"Há, sem duvida, uma tendência para pensar as fronteiras a partir de uma concepção que se encontra na territorialidade e se desdobra no político. Nesse sentido, a fronteira é, sobretudo, encerramento de um espaço, delimitação de um território, fixação de uma superfície. Em suma, a fronteira é um marco que limita e separa e que aponta sentidos socializados de reconhecimento. COm isso, podemos ver, nmesmo nessa dimensão de abordagem fixada pela territorialidade e pela geoólítica, que o conceito de fronteira ja avança para os domóinios daquela construção simbólica de pertencimento a que chamamos de identidade e que corresponde a um marco de referencia imaginária que se define pela diferença" (p 9-10)