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ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO II - Coggle Diagram
ESTRUTURAS DE
CONCRETO ARMADO II
RESERVATÓRIO
Reservatório enterrado
Reservatório elevado
Reservatório semi-enterrado
Exigências de projeto
Resistências
Estanqueidade
Durabilidade
Ações de projeto
peso próprio
peso do revestimento
carga
acidental
empuxo do solo
pressão da água
Modelo de cálculo
ELU e ELS
parede
Paredes rotuladas com
a tampa e engastada
com fundo e paredes
tampa
Tampa Totalmente rotulada
fundo
Fundo Totalmente engastado
ESCADA
deslocamento vertical
amplamente utilizado
pelo homem
NBR 9077/2001
s + 2 e = 60 cm a 64 cm
(S) representa o valor da pisada;
(e) representa o valor
da altura do degrau
Escadas interiores (limite inferior): s = 25 cm; e = 18,5 cm
Escadas interiores (limite superior): s = 28 cm; e = 17,0 cm
Escadas externas: s = 32 cm; e = 15,0 cm
Ações na escada
Permanentes
Acidentais
Excepcionais
NBR 6120/2019
Escadas com acesso público: 3,0 kN/m2
Escadas sem acesso público: 2,5 kN/m2
Escadas secundárias: 2 a 2,5 kN/m²
Escadas de edifícios residenciais: 2,5 a 3 kN/m²
Escadas de edifícios públicos: 4 a 5 kN/m²
Modelos de escadas
escadas armadas transversalmente:
escadas armadas longitudinalmente
escadas armadas em cruz
escadas com patamar
escadas com laje em balanço
escadas em viga reta, com degraus em balanço
ELEMENTO DE
FUNDAÇÃO: SAPATA
Os elementos de fundação são a estrutura
posicionada abaixo do nível do solo chamada de infraestrutura responsável por receber as cargas da superestrutura e transferir para o solo
NBR 6122 (2019)
tgβ/β ≥ (σadm/fct)+1
Tipos de Sapatas
Sapata Isolada
Sapata Corrida
Sapata Associada
Sapata com viga Alavanca ou viga Equilíbrio
Cintas, ou baldrame
Classificação Relativa à Rigidez
NBR 6122/2019
h≥(A-ap)/3
Distribuição de Tensões no Solo
existência de excentricidade do carregamento aplicado
Intensidade de possíveis momentos fletores aplicados;
Rigidez da fundação;
Propriedades do solo;
Rugosidade da base da fundação.
Projeto de Sapata
Detalhes Construtivos
lastro de concreto não estrutural
com, no mínimo, 5 cm de espessura
Estimativa das Dimensões de
Sapatas com Carga Centrada
BLOCOS
NBR 6118/2014 no item 22.2.7.1
Trabalho à flexão nas duas direções
Forças transmitidas do pilar para as estacas
Trabalho ao cisalhamento também em duas direções
MÉTODO DAS BIELAS DE BLÉVOT
O carregamento é quase centrado
Todas as estacas devem
estar igualmente espaçadas
do centro do pilar
Bloco sobre uma estaca
A = fe + 2 ∙ (5 a 10) cm
Bloco sobre duas estacas
Verificação das Bielas
σcd,pilar=Nd/Ap.senα2
σcd,pilar=Nd/2.Ap.senα2
Armadura principal
Armaduras Complementares
As,sup=0,2.As
ELEMENTO DE FUNDAÇÃO:
ESTACA
Dimensionamento estrutural
Dimensionamento à compressão
MUROS DE CONTENÇÕES
Sistema de drenagem
NBR 15645/2008
Muros de Flexão
Muros De Concreto
Armado Sem Contrafortes
Muro De Concreto
Armado Com Perfil L
Muros De Concreto
Armado Com Contrafortes
Muro de Arrimo
em Concreto Armado
Determinação do empuxo;
Pré-dimensionamento do muro de arrimo;
Verificação da estabilidade do conjunto solo-muro;
Determinação dos carregamentos e
dos esforços solicitantes na estrutura;
Cálculo da armadura resistente.
