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Síndrome Nefrítica Pediátrica - Coggle Diagram
Síndrome Nefrítica Pediátrica
Etiologia
Infecciosas
Glomerulonefrite pós-estreptocócica
Streptococcus beta hemolítico do grupo A
Infecções virais e bacterianas
Não infeciosas
Doenças sistêmicas
Vasculite de pequenos vasos
Alterações do sedimento urinário
Síndrome nefrítica primária
Glomerulopatia por C3
Síndrome nefrítica secundária
Glomerulopatia pós-estreptocócica
Fisiopatologia
ativação imunidade humoral e celular
formação de imunocomplexos
ativação da via C3 do complemento
migração de células de defesa
infiltrado de leucócitos + proliferação de células endoteliais, mesangliais e epiteliais
processo inflamatório intraglomerular
diminuição da TFG
oligúria + retenção de sódio e água
1 more item...
lesão capilar
alteração de permeabilidade
2 more items...
Humps (depósitos subepiteliais)
lesão patognomônica
Complicações
Edema pulmonar
Insuficiência Cardiaca
Hipervolemia
Hipertensão
Exames complementares
Raio-X de tórax
Sinais de congestão: Área cardíaca aumentada, congestão pulmonar
TC de crãnio; ECG; ECO com doppler; RNM de crânio
Solicitadas em caso de sintomas de encefalopatia
Diagnósticos Diferenciais
Nefropatia Diabética
Nefropatia por IgA
Amiloidose
Evolução clínica/laboratorial
1ª infecção streptocócica
após incubação
Faringoamigdalite (1-2 semanas); Piodermite (2-6 semanas)
Surge sintomas de glomerulonefrite pós infecção
Edema; HAS; Hematúria
Recuperação dos sintomas da Sd. Nefrítica em 4-6 semanas
Hematúria microscópica é a que mais persiste
até 2 anos
C3 colhido no diagnóstico
Inicialmente está baixo, mas depois de 8 semanas ele tende a aumentar (Autolimitado)
Laboratorialmente
ASLO aumenta
C3 diminui
Tratamento
Medidas gerais
ATB
Penicilina
Avaliar PA
HAS moderada ou grave- Hospitalizar
Medidas específicas
Restrição hidrossalina
UTI se encefalopatia, edema agudo de pulmão, Hipercalemia ou IRA
Uso de diuréticos se necessário
Evitar IECA e BRA
Prognóstico
Glomerulonefrite difusa aguda
90% cura
DRC
Glomerulonefrite rapidamente progressiva
Quadro clínico
hematuria macroscópica (1 a 4 semanas)
Hematúria miscroscópica (2 meses a 2 anos -> visto no exame urina 1)
edema gravitacional
sinais de congestão (dispneia, ritmo de galope, estertores, edema agudo de pulmão)
Hipertensão moderada a grave/ emergência hipertensiva
(sintomas cardiovasculares: encefalopatia progressiva, cafeleia, confusão mental)
Proteinúria (níveis nefróticos quando>50 mg/kg/dia) - menos de 5% dos casos
Precedida de piodermite ou faringoamidaltite (streptococcus B hemolítico grupo A)
exames laboratoriais
Urina 1- Sedimento urinario:
vrificar hematuria macro ou micro, dismorfismo
eritrocitrio, cilindros hematicos e leucocitarios.
Diminuição de complemento serico C3 e CH50
proesso autolimitado/para de
consumir C3, encontra-se baixo de 8 a 12 semanas
Diminuição da função renal
oliguria, aumento da ureia e creatinina, sodio e
potassio
Anticorpos anti-estreptoccicos
ajuda no diagnóstico diferencial, demonstra que
paciente passou por infecção estreptocócica
ASLO se eleva aps 2 semanas de faringite estreptoccica
Anti-DNase B → em casos de infecção de pele