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RCC 6, REFERENCIAS - Coggle Diagram
RCC 6
Parafimose
Etiologia
retração do prepúcio de um pênis não circuncisado por um profissional de saúde durante exame físico, cateterismo ou cistoscopia peniana, que então se esquece de recolocar o prepúcio por cima da glande.
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Fisiopatologia
A retração do prepúcio atrás da glande (na presença de prepúcio fimótico) causa constrição da glande distal pelo anel fimótico. Isso causa ingurgitamento vascular, pois os fluxos linfático e venoso do anel constritor estão prejudicados. Isso resulta em edema secundário.
As consequências são comprometimento vascular adicional, pois o fluxo arterial está prejudicado, e possível isquemia do pênis distal ao anel fimótico. Pode-se observar eventual necrose da glande. Em outros casos, a pele da glande se torna espessa e seca, causando a forma crônica da parafimose.
Prevenção
Primária
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Após retração do prepúcio, voltar a posição anterior( por cima da glande);
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Tratamento na Urgencia
A redução pode ser feita manualmente sob algum grau de anestesia, se não houver sinais de necrose.
Se já existirem sinais de isquemia ou se a redução manual não for efetiva, o paciente deve ser encaminhado para cirurgia.
Definição
É uma doença que ocorre quando o prepúcio do pênis não circuncisado é retraído e permanece atrás da glande, causando ingurgitamento vascular e edema da glande distal.
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Criptorquidia
Definição
É definida como a ausência de um ou ambos os testículos no escroto, como consequência da falha da migração normal a partir de sua posição intra-abdominal.
Epidemiologia
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diminui para 1% a 2% após os primeiros meses de vida, pois a criptorquidia congênita pode remitir
espontaneamente com o pico neonatal de testosterona aos 3 meses
Etiologia
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Consumo materno de bebidas alcoólicas,consumo de analgésicos, tabagismo
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Fisiopatologia
Dessa forma, a criptorquidia interfere no índice de massa corpórea, na estatura e causa também atraso do estádio pubertário afetando o desenvolvimento físico relacionado à adolescência.
Os testículos que não percorreram o trajeto até a bolsa escrotal apresentam ainda uma artéria espermática curta e/ou redução do fluxo arterial.
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Tratamento
Hormonal
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Na maioria dos casos, o tratamento hormonal não é aconselhado, uma vez que apresenta uma taxa de sucesso marginal e adia o tratamento definitivo (cirúrgico)
Cirurgico
testículos palpáveis
acesso inguinal (testículo e cordão espermático serão liberados das estruturas que estão ao redor deles e alcançarão o escroto)
Após a liberação, é confeccionado um espaço no interior da bolsa testicular, chamado de espaço subdártico, para fixação do testículo
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Obs:se o testículo não concluiu a sua descida até os 6 meses de idade (idade corrigida no caso de prematuridade), a cirurgia deve ser feita no espaço de um ano, até a um máximo de 18 meses.
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Quadro clinico
Dor escrotal aguda
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Pode irradiar para região lombar, inguinal ou abdominal
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Tratamento
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Distorção manual
É a rotação do testículo em direção à coxa ipsilateral (de medial para lateral), visto que a maior parte das torções se dá na direção medial.
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Medida provisória na tentativa de diminuir o grau de isquemia quando não houver possibilidade de cirurgia dentro de 6 horas
Orquidopexia
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E fixação do testículo contralateral com no mínimo 2 pontos de fio não absorvível envolvendo as túnicas albugínea, vaginal e dartos.
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Achados exame fisico
Volume aumentado, endurecido, dolorido e perda do reflexo cremasterico
Sinal de Prehn
Ao contrário da epididimite, uma vez elevado o testículo, a percepção dolorosa não diminui na torção de cordão espermático, havendo, portanto, ausência de melhora.
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