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Fármacos anti-hipertensivos - Coggle Diagram
Fármacos anti-hipertensivos
Simpaticoplégicos
Simpaticolíticos de ação central
Agonista do receptor a2, diminui a atvd simpática, a liberação de noradrenalina e o reflexo dos barorreceptores. Mais efetivo ao associar com diuréticos. Usada em HAS persistente
Causa bradicardia, hipotensão, redução da renina e retenção. Pode gerar xerostomia, disfunção erétil, astenia
Retirada brusca pode provocar hipertensão rebote por liberação de catecolaminas no terminal sináptico
Reduzem o débito cardíaco e a rvp
Bloqueadores b-adrenérgicos
Podem ser não seletivos, cardioseletivos ou de ação vasodilatadora (1,2 e 3 geração). Bloqueiam os b1 geralmente
A redução da renina provoca redução da angiotensina 2 e da aldosterona
Reduzem a via AMPc, o Ca intracelular e a contração do miocárdio
Podem provocar piora no perfil lipídico e intolerância à glicose (exceto os de 3 geração)
*Em caso de asma ou DPOC, deve-se evitar o propanolol e optar por B1 seletivos, por menor risco de broncoconstrição
Bloqueadores a-adrenérgicos
Promovem vasodilatação sem alterar o débito cardíaco (reduzem a RVP)
Indicados para HAS resistente, combinados com um betabloqueador ou diurético
Podem gerar hipotensão na primeira dose, retenção, icc e disfunção sexual
Há os a-bloqueadores e os vasodilatadores diretos (dose alta de vd gera síndrome lupus-like
Bloqueadores da angiotensina
Os IECAS inibem a enzima ECA que converte angiotensina 1 em 2, aumentam a vasodilatação do músculo liso vascular e os níveis de bradicinina
Diminuem a RVP sem aumentar o débito cardíaco. Fazem antirremodelamento cardíaco e melhora na função renal
Podem gerar tosse seca e angioedema (bradicinina), malformações fetais e hiperpotassemia (não associar com inibidores do sistema RNA e poupadores de K)
Bloqueadores dos receptores at1 (BRA) bloqueiam os efeitos da angiotensina de vasoconstricção e liberação de aldosterona
Bloqueadores dos canais de Ca
Eficazes no tratamento da HAS associada a asma, angina e diabetes
Os não di-hidropiridínicos têm maior efeito sobre o músculo cardíaco e são usados também em taquiarritimias e prevenção de enxaquecas e cefaleias. Deve-se evitar associar com betabloqueadores e em bradicárdicos
Os di-hidropiridínicos têm maior efeito nos canais de Ca+ vasculares. Podem gerar edema de MMII
Podem causar edema maleolar, cefaleia latejante e tonturas, rubor facial, hipercromia do terço distal das pernas, hipertrofia gengival
*Em pctes de alto risco CDV e não obesos, é preferível combinar um IECA e um BCC dihidropiridinico à combinar IECA+tiazídico