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CHOQUES - Coggle Diagram
CHOQUES
CHOQUE DISTRIBUTIVO
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O débito cardíaco encontra-se preservado, já que não há problema com o coração nem como o volume circulante.
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Tipos
Anafilático (prurido, rash cutâneo, rouquidão, dispneia, manifestações do TGI)
Neurogênico (lesão da medula espinal acima do nível torácico superior, grave TCE ou fármacos anestésicos)
Devido à perda do tônus simpático, a pele é quente e seca.
TRATAMENTO
O tratamento inicial deve ser baseado na rápida restauração e manutenção da perfusão e da oferta de O2 aos órgão vitais e a identificação e tratamento da causa base.
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Drogas Vasoativas
Recomenda-se uso de vasopressor para pacientes em que não houve resposta após a reposição com cristaloide ou pacientes com hipotensão grave.
NORADRENALINA (1ª escolha): 0,1 mcg/kg/min (5 a 10 mcg/min). Aumentar a infusão a cada 2 a 5 minutos conforme avaliação clínica
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EPINEFRINA: 1ª escolha no choque anafilático (reduz edema de VA) 0,005-0,1 ug/kg/min
VASOPRESSINA: Indicada no choque séptico quando há hipotensão refratária 0,01 a 0,04 U/min
CHOQUE OBSTRUTIVO
Ocorre devido a obstrução mecânica ao fluxo sanguíneo, o que gera redução do débito cardíaco e da perfusão.
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Causas
Tamponamento cardíaco: trauma, uremia, câncer, doenças autoimunes, tuberculose.
Obstrução do débito de VD: embolia pulmonar, hipertensão pulmonar aguda.
Aumento da pressão intratorácica: pneumotórax hipertensivo, ventilação mecânica com altos valores de PEEP.
Obstrução extrínseca ou de estruturas adjacentes ao coração: síndrome da veia cava superior, tumores mediastinais.
EXAMES
Gerais
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Ureia e creatinina, TP e TTPa
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USG (função global, débito cardíaco)
Hemograma, eletrólitos, glicemia e exame de urina;
Específicos
Hemocultura, urocultura, cultura de foco suspeito
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