Ponto de Aplicação
do Empuxo
sem sobrecarga:
y=H/3
com sobrecarga:
h0=q/γ (2)
Pré-Dimensionamento
do Muro de Arrimo
M=E.y
d=10.√(M )
T=b – (r+di)
Esforços solicitantes
no muro ou tardoz
H= h+h0
Determinação da
Armadura Resistente
FISSURAÇÃO E DEFORMAÇÕES
Estados Limites
Segurança;
Funcionalidade;
Durabilidade.
Estados limites últimos (de ruína)
Estados limites de utilização (de serviço)
Estado limite último
NBR 6118 (2014):
elementos estruturais
relacionados ao colapso
Estado limite de utilização
correspondem à impossibilidade
do uso normal da estrutura
Tipos de Deformações
deformação
elástica imediata
e deformação lenta
Deslocamentos-limites
aceitabilidade sensorial
efeitos específicos
efeitos em elementos não estruturais
efeitos em elementos estruturais
Fissuração
Fissuras produzidas por solicitações devidas ao carregamento
Fissuras não produzidas por carregamento
INTRODUÇÃO AO CONCRETO
PROTENDIDO
impedir ou limitar a fissuração e os deslocamentos
da estrutura
Comparação entre concreto
protendido e concreto armado
o CP permite vencer vãos grandes
Permite projetar seções mais esbeltas
Permite controlar a deformação elástica
Proporciona melhores condições de durabilidade
retorne a sua posição inicial
possui maior resistência
protensão funciona como prova de carga
Ações
Ações Permanentes
Diretas ou Indietas
Ações variáveis
Ações excepcionais
INTRODUÇÃO AO
SISTEMAS DE PROTENSÃO
Protensão com Pré-tensão
Protensão com Pós-tensão
com aderência
sem aderencia
Principais condições de projeto
Resistência à compressão (fck);
Relação água/cimento máxima (a/c);
O cobrimento (c) das armaduras pelo concreto.
Definições dos Estados-Limites
ELS-F
ELS-W
ELS-DEF
ELS-D
ELS-DP
ELS-CE
ELS-VE
Escolha do Nível de Protensão
PERDAS DE PROTENSÃO
Escorregamento na ancoragem
Relaxação
Encurtamento elástico inicial
Retração
Fluência
Atrito
Perdas de Protensão na Pré-tração
Perdas de Protensão na Pós-tração
Pi/Pa/Pt/Poo
POSICIONAMENTO DOS CABOS
AO LONGO DA ESTRUTURA
Fsd=(al.d).ΔVd+Nd≥Fsd,min=0,2Vd
FORÇA CORTANTE
Vsd=Vd -Pd.senα
Ap.fpyd + As.fyd VSd
Força Cortante no Estado-Limite Último (ELU)
VSd ≤ VRd2
VSd ≤ VRd3 = Vc + Vsw
Modelo de Cálculo I
VRd2=0,27.(1-(fck/250)).fcd.bw.d
Vsw=Vsd + Vc
Vc=Vco.(1+(Mo/Msd,max))≤2.Vc0
Vco=0,6.fctd.bw.d
Mo=(γp.P∞+γf.Ng+q).(Wb/Ac)+γp.P∞.ep
Asw,α/S=Vsw/(0,9.d.fywd.(senα+cosα))
Asw,α/S=Vsw/(39,2.d)
Asw,min=(20.fct,m.bw)/(fywk)
SOLICITAÇÕES NORMAIS
Estados limites últimos
devido a solicitações normais
Valor de cálculo
da força de protensão
Pd=γp.Pk
Análise do pré-alongamento
TENSÕES DE CISALHAMENTO
Forças cortantes
Vdmax=(γg.Vgmax) + (γq.Vqmax)