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Estudo coprológico (exame macroscópico), coprológico funcional (exame…
Estudo coprológico
(exame macroscópico)
forma
cilíndrica
amorfa
(não tiveram tempo suficiente para pegar a forma do intestino)
trânsito intestinal mais rápido
2ª evacuação do dia
diarreia
intolerâncias alimentares
disbiose
caprinas - bolinhas - muito endurecidas (ficou tempo demais no reto - "já passou do ponto")
Fezes em fita -> hipertonia de esfincter anal (pode causar fissura anal) normalmente decorrente de hiperativação simpática - ESTRESSE CRONICO. Excluir causas anatômicas
consistência
(depende do tempo
de trânsito intestinal)
endurecida
normal
amolecida
odor
característico > fecaloide
pútrido > formação de patrocina e cadaverina (fermentação de compostos nitrogenados - amigas biogênicas) > paciente que não digere carne direito (pós-bariátrica, p.ex.)
sulfuroso - ricas em gás sulfurado (sulfeto de hidrogênio)
butírico - que vem do butirato (AGCC) > paciente que come muita fibra (vegetariano, vegano)
cor
amarronzada (normal) > bilirrubina foi metabolizada pela microbiota e gerou a estercobilina (tempo de contato fezes/microbiota + presença de bilirrubina)
fezes esbranquiçadas (fezes em massa de vidraceiro) > obstrução das vias biliares (não tem bilirrubina)
marrom mais claro > Normalmente a diarreia vem com coloração mais clara (não deu tempo para a microbiota transformar a bilirrubina em estercobilina)
mais esverdeadas - normalmente vem após o uso de ATB, mas pode vir também por conta do uso de outras substâncias (vegetais - clorofila, p.ex.)
tb tem influência do que a pessoa come
substâncias externas, gases entremado, viscosidade, gordura externa.
alimentos íntegros
(batata/cenoura, tecido conjuntivo, areias intestinais, fibras vegetais)
melhorar a
MASTIGACAO
!!!
areias intestinais
geralmente associadas a deficiência de amilase (quebra do amido)
muco
trânsito intestinal acelerado
produção distal (muito próxima do ânus)
produção exacerbada (CONSTIPAÇAO, causas infecciosas ou químicas produzidas pela fermentação intestinal; ou pólipo de sigmoide/reto)
benignidade (células de Globet) - processo inflamatório muito intenso intestinal > perco a capacidade de produzir muco.
rico em bicarbonato -> interfere no pH das fezes
(podemos ter fezes fermentativas, com excesso ácidos orgânicos que tem um pH normal de 7 devido ao muco)
sangue
visível nas fezes > sangramento das porções distais
melena > sangramento alto
pus
geralmente oriundo de processos inflamatórios de porções distais ou trânsito acelerado
coprológico funcional
(exame químico/imunológico)
pH normal 6.5 - 7
pH ácido: intolerância alimentar (lactose, frutose, sacarose, p.ex.), sobrecarga de carboidratos (pp. carboidratos simples), fermentação excessiva (pp. SIBO), alta ingestão de fibras (AGCC)
pH ácido pode causar ardência anal
pH básico: microbiota insuficiente - uso de antibióticos, baixa ingestão de fibras (não forma AGCC), diarreia (pH sobe por diluição), excesso de muco nas fezes (atentar a adenomas).
pigmentos biliares
Estercobilina fecal - deve estar positiva em exames normais (bilirrubina digerida pela microbiota)
Bilirrubina fecal - VR: negativo
substâncias redutoras
é utilizada para detectar deficiências congênitas, ou causadas por lesão inespecífica de enzimas da mucosa intestinal, especialmente as dissacaridases (lactase e sacarase)
patognomônico de intolerância alimentar, pp. intolerância à lactose
quando positiva denota pH fecal mais ácido
geralmente é positiva no paciente que tem intolerância a lactose mas consumiu lactose (a lactose não é digerida e a microbiota produz as substâncias redutoras -> pH ácido, em torno de 5)
sangue oculto humano (exame imunológico)
corpos proteicos
Alfa1 antitripsina - solicitar quando há suspeita de doenças de perda proteica intestinal (raro)
Mucina (componente do muco); bem comum vir positiva
hemoglobina
sangue oculto: quantidade de hemoglobina não identificável a olho nu, de provável conteúdo alimentar (quando não é a imunológica) ou origem baixa (de cólon; em quantidade pequena).
