3 - PROBLEMAS AMBIENTAIS (CAP. 3 - PARTE 1)
PÁGINAS 54 À 60
RECURSOS NATURAIS
RECENTEMENTE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE OS EXCESSOS NO USO
CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS E SOCIAIS
ROS MORTOS
SOLOS ESTÉREIS
MATAS DEVASTADAS
JAZIDAS ESGOTADAS E ABANDONADAS
AR POLUÍDO
MARES SUJOS
PRINICIPAIS PROBLEMAS DOS PAÍSES
DESENVOLVIDOS
SUBDESENVOLVIDOS
POLUIÇÃO DO AR
INDÚSTRIAS
ALTO PADRÃO DE CONSUMO
EXPLORAÇÃO FLORESTAS
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO
PROBLEMAS AMBIENTAIS
ESCALA LOCAL
ESCALA GLOBAL
POLUIÇÃO DE RIOS
EMISSÃO DE GASES POLUENTES
EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL RECURSOS NATURAIS COMO COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS
PROBLEMAS ATMOSFÉRICOS
ESCALA
LOCAL
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
GLOBAL
AQUECIMENTO GLOBAL
OPNIÕES DIVIDIDAS SOBRE ATUAÇÃO HUMANA
CERTEZA
MÁ QUALIDADE DO AR GERA CONSEQUÊNCIAS PARA O GEOSSISTEMA
CHUVA ÁCIDA
AUMENTO PRODUÇÃO INDUSTRIAL
ELEVAÇÃO CONSUMO PÓS-SEGUNDA GUERRA
AUMENTO POPULACIONAL
PRINCIPAIS FONTES DE ENERGIA INDUSTRIAL
CARVÃO MINERAL
PETRÓLEO
AUMENTO EMISSÃO
DIÓXIDO DE CARBONO
DIÓXIDO DE ENXOFRE
ÁCIDO CARBÔNICO
ÁCIDO SULFÚRICO
CONSEQUÊNCIAS
DESTRUIÇÃO VEGETAÇÃO
CORROSÃO ESTRUTURAS METÁLICAS E MONUMENTOS
ACIDIFICAÇÃO DE LAGOS
ESCALA DO PH (POTENCIAL HIDROGENIÔNICO
OS DANOS DEPENDEM
GRAU DE ACIDEZ DA CHUVA
FREQUÊNCIA DAS CHUVAS
NEUTRO
7
MAIOR QUE 7
ALCALINO
MENOR QUE 7
ÁCIDO
MAIOR INCIDÊNCIA
SOBRE ÁREAS INDUSTRIALIZADAS
MAS OS VENTOS PODEM EMPURRAR AS NUVENS PARA ÁREAS MAIS DISTANTES
EFEITO ESTUFA - AQUECIMENTO GLOBAL
EFEITO ESTUFA
RETENÇÃO DO CALOR SOLAR PELO VAPOR D'ÁGUA E DIÓXIDO DE CARBONO
É UM DOS FATORES QUE PERMITE A VIDA NA TERRA
PERMITEM A PASSAGEM DOS RAIOS DO SOL E DIFICULTAM A SAÍDA DO CALOR
EQUILÍBRIO TEMPERATURA DURANTE O DIA
REDUÇÃO GRADATIVA DA TEMPERATURA DURANTE A NOITE
AQUECIMENTO GLOBAL
AUMENTO DOS GASES DE EFEITO ESTUFA E POLUIÇÃO ACIMA DOS PADRÕES NORMAIS
CONSEQUÊNCIAS
DERRETIMENTO CALOTAS POLARES
AUMENTO DOS NÍVEIS DOS MARES
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
PRINCIPAL AGENTE
DEGRADAÇÃO RECURSOS NATURAIS
ATIVIDADE INDUSTRIAL
DIVIDE CIENTISTAS
ALARMISTAS OU AQUECIMENTISTAS
CÉTICOS
AÇÃO ANTRÓPICA CAUSADORA
HOMEM NÃO TEM INFLUÊNCIA
FATORES NATURAIS
INVERSÃO TÉRMICA
COMBINAÇÃO
NÍVEIS ELEVADOS DE POLUIÇÃO
FRENTES FRIAS
CORRENTES DE CONVECÇÃO
NORMAL
AR QUENTE E POLUENTES SOBEM E O AR FRIO DESCE
INVERSÃO TÉRMICA
UMA CAMADA DE AR FRIO IMPEDE QUE OS POLUENTES SUBAM E SE DISSIPEM
DESTA FORMA SE ACUMULANDO NAS PARTES MAIS BAIXAS
CONSEQUÊNCIAS
PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS
PROBLEMAS CARDÍACOS
IRRITAÇÃO NOS OLHOS
SMOG
ATÉ QUE A MASSA DE AR FRIO SE DESLOQUE COM VENTOS HORIZONTAIS PARA SE NORMALIZAR
SMOKE (FUMAÇA) + FOG (NEBLINA)
PRIMEIRO NOME DADO DA OBSERVAÇÃO DESTE PROBLEMA
1952
GRANDE SMOG DE LONDRES
MORTE DE MILHARES DE PESSOAS
A ESTRATOSFERA E O OZÔNIO
ESTRATOSFERA
PROTEÇÃO NATURAL CONTRA RADIAÇÕES SOLARES MALÉFICAS COMO RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA
ALTITUDE MÉDIA DE 20 A 40 KM
3 ATOMOS DE OXIGÊNIO
1980
IDENTIFICADAS ALTERAÇÕES NAS CONCENTRAÇÕES DE OZONIO
REGIÃO ANTÁRTIDA
ELEMENTO FORMADOR DOS BURACOS
CFC (CLOROFUORCARBONO)
ENCONTRADO
AEROSSÓIS
GELADEIRAS
APARELHOS DE AR-CONDICIONADO
ESPUMAS PLÁSTICAS
PROBLEMAS GERADOS
DOENÇAS DE PELE
PROBLEMAS DE VISÃO
PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
EQUILÍBRIO DA FAUNA MARINHA
EXERCÍCIOS PÁGINAS 60 E 61
FALSA IMPRESSÃO DE QUE SÃO INESGOTÁVEIS
APÓS REVOLUÇÃO INDUSTRIAL O USO DE RECURSOS PASSOU A SER UTILIZADO EM LARGA ESCALA
TODA CHUVA É LEVEMENTE ÁCIDA
LIBERANDO ATRAVÉS DA QUEIMA: DIÓXIDO DE CARBONO, METANO E ÓXIDO NITROSO
ÓXIDO NÍTRICO
ÁCIDO NÍTRICO
IMAGEM PAGINA 44
NO BRASIL AS CHUVAS ÁCIDAS PERCORREM PEQUENAS DISTÂNCIAS (PRÓXIMAS A ÁREAS INDUSTRIALIZADAS OU GRANDES METRÓPOLES)
IMAGEM PAGINA 44
FENÔMENO COMUM QUE SE AGRAVA POR CAUSA DA POLUIÇÃO LOCAL
IMAGEM PAGINA 45
UM DOS GASES PRESENTES É O OZÔNIO
NO FIM DA DÉCADA DE 1980 FOI CRIADO O PROTOCOLO DE MONTREAL COM O OBJETIVO DE REDUZIR A EMISSÃO DE CFC.
DE ACORDO COM ESTUDOS DA NASA O PROBLEMA DA ANTÁRTIDA SERÁ RESOLVIDO ATÉ 2040