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Os formatos familiares contemporâneos - Coggle Diagram
Os formatos familiares contemporâneos
Mudanças que têm passado os arranjos familiares
Transformações de natureza demográfica
Diminuição da fecundidade
Envelhecimento da população
Transformações de natureza social e cultural
Menor número de matrimônios
Aumento das separações e atraso das uniões
Novo papel da mulher na família e no trabalho
A queda da fecundidade
As taxas de fecundidade são mais baixas para a população urbana de maior renda, de maior escolaridade
Para as mulheres de maior renda
e maior nível educacional a taxa de fecundidade está em torno de 1 filho por mulher
Mudanças no país possibilitaram a reversão do fluxo intergeracional de riqueza, aumentando o custo e reduzindo os benefícios dos filhos
A redução no tamanho da família
A queda da mortalidade
aumento da esperança de vida
As regiões Norte e Nordeste possuem famílias maiores do que as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Entre as famílias mais pobres, na qual a renda per capita de até 1/4 salário mínimo, o número médio de pessoas por família é maior
Diminuição do número de casamentos e o crescimento acentuado do número de separações e divórcios
O novo papel social da mulher
Possibilidade de evitar gravidezes não desejadas, a partir do surgimento de métodos contraceptivos eficazes, como o anticoncepcional
Inserção da mulher no mercado de trabalho
Aumento de famílias chefiadas por mulheres
O envelhecimento da população
Redução da mortalidade nas idades avançadas
Demanda por políticas públicas e a pressão pela distribuição de recursos na sociedade
Cada vez mais aposentadas estão
chefiando famílias na condição de provedoras de filhos e netos e das despesas domésticas
Os novos formatos familiares
Famílias nucleares (casal c/ filhos)
Esse arranjo vem decrescendo ao longo do tempo
O número de filhos reduziu
Apresenta rendimento médio superior ao das demais modalidades de organização familiar
Maior número de pessoas
DINC (duplo ingresso e nenhuma criança)
“casal sem filhos”
Dois tipos
Os filhos já saíram de casa, restando no domicílio apenas o casal
Casais que optaram por não ter filhos e que possuem dupla renda
Desejo de levar uma vida confortável, garantida pela remuneração de ambos os
componentes, mantendo a liberdade e a sensação de uma vida de solteiro
Pessoas vivendo sós (unipessoais)
Há uma relação diretamente proporcional em relação ao crescimento no número
de pessoas vivendo sós e o aumento no número de anos de estudo
predomínio de pessoas idosas, de adultos de 40 a 50 anos e de jovens com até 29 anos predominantemente femininos
Aumento da esperança de vida, principalmente para as mulheres
Crescimento do número de divórcios e das separações conjugais
Famílias monoparentais (chefia c/ ou s/ filhos)
O homem ou mulher encontra-se sem cônjuge e vive com uma ou várias crianças
Consequência do aumento de divórcios e às separações de uniões livres
Participação da mulher no mercado de trabalho
Em geral são famílias com um menor poder aquisitivo
Novos padrões de renda e consumo
Alterações na renda e em sua distribuição
Preços dos produtos
Modificações que ocorrem na sociedade
Nível de instrução dos indivíduos