura AAA
Sexo feminino
Diminuição VEF1
Grande diâmetro inicial do aneurisma
PAM elevada
Tabagismo
Tempo mais importante que quantidade
Transplante renal ou cardíaco
tem como
Diagnóstico Diferencial
Diverticulite
Cólica uretral
Apendicite
Torção ovariana
Síndrome do intestino irritável
Hemorragia gastrointestinal
Tratamento
Aneurismas rotos
Pacientes com suspeita de rotura, mas estável
Deve ser submetido com urgência a uma TC com contraste
Instabilidade hemodinâmica, o paciente deve ser encaminhado imediatamente ao centro cirúrgico
Reposição volêmica
Urgência/Emergências cirúrgicas
Abordagens Cirúrgicas
A escolha entre cada técnica deve ser individualizada e com critérios de:
Fatores de risco do paciente
Configuração anatômica
Idade
Experiência da equipe cirúrgica
Os aneurismas com e sem rotura podem ser abordados tanto por meio de cirurgia aberta quanto endovascular
Aneurismas sem rotura
Indicação de abordagem cirúrgica
Diâmetro superior a 5,5 cm
Crescimento superior a 0,5 cm em seis meses ou 1cm em um ano
Aneurisma de configuração sacular (qualquer tamanho)
Embolização periférica a partir de um trombo mural do aneurisma
O manejo dessas lesões depende do tamanho da dilatação
Complicações Pós-Operatória
A principal complicação relacionada a cirurgia aberta
Infarto agudo do miocárdio
Hematoma no sítio de punção
Pseudoaneurisma
Isquemia de Cólon
É diagnosticado através de:
Exame físico
Massa abdominal palpável
Dor abdominal
Ultrassonografia
Tomografia computadorizada
Ressonância magnética
Exames laboratoriais
Velocidade de hemossedimentação
Hemograma
Hemocultura
Epidemiologia
A ocorrência mais comum na artéria aorta Infrarrenal
2 a 6x mais frequente em homens do que em mulheres
2 a 5% em homens a partir dos 60 anos
2 a 3x mais frequente em seres humanos caucaseanos
Corresponde de 60-80% de todos aneurismas aórticos.
É uma ocorrência associada a idade, principalmente a partir dos 55 anos
podendo gerar
complicações como:
aneurisma roto
que se dá pela
ruptura do aneurisma e extravasamento de sangue para a cavidade abdominal
emergência médica que é tratada com cirurgia: laparostomia ou endovascular
edema de MMII
que geralmente está associado à obstrução decorrente da dilatação do aneurisma
hidronefrose
que segue mecanismo similar ao edema de MMII, obstrução das artérias renais.
Fisiopatológico
Acontece em 4 mecanismos:
Degradação proteolítica do tecido conjuntivo da parede
atividade desproporcional da enzima proteolítica
metaloproteinases: MMP-2, MMP-3, MMP-9 e MMP-13
Inflamação e respostas imunes
macrófagos e linfócitos fazem infiltração transmural
células liberam citocinas
citocinas ativam proteinases
IgG se deposita na parede da aorta
Estresse biomecânico sobre a parede
quantidade de elastina diminui
colágeno é degradado
tensão na parede da aorta
Genética molecular
há 10 loci de risco
Histologicamente observa-se
obliteração de colágeno e elastina
perda de células musculares lisas
ocorre
afilamento da parede medial
infiltração de linfócitos e macrófagos
neovascularização
possui como mecanismo
Referências:
• Medcurso
• Dynamed
• Whitebook
• BJM