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Glomerulonefrite pós-estreptocócica - Coggle Diagram
Glomerulonefrite pós-estreptocócica
fisiopatologia
definição
Caracteriza-se pela rápida deterioração da função renal
devido
Uma resposta inflamatória após infecção por estreptococos
infecção
por cepas nefritogênicas
específicas do estreptococo beta-hemolítico do grupo A
características
glomerulonefrite proliferativa e exsudativa difusa
com
proliferação endocapilar
numerosos neutrófilos
deposito subendoteliais
De complexos imunes
IgG
C3
são responsáveis
pelo influxo local de células inflamatórias
levando
glomerulonefrite proliferativa
sedimento urinário ativo
declínio variável na TFG
são
eletrodensos
e possuem
aparência semilunar em forma de corcova
essas corcovas
são responsáveis por danos às células epiteliais e proteinúria
ficam
no topo da membrana basal glomerular
Formação de imunocomplexos in situ
resultante
deposição de antígenos na MBG
e subsequente
ligação de anticorpos
devido
mimetismo molecular
gera
reagem de forma cruzada com componentes glomerulares
além de
Ativação da via alternativa do complemento
devido presença de
autoanticorpos
componente da C3 convertase
Quadro clínico impetigo
Aparecimento de bolhas com pus
Nariz, boca, braços e pernas
Depois que estouram podem surgir feridas avermelhadas semelhantes a crosta
Cínica Glomerulonefrite
Síndrome nefrítica aguda
Redução discreta da TFG
elevação da creatinina
proteinúria
edema generalizado
2/3 pctes
quando agravado
Edema pulmonar
Hipertensão
50 a 90%
raramente
Encefalopatia hipertensiva
Hematúria macroscópica
coloração marrom turva
Pode cursar apenas com
Hematúria microscópica e assintomática
Maioria*
Paciente
Criança entre 5 e 12 anos e idade
previamente infectado
pele
três e seis semanas
amigdala
uma e três semanas
caxumba, sarampo, varicela e hepatite B
e C.
Diagnóstico
Anamnese detalhada que possa detectar a ocorrência de faringite e piodermites recentes
e
exame físico cuidadoso podem auxiliar na identificação de sinais clínicos e manifestações extra renais
Como existem vários tipos de GN, torna-se fundamental para o diagnóstico precoce e seguro da GNPE, a realização de alguns exames complementares.
Destacam-se
o exame do complemento sérico C3
que é fundamental para o diagnóstico diferencial dessa GN
e encontra-se
diminuído em 95% dos casos
seus níveis geralmente se normalizam em 4 a 8 semanas
sedimento urinário
que podem evidenciar
hematúria, leucocitúria, cilindrúria.
Um sangramento de origem renal pode ser indicado através de detecção de cilindros hemáticos
No início da fase aguda, os leucócitos urinários podem predominar sobre as células vermelhas do sangue.
exames de bioquímica sérica
podem mostrar se os níveis de ureia e creatinina tiveram elevação significativa, indicando que o paciente sofre de doença renal crônica em evolução para IRA
Além disso, de acordo com a evolução da doença, do sorotipo infectante e o local de infecção, o título de antiestreptolisina pode se mostrar elevado
A hematologia pode evidenciar anemia
discreta dilucional advinda da hipervolemia.
Transmissão de impetigo
A partir dos focos de colonização das bactérias nas narinas do próprio paciente ou de portador assintomático
As mãos são o meio mais importante para transmitir a infecção
por meio do contato com o pus liberado pelas lesões
Etiologia
as causas são relacionadas com seu tipo
podendo ser primária, secundária, aguda ou crônica
Primária
quando a sua causa restringe ao rim, não havendo lesão em mais nenhuma outra parte do organismo
as mais comuns são:
Glomeruloesclerose segmentar e focal
pode causar síndrome nefríatica e/ou nefótica
Doença de lesão mínima
costuma causar somente síndrome nefrótica
Glomerulonefrite membranoproliferativa
costuma causar síndrome nefrítica e/ou nefrótica
Nefropatia por IgA
costuma causar síndrome nefrítica e/ou nefrótica
Nefropatia membranosa
costuma causar somente síndrome nefrótica
Secundária
quando uma doença sistêmica ataca partes do corpo, incluindo, entre elas, os glomérulos
sendo:
câncer
Lúpos
Hepatite B crônica
Hepatite C cônica
HIV
Obesidade morbida
Sífilis
Infecções causadas pela bactéria Estreptococos, como o impetigo
Granulomatose de Wegner
Doença de Goodpasture
Glomerulonefrite Aguda pós estreptocócia
as cepas ´´nefriogênicas´´ podem estar presentes numa piodermite estreptocócia, como impertigo crostoso ou erisipela
as cepas mais comumente envolvida GNPE pós-impetigo é M-tipo 49, e mais relacionada a GNPE pós-frangoamigdalite passa a ser M-tipo 12
sequela renal tardia de uma infecção por cepas específicas do estreptococo beta-hemolítico do grupo A
embora possa acometer indivíduos de qualquer idade, a GNPE é tipicamente uma doença de crianças e adolescentes, (entre 2 a 15 anos)
Tratamento
tratamento do distúrbio causador
No caso de glomerulonefrite rapidamente progressiva, supressão do sistema imunológico
Para glomerulonefrite crônica, um inibidor da enzima de conversão da angiotensina (ECA) ou um bloqueador do receptor da angiotensina II (BRA) e edução do sal na dieta
Etiologia do impetigo
impetigo crostoso
benigno e autolimitado
S. Pyogenes
risco 5% de GNPE
máculas eritematosas; crostas em favo de mel
impetigo bolhoso
Stapylococcus aureus
bolhas flácidas->se rompem facilmente->sem cicatriz
<5 anos: membros
RN: períneo, periumbilical e axilas
Impetigo- Epidemiologia
é mais frequente no verão, podendo ser endêmica em áreas geográficas úmidas e de clima tropical, com baixas altitudes.
O não bolhoso, causado por Staphylococcus aureus e/ou estreptococos do grupo A representando cerca de 70% dos impetigos.
Acomete especialmente crianças na fase pré-escolar e escolar entre os 2 e os 5 anos de idade
pode ocorrer em condições de superpopulação, higiene precária ou sobre dermatoses preexistentes, como escabiose.
Entretanto, a infecção pode acometer também indivíduos sadios