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O PAPEL DA PSICOLOGIA NA SELETIVIDADE ALIMENTAR - Coggle Diagram
O PAPEL DA PSICOLOGIA NA SELETIVIDADE ALIMENTAR
Não costuma ser a queixa do paciente, daí a importancia de uma anamnese bem feita
PERGUNTAR: como foi a amamentação; troca para pastoso; quando começou a seletividade alimentar. O que vc come hoje? Que horários vc come? Como os pais reagem? Dão comidas diferentes? Quantas exposições?
bom sinal de nutrição - DESENVOLVIMENTO TÍPICO: dorme e acorda bem, intestino funciona bem, unha e cabelo saudáveis, altura e peso adequados. Aos 2 anos ela dá uma diminuida na quantidade de comida e preferência por doces (evolutivo). Importancia de se oferecer os alimentos de qualquer forma, mesmo que ela não coma.
PREFERENCIA ALIMENTAR COMEÇA NO ÚTERO DA MÃE E TB NA AMAMENTAÇÃO NO SEIO DA MÃE. PENSAR EM PREVENÇÃO DE OBESIDADE
A EXPOSIÇÃO GRADUAL VAI INTERFERIR NA PREFERENCIA ALIMENTAR; A ESCOLA TB VAI FAZER MODELAGEM DO COMPORTAMENTO
PUNIÇÃO VAI PREJUDICAR E SÓ FUNCIONA NA PRESENÇA DO AGENTE PUNIDOR.
RESTRINGIR ALIMENTAÇÃO NA INFÂNCIA PODE LEVAR À COMPULSÃO NA IDADE ADULTA
IMPORTANCIA DO MÉDICO
TRÍADE ALIMENTAR: A) RECUSA ALIMENTAR B) POUCO APETITE C) DESINTERESSE ALIMENTAR.
A CÇA QUE TEM ANSIEDADE SOCIAL, POR EXEMPLO, TRATA-SE PRIMEIRO, PORÉM UMA PODE ESTAR INTERFERINDO EM OUTRA. EXEMPLO: CÇA TEM A ANSIEDADE SOCIAL, NÃO QUER IR PARA ESCOLA. MAS TB NÃO GOSTA DE SAIR PARA COMER PQ É CRITICADA.
outros profissionais:
MÉDICO: Essa criança está com crescimento típico? Tem deficiência nutricional?
NUTRICIONISTA: história alimentar da cça, introdução alimentar bem feita, orientação aos pais sobre alimentação, se a cça tem uma deficiência, tratar essa deficiência primeiro (que alimentos, de que forma, quando serão oferecidos?)
TO: slectividade alimentar com base sensorial: cor, textura, sabor, temperatura.
FONO: questões Orofaciais de mastigação, sucção, engasgo. Vem depois da TO que garante que a cça permita intervenções na boca e tolere texturas, por exemplo.
PSICO: investigando causa da seletividade quando há prejuízo nutricional fazendo psicoeducaçãocom pais
DSM- 5 anteriormente a seletividade alimentar estava dentro do transtorno aliementar da infância (neofobia alimentar, ingestão exigente ou persistente, ingestão seletiva, recusacrônica alimentar, PICKY EATING,
TARE - Transtorno Alimentar Restritio Evitativo
CRITÉRIO A:
Perturbação alimentar e Fracasso persistente em não conseguir suprir necessidades energéticas e nutricionais.e apresentar pelo menos um dos quatro:
perda peso significativa: ou não consegue crescer ou não consegue ganhar peso para idade dela
Apresentar deficiência nutricional
precisa de alimentação enteral ou suplementos orais
traz prejuízo para vida pessoal e social: deixa de viajar pq não consegue comer
CRITÉRIO B:
A perturbação não é melhor explicada por questões culturais (quaresma)
CRITÉRIO C:
NÃO ocorre junto com outros transtornos alimentares: bulimia, anorexia
CRITÉRIO D:
Melhor explicada por outro transtorno mental
Um exclui o outro pq seus aspectos psicológicos e compotamentais são parecidos. O curso clínico e seu desfecho é muito diferente e o tratamento tb.
CARACTERÍSTICA PRINCIPAL: RESTRIÇÃO E ESQUIVA ALIMENTAR
PRINCIPAIS QUEIXAS:
perda de peso significativa; desconforto abdominal, ausência de apetite e sensação de saciedade. NÃO TEM VONTADE DE COMER. Não tem perturbação com sua imagem corporal.
