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CULTURA DE LCR E HEMOCULTURA, Metodologia de Maki
Assepsia do local com…
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Metodologia de Maki
- Assepsia do local com Iodo, clorexidine ou PVPI
- Catéter é coletado em tubo estéril seco e levado ao laboratório
- Segmento distal do catéter é rolado de 5 a 6 vezes em placa contendo ágar sangue
- Incubação da placa de 18h a 24h a 35ºC
Interpretação: 15 ou mais colônias indica que a infecção está relacionada ao cateter
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- Diplococos gram negativos
- Oxidase +
- Catalase +
- Crescimento em agar chocolate
- Degradação de glicose e maltose no meio CTA
- Cocobacilos ou bacilos Gram negativos
- Oxidase +
- Catalase +
- Utilização dos fatores X e V
- Cresce bem em ágar chocolate e não cresce bem em ágar sangue
- Fermenta glicose, sacarose, lactose, xilose e manose
Em uma placa com ágar sangue, fazer estrias de S. aureus e semeio de H. influenzae ao redor das estrias
As colônias crescem ao redor da estria de S. aureus e ficam progressivamente menores conforme se distanciam, devido à diminuição do fator V
Dois discos sensibilizados com fator X e fator V, respectivamente.
- Diferencia as espécies de Haemophilus
- H. influenzae cresce apenas entre os dois discos, pois requere ambos
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- Bacilo Gram positivo
- Catalase +
- Oxidase -
- Esculina +
- CAMP +
- Beta hemólise
- Motilidade em forma de guarda
- Identificação: meio cromogênico
- Catalase -
- Optoquina sensível
- Bile solubilidade +
- Catalase -
- Hidrólise do Hipurato +
- Fator CAMP +
O líquor (LCR) ou líquido cefalorraquidiano, é um fluído corporal transparente, incolor e límpido. Produzido nos ventrículos cerebrais do nosso sistema nervoso central (SNC) e ocupa um espaço no cérebro e na medula espinhal.
- LCR Normal: Estéril e com aspecto aquoso e transparente
O exame do LCR é indispensável no diagnóstico da meningite bacteriana ou por fungos, além de identificar inflamações cerebrais ou de meninges, isto é, encefalite ou meningite. Onde é observado o líquor com aspecto turvo, aumento no número de polimorfonucleares (neutrófilos), aumento da concentração de proteínas e hipoglicorraquia.
- LCR Patológico: Hemorrágico, ligeiramente turvo ou turvo, purulento ou xantocrômico
Para a punção não há preparo específico para o exame do LCR. O paciente pode alimentar-se normalmente e não deve estar fazendo uso de medicação anticoagulante ou de drogas que interfiram na coagulação sanguínea.
Em sua execução o paciente é deitado e colocado de lado, com o pescoço dobrado para baixo e as pernas encolhidas (posição fetal) ou também pode ser feio sentado com a cabeça abaixada. Depois de introduzida a agulha é preciso deixar que o líquido saia naturalmente para recipientes próprios (frasco estéril sem anticoagulante).
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- Fazer a antissepsia da pele corretamente
- O LCR deve ser enviado imediatamente após a coleta ao laboratório de bacteriologia e mantido à temperatura ambiente, nunca refrigerar. Apenas LCR para estudos virais
- Centrifugar em tubo estéril e usar sedimento
- O semeio deve ser feito logo após a centrifugação
- Após misturar completamente todo o sedimento, uma alçada é colocada em uma lâmina nova, após isso aplicar uma segunda alçada sobre a primeira já seca. Assim, aumentando a concentração do líquor
- O sedimento nunca deverá ser espalhado sobre a superfície da lâmina, em que neste procedimento aumentará as dificuldades de visualizar pequenos números de microrganismos
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- Antissepsia rigorosa: com iodo 1-2%, clorexidina ou PVPI. Lipemza posteiror comnálcool 70% para remoção do excesso de iodo. Realizar a mesma antissepsia para os frascos.
- Volume: 10% do volume total dos frascos de coleta. Adultos: 5 a 10 mL; crianças: 3 a 5 ou 1 a 4 mL.
- Número de amostras: 2 a 4 pares (2 para crianças) de frascos de diferentes sítios venosos, coletados com intervalo de 20 a 60 min.
- Evitar contaminação: Coletar antes da administração de antibióticos. Se há a administração de antibiótico, utilizar proporção de 1:5 sangue/caldo.
- Transporte imediato para o laboratório.
- Manter os frascos à temperatura ambiente (NÃO refrigerar).
- Os frascos são incubados a 35-37°C por até 5-7 dias (casos convencionais).
- Parte do meio de cultura é semeada em ágar sangue, ágar chocolate, MacConkey e meios seletivos conforme a suspeita clínica, após 24h, 48h e no 7º dia de incubação. Sempre retornando o frasco da cultura mãe à estufa.
- Incubar cada placa por 24/48h em estufa 35ºC.
Sensores detectam variações de CO₂, pH ou turvação no meio.
A positividade é identificada por turvação, produção de gás, hemólise ou sedimento.
- Evitar coletar de cateter se houver acesso venoso.
- Nunca colher em seringa com heparina para
posteriormente colocar no frasco.
- Não se recomenda a troca de agulhas entre a punção de coleta e distribuição
do sangue nos frascos de hemocultura.
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Presença cíclica de bactérias no sangue, comum em abscessos profundos
Bactérias constantemente presentes, como em endocardite infecciosa
Bactérias permanecem no sangue após 48-72h de antibioticoterapia adequada, indicando falha no tratamento ou foco infeccioso persistente
Resposta inflamatória desregulada do organismo a uma infecção, podendo levar a falência múltipla de órgãos e choque séptico.
Composto por Polianetol Sulfonato de Sódio, vácuo e gás carbônico.
Sistema composto por três laminocultivo com 3 fases acoplados a parte superior de um recipiente com caldo enriquecido.
Frascos que não necessitam de ventilação, reduz a chance de contaminação.
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Meio nutritivo para propiciar o crescimento de organismos aeróbios, anaeróbios e microaerófilos, formando uma pressão positiva no metabolismo celular
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