exames modernos fazem o exame de sangue oculto imunológico, ou seja, células sanguíneas especificamente humanas
sangue vivo: visível a olho nu, de origem baixa ou quando há trânsito muito acelerado a partir do local do sangramento, ou com alteração anal
melena: hemoglobina digerida pela microbiota
outros marcadores
Calprotectina fecal - marcador de inflamação da mucosa
Lactoferrina fecal - marcador de resposta imunológica
IgA secretora fecal - marcador da função imunológica secretora, da defesa da mucosa gastrointestinal, e da manutenção da barreira intestinal
Zonulina fecal - marcador de permeabilidade intestinal
Histamina fecal
Melatonina fecal
interessante pesquisar na suspeita de DII e em pacientes autistas
nos autistas, há com frequência alterações no metabolismo do triptofano
elastase pancreática - IEP
Sais biliares fecais
(difícil de encontrar) - geralmente não é necessário
baixos por problemas hepáticos ou por conversão para ácidos biliares pela microbiota (SIBO)
altos na doença celíaca, diarreias e alterações ileais distais (onde são absorvidos)
Dosagem de ácidos orgânicos totais
normal 14 a 16
quando baixo indica uma microbiota que não se utiliza de hidratos de carbono para a fabricação de ácidos orgânicos (pacientes carnívoros)
causas de baixa de ácidos orgânicos: diarreia (por diluição), por alterações na dieta (como citado acima), quando paciente fez uso de ATB recente (por diminuição do pool de microrganismos), constipação com absorção desses ácidos (avaliar pH urinário; o ácido que é absorvido no intestino, sai pela urina -> urina mais ácida)
paciente constipado com ácidos orgânicos altos é paciente disbiotico
Aumentados em caso de dispepsia fermentativa, excesso de hidratos de carbono, excesso de carboidratos, insuficiência pancreática
pacientes onívoros ou vegetarianos -> quantidade de ácidos orgânicos mais alta (presença de fibras -> AGCC)
Dosagem de ácidos aminados e amoníaco: 2 a 4
elevado: dispepsia putrefativa,
amônia (ver exame de sangue)
gordura
esteatorreia
fezes que boiam
colecistectomia (tratamento > sais biliares)
excesso de ingestão de gorduras (dietas cetogênicas pp. no início, até adaptação)
doença celíaca (afeta o local onde absorvemos a gordura)
parasitose (pp. giardia - ocupa o mesmo lugar que absorve gordura)
SIBO
excesso de fermentação também pode causar fezes que boiam (pq há presença de gases entremeados nas fezes; pp. intolerância alimentar - lactose)
coprológico funcional
(exame microscópico)
fibras musculares
podem existir em pouca quantidade mas seu aumento é característico de baixa ação das enzimas gástricas e pancreáticas (correlacionar com macroscópico sempre)
amido
principal sinal de alteração do pH intestinal (mais ácido) > patognomônico de dispepsia fermentativa (disbiose)
fibras vegetais indigeríveis
não devem aparecer: devem ser digeridas pela microbiota na eubiose (desde que tivesse mastigado; novamente, sempre correlacionar com macroscópico).
Cristais de
oxalato de cálcio
gordura com cálcio (como se a gordura quelasse o cálcio). Hipocloridria reduz a absorção de cálcio, portanto a presença desse tipo de cristais é característico da insuficiência gástrica (de produção de ácido).
Cristais de
Charcot-Leyden
restos de eosinófilos, de alergias alimentares, parasitoses ou histaminose
Cristais de coprosterol,
ácidos graxos e
agulhas de ácido graxos
perda de gordura nas fezes
Fosfato
amoníaco magnesiano
sobra proteica digerida pela microbiota na forma de amoníaco, ligado ao fosfato e ao magnésio. PROBLEMA -> HIPOMAGNESEMIA (magnesio é quelado), PREJUÍZO NA SAÚDE/MASSA ÓSSEA (quela o fosfato)