Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
Paracoccidioidomicose - Coggle Diagram
Paracoccidioidomicose
Sequelas
Pulmonar
Pode persistir com tosse, expectoração hialina, dispneia
Evolui com padrão obstrutivo na espirometria / aprisionamento áereo e redução da difusão / hipoxemia crônica
Apresenta tecido cicatricial
Distorção arquitetural / espessamento septal e reticulado / enfisema centrolobular ou parasseptal / espessamento brônquico / bandas parenquimatosas / área de enfisema cicatricial e nódulos
Sistema nervoso central
Epilepsia/hidrocefalia
Laringe
Disfonia, rouquidão, mau fechamento das cordas vocais fibróticas
Glândulas adrenais
comprometimento adrena
Pele
alterações estéticas e da mucosa ora
Linfático
icterícia obstrutiva, pelo comprometimento
de linfonodos do hilo hepático
Complicações
alterações neurológicas, insuficiência respiratória, importante comprometimento do estado nutricional, envolvimento gastrointestinal, icterícia, ascite, alterações hemodinâmicas
Tratamento
Itraconazol
200 mg diários
9-18 meses
Cotrimoxazol
Sulfametoxazol + Trimetoprim
800mg + 160 mg
VO 8/8h ou 12/12 h
18 - 24 meses
Anfotericina B
Lipossomal
3 a 5 mg/kg/dia
2-4 semanas até a melhora
Desoxicolato
0,5 a 0,7 mg/kg/dia
Indicada para o tratamento da forma Grave/disseminada
Máximo de 50mg/dia
Indicada para gestantes
Indicada para pacientes HIV +
Realizar profilaxia com bactrim ou itraconazol
O fluconazol 600mg a 800mg pode ser uma opção terapêutica
Todas as drogas devem ser reajustadas em caso de insuficiência renal e hepática
Critério de cura
Imagem cicatrização ou fibrose das lesões pulmonares
negativação do título de anticorpos ou a sua estabilização em valores baixos (soro não diluído ou na diluição 1:2)
Cicatrização e desaparecimento das lesões clínicas
Ecoepidemiologia
Na natureza apresentam a forma filamentosa
No corpo humano apresenta a forma leveduriforme devido a temperatura corporal
Risco de aquisição da infecção
Atividade de manejo do solo contaminado (agrícola, terraplanagem, preparo de solo, jardinagem, transporte de produto vegetal)
Tabagismo; etilismo
Pode estar relacionada ao HIV
São Paulo, Paraná, Rio
Grande do Sul, Goiás e Rondônia
Acomete entre 10 e 20 anos
Reativa como foco latente aos 30 e 50 anos
Diagnóstico
Exame físico
Se apresentar hepatoesplenomegalia ou massas abdominais, junto com ascite, icterícia e edema periférico
PEDIR ALBUMINA
Investigar hipoalbuminemia
Dor abdominal; diarreia cronica; disabsortiva e vômitos são frequentes
Febre e perda de peso
Tumoração ou dor em região óssea requer identificação de lesões ósseas
Exames laboratóriais
Hemograma completo
Avaliação função renal e metabólica e eletrólitos
Proteínas totais e frações
Bioquímica hepática
Provas sorológicas específicas
Imunodifusão dupla em gel agar
Teste de mais especificidade
Exames de Image
RX de tórax PA e perfil
Outros exames de imagem como USG, TC, RM e cintilográfia
Só utiliza se houver suspeita de envolvimento de outros orgãos ou sistemas
Diagnóstico Diferencial
Histoplasmose
Toxoplasmose
leishmaniose viscera
Tuberculose
Leucemia
Seguimento
Após 90 dias da resposta clínica
realizarão hemograma e provas bioquímicas a cada três meses durante o primeiro ano de seguimento
Exames sorológicos e radiológicos serão solicitados de 6 em 6 meses no primeiro ano
No segundo ano, retorno será semestral
Encaminhar para especialistas de acordo com a sequela
Formas clínicas
Forma aguda/subaguda (forma juvenil)
5-25% dos casos
Presença de linfadenomegalia localizada ou generalizada
Pode, na evolução, apresentar supuração, fistulização
hepatoesplenomegalia
manifestações digestivas, lesões
cutâneas (ou de mucosas)
envolvimento osteoarticular
comprometimento pulmonar
Febre, perda de peso, anorexia e emagrecimento
Linfadenomegalias
intra-abdominais podem coalescer, produzindo massas tumorais que exercem compressão em vários órgãos, tais como colédoco e alças intestinais
Laboratorias
eosinofilia periférica em 30 a 50% dos casos
Forma crônica (do adulto)
prevalência de 74 a 96% dos casos
adultos com 30 a 60 anos, predomínio do sexo masculino
Doença incidiosa, de forma silenciosa
O comprometimento
pulmonar está presente em 90% dos pacientes
mucosa das vias aerodigestivas superiores e pele são os sítios mais acometidos pela PCM
Classificação
Leve
perda ponderal abaixo
de 5% do peso habitual
envolvimento de um único órgão ou comprometimento restrito de órgãos ou tecidos sem disfunção.
Moderada
Grave
Corresponde a 3 ou mais dos seguintes critérios
ii) intenso comprometimento pulmonar
iii) acometimento de outros órgãos, tais
como glândulas adrenaissistema nervoso central e ossos
i) perda ponderal maior que
10% do peso habitua
iv) presença de linfonodos acometidos em
múltiplas cadeias, superficiais ou profunda do tipo tumoral (>2,0cm de diâmetro, sem supuração) ou do tipo supurativo
v) títulos de anticorpos elevados
insuficiência respiratória, disfunção adrenal, síndrome neurológica ou
abdome agudo
Forma residual (sequelas)
manifestações clínicas decorrentes de alterações anatômicas e funcionais causadas
pelas cicatrizes que se seguem ao tratamento da PCM.
maior incidência em pulmões, pele, laringe, traqueia, superiores, sistema nervoso central e sistema linfático, glândulas adrenais, mucosa das vias aerodigestivas
Etiologia
Paracoccidoides brasiliensis (P. brasiliensis)
Paracoccidioides lutzii (P. lutzii)
Avaliação do pacientes da forma crônica
Deve-se investigar
Envolvimento pulmonar,
tegumentar e laríngeo
(tosse, dispneia, expectoração mucopurulenta, lesões ulceradas de pele e de
mucosa da naso-orofaringe odinofagia, disfagia e disfonia); linfático (adenomegalia); adrena
astenia,
emagrecimento, hipotensão, escurecimento de pele,
dores abdominais
sistema nervoso centra
(cefaleia, déficit motor, síndrome convulsiva, alteração de comportamento e/ou nível de consciência
Digestivo
diarreia e síndrome de
má absorção