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CASO 4, DRGE, DIZ MAIS A FAVOR DE ACOMETIMENTO MECÂNICO - Coggle Diagram
CASO 4
DRGE
Retorno do conteúdo gástrico através do EEI Interprandial recorrente, de longa duração, originando sintomas (como pirose e regurgitação) que resultam da agressão à mucosa esofágica promovida pelo material refluído
DRGE é uma afecção crônica secundária ao refluxo patológico, trazendo sinais e sintomas que podem estar acompanhados de lesões teciduais
Distúrbio mais como do trato gastrointestinal alto no mundo ocidental
Prevalência aumenta com idade
IMC e gravidez são fatores de risco
Relacionada à esofagite erosiva- fator de risco para adenocarcinoma de esôfago (Esôfago de Barret)
Diagnóstico
Pirose pelo menos 1 x na semana por um período mínimo de 4 a 8 semanas
Prova terapêutica redução sintomática > 50% após 1-2 semanas de uso de IBP
Endoscopia Digestiva Alta
pHmetria 24 h (PADRÃO OURO)
Esofagomanometria
Esofagografia Baritada
Patogênese
- relaxamentos transitórios do EEI não relacionados à deglutição
- Hipotonia verdadeira doEEI
- Hérnia de hiato
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Tratamento
medidas antirrefluxo
bloqueadores do receptor H2 de histamina
Inibidores da bomba de prótons
Antiácidos
Cirurgia Antirrefluxo- Fundoplicatura
Biópsia- esôfago de Barret
O USO INDEVIDO E A TERAPIA DE LONGO PRAZO COM IBP'S PODE GERAR O RISCO NO DESENVOLVIMENTO DE CÂNCER ESOFÁGICO:
a ligação definitiva do IBP com as células leva a uma supressão do ácido gástrico e a uma proliferação da gastrina (hipergastrinemia) --> carcinogênica, levando a uma displasia no epitélio esofágico (adenocarcinoma)
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CA DE ESÔFAGO
CARCINOMA ESPINO CELULAR
CLÍNICA; A disfagia é o
sintoma mais comum na apresentação, com 74%
dos pacientes reportando dificuldadena
deglutição.
- disfagia progressiva
- onga história de sintomas de
refluxo, incluindo azia e regurgitação
- Outros
achados associados podem incluir fadiga, dor
retroesternal e anemia.
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ADENOCARCINOMA ESOFÁGICO
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FATORES DE RISCO:
- DRGE e Esôfago de barret
- Obesidade
- sexo masculino
- dieta
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- A incidência está aumentando em todo o mundo ocidental
- Os homens têm probabilidade duas vezes maior que as mulheres de desenvolver a doença.
- Os 2 principais tipos histológicos são carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma. Nos
EUA, atualmente os adenocarcinomas são responsáveis por 80% de todos os casos.
- Baixa condição socioeconômica, tabagismo, uso excessivo de bebidas alcoólicas, doença do refluxo
gastroesofágico (DRGE), esôfago de Barrett e obesidade são alguns dos principais fatores de risco.
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Estadiamento
é fundamental para o planejamento terapêutico e para estudar a profundidade do tumor na parede do esôfago, invasão de linfonodos e estruturas vizinhas no mediastino e presença de metástases a distância
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Ultrassonografia endoscópica é o método mais eficaz para definir a profundidade da lesão
- possui melhor acurácia em avaliar o estadiamento locorregional do CA invasivo
- avalia acometimento lindonodal e das estruturas vizinhas
PET scan (tomografia por emissão de pósitrons)
- avalia lesões suspeitas e metástases a distância
- porém é um exame de alto custo e de disponibilidade pequena
- não deve ser realizado de rotina, somente quando puder proporcionar mudança terapêutica
Fatores de risco
Adenocarcinoma esofágico
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IMC elevado
Foi constatado por estudos que a obesidade aumenta o risco do desenvolvimento do adenocarcinoma esofágico.
Outro estudo realizado foi que qualquer aumento de massa corporal mesmo que em pacientes abaixo do peso, podem aumentar as chances de desenvolvimento do adenocarcinoma.
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Dieta
Dietas ricas em gorduras totais, gorduras saturadas e colesterol parecem estar associadas a um risco maior desse tipo de câncer.
Segundo alguns estudos, a alta ingestão de frutas e verduras frescas reduz o risco de carcinoma de células escamosas esofágico. Algumas estimativas foram feitas e concluiu- se que o risco do desenvolvimento do câncer diminui para cada porção de 50g de frutas ou verduras ingeridas diariamente.
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ACALÁSIA:
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quando suspeitar?
disfagia e perda de peso ao longo de meses ou anos, associadas à regurgitação e tosse crônica
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Composição do Esôfago
A mucosa é a camada mais interna do órgão, revestindo a sua luz, composta por um epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado sobre a lâmina própria, que é formada por tecido conjuntivo rico em vasos sanguíneos e é separada da submucosa pela camada muscular da mucosa, composta por camadas de células musculares lisas
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