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Avaliação Clínica - Anamnese, DOR ORIUNDA DO QUADRIL, MÉTODO MCKENZIE,…
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DOR ORIUNDA DO QUADRIL
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Bursite
Bursite trocantérica
Está relacionada a patologias do quadril, como: rotação interna limitada( padrão capsular), enrijecimento de rotadores externos e obesidade, trauma lateral, hiperatividade muscular.
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Tratamento
Fortalecimento muscular (principalmente glúteos), gelo, repouso e alongamentos.
Liberação do TFL e Trato Iliotibial, FTP.
Associado a Ângulo Q excessivo (pelve larga) em corredores de marcha cruzada, anisomelia de MI, pronação excessiva do pé
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Bursite isquioglútea
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Sensibilidade na região do ísquio, dor em dígito pressão
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Tratamento
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Após a fase agúda
Exercícios de alongamento (paciente não deve sentir dor, se sentir deve diminuir a intensidade),
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Dor na palpação, dor no teste de contratibilidade
Causas de bursite: trauma, lesão sistêmica, volume alto de esforço físico
Fratura de avulsão
Mais comum em jovens atlétas (contraem rigorosamente a musculatura) ou adultos pós acidente automobilístico
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Dor e fraqueza em teste resistido, sensibilidade localizada.
Tratamento
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É recomendado repouso, alongamento indolor e exercícios sem carga
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Rigidez local, crepitação, hematoma, possível palpar
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Osteoartrite
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Dor atrás do trocanter maior, região glútea indo para coxa lateral, joelho medial, rigidez matinal de 1h, rifidez após repouso
Dor para caminhar, subir escadas, vestir sapatos (tudo que realiza flex, ext e abd de quadril)
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Tratamento
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É recomendado perda de peso, tratamento quiroprático, exercícios físicos e fortalecimento muscular
Manipular SI, coluna, quadril, pés e joelhos e liberar fáscia
Fortalecer abdutores, melhora de flexibilidade dos músculos do quadril
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Diminuição da flexão, extensão, abdução e da rotação interna
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Dor no início da ativida, dor dimimuí durante a atividade e após a ativida a dor volta
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Ruptura labral
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Dor com crepitação, bloqueio, impacto, instabilidade
Dor para flexão, rotação externa e extensão do quadril
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Osteíte púbica
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A lesão está associada com corrida,chutes, instabilidade SI, tração repetitiva de adutores e limitação da CF.
Sintomas
Dor na área referida ou generalizada no quadril, coxa, abdomen. Sensibilidade acentuada no púbis, ruído indica instabilidade.
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Tratamento
Método PRICE, alongamentos de adutores, 3-10 meses de inatividade, autolimitante, fortalecimento de adutores, abdomen. Técnicas miofasciais. Curetagem cirúrgica da sincondrose
MÉTODO MCKENZIE
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Começar o exercíco sempre da forma menos agressiva e ir aumentando para forma mais agressiva, sempre lemvando em conta a dor do paciente.
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Direção que centraliza deve ser a direção do tratamento, direção que periferaliza é a direção a ser evitada
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TÉCNICA F/D
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Teste de tolerância
1 - Posicionar a mão superior do processo espinho da vértebra lombar e com a mão inferior sobre a maca, provocar uma flexão de 5 cm e manter por 4 s
Se o paciente não tolera este procedimento (dor periferiza ou aumenta a dor) não trabalhar em flexão
2 - Repetir o teste 1, porém com a mão inferior segurando o tornozelo da perna que o paciente não sente dor e mão superior contatando as facetas do mesmo lado da perna
3 - Repetir o teste 2, porém com a mão inferior segurando o tornozelo da perna sintomática e a mão superior contanto as facetas do mesmo lado da perna
4 - Fazer praticamente o teste 1, porém com tornozeleiras no paciente
Efeitos fisiológicos
Aumenta a altura do disco intervertebral, o que elimina a tensão sobre as fibras anulares gerando menos pressão sobre o nervo espinal e melhora da circulação
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Pacientes que não centralizam, que não tem posição de alívio para dor ciática, dor constante com défict neurológico = F/D