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TUTORIAL 07 - Coggle Diagram
TUTORIAL 07
Compreender as bases funcionais da audição e equilíbrio
Processamento do Som
As ondas sonoras sao direcionadas pelo pavilhao para o meato acustico interno, depois alcançam a membrana timpânica e inicia a vibração, essa vibração vai chegar a cóclea, principalmente no órgao de corti, onde haverá a tradução desse sinal mecanico em quimico e vai gerar os potenciais de ação que vao ser encaminhados pelos nervos presentes ali ao córtex cerebral e área auditiva.
Se o órgão espiral (de Corti) no ducto coclear é danificado pela pressão de líquido dentro do aparelho vestibular, isso pode resultar em perda auditiva.
Vias auditivas (Processos auditivos centrais)
A partir do ramo coclear do nervo vestibulococlear, as fibras vao para os núcleos cocleares, no bulbo, onde se cruzam, a partir daí, saem fibras para o cerebelo, depois ascendem ao talamo e chegam ao cortex auditivo
Fisiologia do Aparelho Vestibular
sensação de equilíbrio é mediada por células pilosas, as quais revestem o aparelho vestibular cheio de líquido da
orelha interna
Estes receptores não neurais respondem a mudanças na aceleração rotacional, vertical e horizontal, e no posicionamento
quando os cilios (cinocílios) se curvam, há abertura de canais ionicos, e a movimentação causa despolarização das celulas pilosas, com o movimento na direção oposta, elas hiperpolarizam
Os órgãos otolíticos nos informam a aceleração linear e a posição da cabeça. Os três canais semicirculares
detectam a aceleração rotacional em várias direções
Canais semicirculares sao importantes
O canal horizontal (ou lateral) detecta rotações que associamos com o giro, como o balançar de sua cabeça à direita e à
esquerda para dizer “não”.
O canal posterior detecta a rotação
esquerda-direita, como a rotação que você realiza quando inclina sua cabeça em direção ao seu ombro ou realiza uma pirueta.
O canal anterior detecta a rotação para a frente e para trás, como
quando você balança sua cabeça para a frente e para trás ou dá
uma cambalhota.
as paredes membranosas do labirinto se movem,
porém, o líquido dentro do labirinto não consegue acompanhar,
devido à sua inércia.
Nas ampolas, a endolinfa inclina a cúpula e suas células pilosas na direção oposta àquela para a qual a cabeça está girando.
Vão para o córtex pelo ramo vestibular do nervo vestibulococlear, depois, vao para os nucleos vestibulares no bulbo e para o cerebelo. alcançam a formação reticular, ascendem pelo tálamo ao cortex cerebral
Compreender as bases anatômicas da audição e equilíbrio
Anatomia da Orelha
Orelha Externa
Pavilhão auricular
aba de cartilagem elástica
meato acústico externo
tubo curvado com cerca de 2,5 cm de comprimento que se encontra no osso temporal e leva à
membrana timpânica
contém alguns pelos e glândulas sudoríferas especializadas
chamadas de glândulas ceruminosas, que secretam cera de ouvido ou cerume
membrana timpânica
divisão fina e semitransparente entre o meato acústico
externo e a orelha média
Orelha Média
É uma cavidade, fica na parte petrosa do temporal
é separada da orelha externa pela membrana timpânica e da orelha interna por uma divisão óssea fina que
contém duas pequenas aberturas: a janela do vestíbulo (oval) e a janela da cóclea (redonda).
ossículos da audição
o martelo
A bigorna
o estribo
Músculos ligados aos ossículos
músculo estapédio
menor músculo esquelético do corpo humano
ele protege a janela do vestíbulo (oval), mas também diminui a sensibilidade auditiva
Lesão -> Hiperacusia
músculo tensor do tímpano
inervado pelo ramo mandibular do nervo trigêmeo (V)
limita o movimento e aumenta
a tensão da membrana timpânica, evitando danos à orelha interna por causa de barulhos muito altos
Orelha Interna
labirinto ósseo
canais semicirculares
vestíbulo
utrículo
sáculo
cóclea
Audição
a capacidade de perceber os sons