Os cidadãos tinham reivindicações ao novo governo, assim como o Exército, que tinham medo dos portugueses reconquistarem o Brasil, e assim, tomaram várias ações e se rebelaram. O Ministro da Justiça, Diogo de Feijó, pede ajuda aos batalhões de Minas Gerais e São Paulo. Além disso, distribui armas aos seus aliados, que formaram o Batalhão Sagrado, com cerca de 3000 soldados, comandado pelo então capitão Luís Alves de Lima e Silva (futuro Duque de Caxias). Assim, o governo percebeu que não podia confiar no Exército, que tinha ideias políticas próprias, sendo criada uma força armada formada pela elite, a Guarda Nacional, onde seus membros eram todos os cidadãos com direito a voto e assim obteriam a dispensa de servir ao Exército e impedir os movimentos que aconteciam. No entanto, não recebiam pagamento, e o governo não tinha como oferecer armas e instruções. A maior patente que um civil poderia alcançar era a de Coronel e o título ficou reservado aos grandes proprietários de cada região, que formavam a Guarda. A sua criação resultou na centralização do poder, fortalecimento das elites, repressão a movimentos populares, desigualdade social e militarização da sociedade.