Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
LOMBALGIA - Coggle Diagram
LOMBALGIA
epidemiologia
A lombalgia é uma importante causa de incapacidade funcional entre adultos jovens e idosos. A degeneração discal e algum grau de dor e rigidez vão ocorrer invariavelmente com a idade, e até 80% da população terá queixa de lombalgia em alguma fase da vida. A idade da primeira crise costuma ser aos 35 anos e acomete tanto o sexo masculino quanto o feminino.
Fatores de risco: obesidade ,sedentarismo , trabalho manual, depressão, tabagismo, genética, hábitos posturais.
Cerca de 27 milhões de pessoas, 18,5% da população acima dos 18 anos, têm o diagnóstico de patologias crônicas da coluna vertebra
as principais terminologias utilizadas são lombalgia inespecífica, dorsalgia, espondilose, hérnia de disco, ciática, radiculopatia, estenose do canal vertebral, espondilólise, espondilolistese, cifose, lordose e escoliose.
Classificação e Etiologia
Não mecânica: inflamatórias; infecção, metabólicas, neoplasias, artrites
Mecânica (irradiada): Hérnia de disco (principalmente L4 e L5); fratura; estenose da medula espinhal; espondilolistese
Referida: Vias urinárias, órgãos pélvicos, herpes-zóster, TGI, aneurisma de aorta
músculos, ligamento intraespinhoso, apófises articulares, articulação sacroilíaca, discos intervertebrais, irritação mecânica ou química da dura-máter
Mecânica (não irradiada): Anomalia congênita; distensão ou tensão; traumatismos; degeneração discal
TRATAMENTO
Farmacológico: Paracetamol e outros AINE's ; opióides e glicocorticóides; relaxantes muscular; Benzodiazepínicos; Calcitonina; anticonvulsionante
TRATAMENTO INVASIVO: infiltração de pontos gatilhas; infiltração de raiz nervoza; bloqueio facetário; rizotomia por radiofrequência
CONSERVADOR: Repouso; termoterapia; exercícios;
CIRÚRGICO: descompressão neural; artodese
Manifestações clínicas
HÉRNIA DE DISCO: entre L4 e L5 - dor irradia para a perna
ESTENOSE DA MEDULA EPINHAL: dor melhora com a coluna fletida ou sentado
DEGENERAÇÃO DISCAL COM OU SEM OSTEÓFITOS: dor lombar localizada.
ESPONDILOLISTESE: dor piora na atividade e melhora no repouso.
DISTENSÃO: dor difusa e possivelmente irradia para os glúteos
TGI: dor epigástrica; náuse e vômito.
HERPES-ZÓSTER: unilateral e se limita a um dermátomo específico
DIAGNÓSTICO
EXAMES LABORATORIAIS: Hemograma completo; VHS; PCR; cálcio e fosfatase alcalina; PSA; análise qualitativa de urina e sangue oculto nas fezes (doença renal ou gastrointestinais)
EXAMES DE IMAGEM: radiografia simples de coluna, TC, RM, Eletroneuromiografia, densitometria óssea.
EXAME FÍSICO: palpação, mobilidade, exame neurológico, força muscular, teste de Laségue, manobra de Patrick, teste de Hoover e sinal de Ganslen
RED FLAGS E YELLOW FLAGS
ANATOMIA
Músculos
Músculo longuíssimo
Músculo espinhal
Músculo multífido
Músculo intertransversal
Psoas maior
Nervos
A medula espinhal se estende até a vértebra L2
Abaixo do nível de L2 é cauda equina
Vértebras
Corpo vertebral: grande, mais largo lateralmente do que longitudinalmente, mais espesso na frente que atrás, é achatado ou levemente côncavo superiormente e inferiormente, côncavo posteriormente, e limitado profundamente anterior e lateralmente
Arco vertebral: um par de pedículos e um par de lâminas, que envolvem o forame vertebral que suporta sete processos
Processo espinhoso: pontiagudo e quadrilateral
Pedículos: direcionados posteriormente desde sua origem na parte superior do corpo vertebral, modificam sua morfologia de L1 a L5, aumentando em largura de 9 mm até 18 mm em L5
Lâminas: as superiores são mais altas que largas, enquanto as inferiores são mais largas que altas
Forame vertebral: dimensões maiores que nas vértebras torácicas, mas menores do que as vértebras cervicais
Processos/facetas articulares superiores e inferiores: os superiores são côncavos e voltados medialmente, os inferiores são convexos e voltados lateralmente
Processos transversos: são longos e mais finos, com mudanças de morfologia de L1 a L5