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Biologia 1° Tri - Coggle Diagram
Biologia 1° Tri
Especiação simpátrica
A especiação simpátrica (do grego syn, “com” ou “juntos”, e do latim patrial, “local de nascimento”) consiste no impedimento do fluxo gênico sem que os membros da população estejam separados geograficamente, ou seja, a espécie nova evolui no mesmo âmbito geográfico de sua ancestral.
Autopoliploidia
Um dos tipos de poliploidia, a autopoliploidia, ocorre devido à não disjunção cromossômica na meiose ou a mutações cromossômicas sofridas durante as divisões celulares.
Alopoliploidia
A alopoliploidia é um tipo de poliploidia comum em angiospermas, na qual ocorre, inicialmente, a fusão de gametas de duas espécies distintas.
Lamarck
No final do século XVIII e no início do século XIX, já havia a consciência de que os seres vivos se modificavam, o que era motivo de debates e controvérsias.
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A vida de Gregor Mendel
Em 1854, Mendel iniciou seus primeiros experimentos. Sua fase científica começou em 1857, quando iniciou suas pesquisas com ervilhas. Seu objetivo era entender as leis da hibridação das variedades vegetais, utilizando essa planta como modelo experimental. Mendel dispunha de um pequeno espaço para efetuar suas pesquisas, as quais resultaram no clássico estudo sobre as leis da hereditariedade. Acredita-se que Mendel tenha analisado cerca de 12 mil plantas e por volta de 300 mil sementes e as analisou durante dois anos para finalmente iniciar seus experimentos, que duraram aproximadamente seis anos.
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Tri-hibridismo
Mendel também estudou simultaneamente três pares de características diferentes. Verificou, desse modo, que a distribuição de fenótipos em seguia a proporção 27 : 9 : 9 : 9 : 3 : 3 : 3 : 1. Após muitas análises, ele concluiu que os fatores (Mendel não usou o termo gene) para as três características consideradas estavam segregando-se independentemente e que os indivíduos da produziam oito tipos diferentes de gametas.
Di-hibridismo
Do tri-hibridismo em diante, utiliza-se o mesmo procedimento aplicado para o di-hibridismo. Veja alguns exemplos.
Paleobiologia
A Paleobiologia é um ramo da Paleontologia (do grego palaios, antigo + ontos, ser + logos, estudo ou tratado), que estuda os fósseis e suas relações com a biosfera.
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Homólogia
As estruturas homólogas são aquelas que se assemelham por derivar de características presentes em um ancestral comum
Analogia
As estruturas análogas são as que exercem a mesma função em espécies diferentes, entretanto, não derivam da mesma estrutura presente no ancestral.
Orgão vestigiais
Os órgãos vestigiais são aqueles que, em algumas espécies, possuem tamanho reduzido e, geralmente, não têm função própria; em outras, contudo, podem ser maiores e exercer função definida.
Embriologia
Frequentemente, o estudo dos embriões de espécies diferentes revela semelhanças no desenvolvimento embrionário, sobretudo nas primeiras etapas. Isso demonstra a existência de parentesco evolutivo, assim como de ancestrais comuns entre as espécies analisadas.
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Especiação parapátrica
A especiação parapátrica (do grego para, “ao lado de”, e do latim patrial, “local de nascimento”) ocorre quando a nova espécie evolui sem que exista uma barreira física que interrompa o fluxo gênico. Nesse caso, o processo ocorre em uma população geograficamente contínua.
Especiação alopátrica
A especiação alopátrica (do grego allos, “outro”, “diferente”, e do latim patrial, “local de nascimento”) é aquela que resulta do surgimento de uma barreira geográfica. Essa separação física impede o cruzamento entre os membros de duas (ou mais) populações de uma espécie ancestral. Esse processo é o ponto de partida para o início da diversificação do conjunto gênico das populações isoladas.
Isolamento reprodutivo
O isolamento reprodutivo corresponde aos mecanismos que impedem ou dificultam a troca de genes entre as populações das diferentes espécies existentes na natureza. Esse isolamento pode ser causado por diversos fatores, os quais podem atuar antes da formação do zigoto (pré-zigóticos) ou depois de o zigoto ter se formado (pós-zigóticos).
Interação gênica
Até aqui, foram estudadas características que são controladas por um único gene. Verificou-se também que o fenótipo é resultado do produto de genes sob influência do ambiente. Contudo, existem situações em que uma característica é influenciada por vários genes. Nesse caso, para a expressão dos fenótipos, torna-se necessária a atuação de todos os genes envolvidos.
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A epistasia recessiva
Na epistasia recessiva, o locus contendo o alelo a em dose dupla (isto é, aa) inibe a manifestação fenotípica de outro alelo B (BB ou Bb).
A epistasia dominante
A epistasia dominante é observada quando, por exemplo, um alelo A inibe a manifestação de outro par de alelos B/b situado em cromossomos diferentes ou no mesmo cromossomo. Assim, somente em homozigose do alelo a (aa), os alelos B e b serão capazes de manifestar os seus respectivos fenótipos.
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