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"O Design Anthropology como prática colaborativa e participativa:…
"O Design Anthropology como prática colaborativa e participativa: correspondências no Maracanã"- Tayomara dos Santos
- Características que diferenciam o design Anthropology do design tradicional
Uma quebra na linearidade, valorização da observação do cenário como um todo.
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- "Características" das Práticas Colaborativas
"Práticas colaborativas em Design buscam formas democráticas de proporcionar qualidade à vida das pessoas em diferentes contextos sociais, em diferentes ações e em diferentes políticas públicas
(Design participativo na saúde e na educação, por exemplo), principalmente na resolução de problemas relacionados às dimensões da sustentabilidade em suas atividades cotidianas."
Sustentabilidade social, ambiental e econômica (o impacto em uma influencia a outra).
''Diferentes ideias, conhecimentos, visões de mundo e modos de pensar devem ser contemplados, reconhecidos e trabalhados em práticas colaborativas. Assim como espaços de diálogo em que as diferenças sejam respeitadas.''
Em ações coprojetuais, o Design buscou associações de conhecimentos no campo da antropologia para identificar modos de pensar a produção de sentido e a criação de soluções compartilhadas.
- O que é "Design Anthropology"
A partir de década de 1970, o diálogo entre o Design e a Antropologia deu-se inicialmente para embasar estudos antropométricos na ergonomia, direcionou-se para a reflexão sobre a própria prática do design, indicando uma virada humanística, em detrimento do paradigma funcionalista pregada pelo modelo cartesiano (SANDERS, 2002).
Atualmente, para além de abordagem etnográfica (coleta dados sobre determinado grupo social encerrando-os em uma descrição), o Design e a Antropologia aliam-se de forma a produzir uma terceira via de conhecimento (DA).
''... o Design seria o meio pelo qual o resultado da Antropologia poderia ser potencializado, saindo da descrição e indo para a ação.''
Em meio as práticas colaborativas, o Design Anthropology- DA, mostra-se como um 'guia' que nos ajuda a compreender esse processo de imersão no campo durante contato com os interlocutores que vai muito além da observação participante, mas, de uma vivência por meio de práticas de correspondência, desvencilhando-se das armadilhas da representação.
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- Guia para as correspondências em campo -técnicas e/ou ferramentasdurante utilizadas no desenvolvimento da pesquisa
o tópico "Guia para as correspondências em campo" apresenta as técnicas e ferramentas que sustentaram a abordagem etnográfica e participativa da pesquisa. A autora explora práticas que buscam envolver os participantes ativamente, permitindo uma construção colaborativa do conhecimento e do entendimento sobre o espaço e as interações no Maracanã.
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Alunos: Danilo Pereira Procópio, Mariana Campos Brás da Silva, Marianna Figueiredo Melo, Renan Rodrigues Soeiro
Processo de design participativo - pessoas projetando juntas e ativamente participando dos processos de denvolvimento do
design
Trabalha a observação participante e produção coletiva de coisas, quebra de ciclos de consumo e materias e ambiente vem a tona
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