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NP 3 ALINE IMUNO - Coggle Diagram
NP 3 ALINE IMUNO
CÂNCER COLORRETAL
Inicia com um pólipo tumor benigno na superfície interior do cólon, remover precocemente é importante para prevenir CA colorretal
Fatores de risco
Não controlados
Idade, pólipos ou doenças inflamatórias intestinais, histórico familiar de câncer colorretal, de ovário e de mama
Controlados
Dieta rica em carnes vermelhas ou processadas, obesidade, sedentarismo, tabagismo e etilismo
Sinais de alerta não há, deve ser feito rastreamento
Manifestações: dor abdominal, sangue nas fezes, alteração de hábito intestinal ( prisão de ventre ou diarreia), perda de peso e fadiga
Método de colheita das fezes em papel impregnado com guáiaco: positivo quando há coloração azul (oxidação do guáiaco)
PSOF - PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES
Método imunocromatográfico: Utiliza anticorpos monoclonais para possibilitar a detecção de amostras com níveis tão baixos quanto 0,05 ul/ml em 5 minutos.
Tubo flexível com câmera na extremidade para visualizar o cólon e reto, pólipos e remoção
COLONOSCOPIA
Produtos moleculares secretados por tec. neoplásico detectáveis em células e fluidos orgânicos
São capazes de indicar presença, extensão, resposta ao tratamento e presença de recorrência da neoplasia.
MARCADORES TUMORAIS
Marcadores: CEA, CA 242, CA 19-9, CA 72-4, CITOQUERATINAS, p53, VEGF (USO ISOLADO)
HEMATÚRIA
Células sanguíneas na urina
litíase, infecções e inflamações da bexiga e próstata
Mais de 40 anos pode ser neoplasia
Tipos
Macroscópica
Geralmente trato urinário inferior
Microscópica
Identificação
O passo inicial é centrifugar a urina e observar a parte escura ou vermelha. Muito raramente fica no supernadante ( em caso de lise intensa, urina diluida). Se a cor vermelha/escura ocupar o sobrenadante procede-se ao teste com a fita para o heme. ( mioglobina/hemoglobina). Heme negativo em caso de porfiria, medicamentos, beterraba em susceptíveis
CAUSAS
Medicamentos, corantes alimentícios e metabólicos
Distinção
GLOMERULARES
80% dos eritrócitos são dismórficos
Glomerulonefrite pos infecciosa, nefropatia por IgA, nefrite lúpica, endocardite subaguda bac., HAS maligna
NÃO GLOMERULARES
quando mais de 80% da amostra é isomórfica
Febre, exercicio atenuante, trauma do trato urinário, ITU bac ou viral, urolitíase, doença falciforme, coagulopatia, AINHS, anticoagulantes, antivirais
Dismorfismo eritrocitário
Fisiopato: exposição a urina acida e concentrada, influencia de enzimas lisossominais de celul. inflamatórias e tentativa de fagocitose por celul. epiteliais tubulares
consiste numa alteração morfológica das hemácias presentes na urina, que permite avaliar a origem da hematúria
PANCREATITE
Conceito: inflamação associada a uma disfunção do parênquima exócrino
Manifestações clinicas:
Dor abdominal. anorexia, náuseas, vômitos
AGUDA x CRÔNICA
Aguda é reversível e a crônica não
Aguda
dor abdominal súbita e elevação das enzimas pancreáticas, causa: doenças dos tratos biliares e alcoolismo, pode ter cálculos (gera obstrução do sistema de ductos pancreáticos), neoplasias, medicamentos, distúrbios metabólicos, traumas, infecções
Edema, áreas focais de necrose, inflamação aguda, destruição proteolítica do parênquima pancreático, destruição dos vasos sanguíneos e subsequente hemorragia intersticial
Necrosante aguda: tecidos Acinares e Ductais (Ilhotas de Langherans) se encontram necróticos.
Lesões vasculares provocam hemorragia no parênquima pancreático.
Quando a suspeita de pancreatite aguda é primariamente diagnosticada ?
Níveis elevados de amilase sérica e lipase sérica + exclusão
EXAMES LAB: AMILASE SÉRICA (AUMENTO 2-12HORAS), LIPASE SÉRICA ( AUMENTO 8-14 DIAS), PCR, HEMOGRAMA COMPLETO (LEUCOCITOSE COM DESVIO A ESQ), BILIRRUBINA TOTAL (HIPERBILIRRUBINEMIA E ICTÉRICIA).
EXAMES DE IMAGEM: TC, USG, COLANGIOPANCREATOGRAFIA (VÊ SISTEMA DUCTAL)