FATORES DE RISCO:ansiedade, TEA, TDAH, observar o fator prejuízo. AMBIENTAIS: ansiedade familiar (se pais t~em transotrnos aliementares); GENÉTICOS doenças gastrointestinais, refluxo.
COMORBIDADES:
Transtorno de ansiedade, Fobia Social e Transtorno de ansiedade social, TOC, Transtorno do neurodesenvolvimento (TEA, TDAH, Def. Intelectual)
FOBIA ESPECÍFICA: acidente que a pessoa se engasgou com alimento leva à esquiva que se assemelha ao TARE
TOC: pessoa pode ter rituais, medo de envenenamento - pode confundir o psicologo
TEA: seletividade alimentar é comum, mas não traz os mesmos prejuízos como no TARE.
OUTRAS QUESTÕES: problemas estruturais, neurológicos, musculatura orofacial. Trastorno do Apego Reativo; Transtorno Depressivo Maior, Esquizofrenia crenças delirantes em relação ao alimento leva à esquiva alimentar), Trasntorno Factício ou Transtorno factício Imposto ao Outro (simulação com base no conhecimento - internet - por isso o médico deve pesquisar estado nutricional). O cuidador diz que a pessoa que cuida tem esse transtorno - se a cça muda de cuidador o transtorno 'some' - o tratamento é para o cuidador, nesse caso
SUBTIPOS:
Perturbação emocioal
constante
. Como foi na introdução, na transição alimentar (estresse dos pais, afastamento dos pais em decorrencia do estresse na alimentação)
característica do alimento lhe é desagradável sensorialmente
Temor específico: exemplo, foi entubada, tem medo se se engasgar, se asfixiar - pode acontecer co qq idade. Peesoas que passaram por quimioterapia, lavagem intestinal, desconfortos uito grandes.
COMO DIFERENCIAR DA ANOREXIA?
na anorexia a pessoa pensa em comida o tempo inteiro; seu foco na vida; tem distorção da imagem corporal; pensa em seu peso o tempo todo; e na sua forma corporal.
TARE naõ tem perturbação da imagem; não sente fome; tem saciedade; não se preocupa com peso
TRATA
MENTO
EXPOSIÇÃO GRADUAL: AUMENTAR VARIEDADE DO QUE SE COME
LEVAR BASTANTE TEMPO PARA DIAGNOSTICO E COMPREENSÃO. LEVANTAR DADOS. CAUSAS, INTERNAMENTOS. PERCEPÇÃO DE DETERMINADOS ALIMENTOS (ELE É SUJO, CHERA MAL, ME DÁ DESCONFORTO)
SE A CRIANÇA NÃO CONSEGUE NEM ENCOSTAR EM ALIMENTOS DE PLÁSTICO, POR EXEMPLO, COMEÇAR POR LIVRO DE HISTORIAS. mAIS TARDE PODE-SE PENSAR EM ALIMENTS REAIS. PASSO A PASSO.
PODE OCORRER NA FASE DA SAÍDA DA AMAMENTAÇÃO PARA ALIMENTAÇÃO ÁS VEZES A CÇA NÃO QUER PARAR O ALEITAMENTO, MAS JÁ NÃO ESTÁ SENDO NUTRICIONALMENTE SUPRIDA POR ELE. AVALIAR COM O MÉDICO O ESTADO GERAL DE NUTRIENTES
MUITA PSICOEDUCAÇÃO
explicar para pais que eles precisam aguentar a ansiedade e a pressa de fazer a cça experiementar
crianças mudam dos 2 aos 5 anos o seu hábito alimentar, apresentando uma certa restrição alimentar. É comum
As preferencias alimentares podem ser trabalhadas na exposição gradual. Na fase adulta comemos nossas preferencias alimentares o que pode dificultar o emagrecimento
Incentivar a empatia no momento da refeição para evitar mais esquiva
fazer careta não significa que a criança não gostou do alimento
a criança não está manipulando. Cuidado com dar leite e suplemento sem indicação
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oferecer alimentos de formas variadas em torno de 15x sem dorçar a barra
ela pode amassar, mas não comer. Precisa estar exposta ao alimento, sentir cheiro, deixar alimento por perto.
oferecer prato com pouca comida, não exagere. Pode ocorrer flutuações, hj come mais, amanhã menos, isso é esperado. O que não é saudável é que isso seja drástico.
se a criança experimentou um alimento não exagerar e colocá-lo em todas as refeições! A cça vai esquivar