Estamos interessados na resistência e gostaríamos de saber mais sobre ela; o porquê do paciente precisar se comportar dessa forma. Observem o paradoxo: embora o paciente possa estar se esforçando para se opor a nós, guardar informações negar cooperação, ou , mais sutilmente, evitar colaborar na tarefa terapêutica, o paciente resistente tb está transmitindo uma boa quantidade de informações, e num sentido maior está cooperando totalmente com o tratamento... Em vez de ficar desanimado com a resistência, o terapeuta poderia muito
bem saudá-la. (Schlesinger)