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Membros inferiores + Ácido Úrico, Nucleotidase, Nucleotidase, Nucleotidase…
Membros inferiores + Ácido Úrico
Ossos dos MMII
Cíngulo do Membro Inferior
Composto pelos ossos do quadril direito e esquerdo (ossos íliacos)
O osso do quadril é formado pela união de três ossos: o ílio, o ísquio e o púbis
Fêmur
É o mais longo, mais pesado e mais forte osso do corpo
Sua extremidade proximal se articula com o acetábulo do osso do quadril. Sua extremidade distal se articula com a tíbia e a patela.
Patela
A patela é um pequeno osso triangular, localizado anteriormente na articulação do joelho
A larga extremidade proximal desse osso sesamoide incrustado no tendão do músculo quadríceps femoral é chamada de base.
A extremidade pontiaguda distal é chamada de ápice
Tíbia
A tíbia é o maior e mais medial osso da perna, além de ser o osso de sustentação do peso
A porção proximal do osso, o platô tibial, forma a superfície inferior da articulação do joelho
Fíbula
A fíbula é paralela e lateral à tíbia, porém é consideravelmente menor, é um osso da perna fino e cilíndrico.
Sua principal função é de fixação muscular
Ossos do pé
Possui 26 ossos, sendo composto por :
Pelo tarso com 7 ossos, pelo metatarso com 5 ossos e pelas falanges com 14 ossos.
Mùsculos dos MMII
Músculos que atuam no quadril e na coxa
rotadores profundos da coxa
gêmeos
inferior
origem
Tuberosidade do ísquio
inserção
Tendão do obturador interno
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superior
origem
Espinha do ísquio
inserção
Tendão do obturador interno
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obturador
externo
origem
Margem inferior do forame obturado
inserção
Trocânter maior do fêmur
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interno
origem
Margem interior do forame obturado
inserção
Trocânter maior do fêmur
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periforme
origem
Sacro e ílio
inserção
Trocânter maior do fêmur
inervação
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quadrado femoral
origem
Tuberosidade do ísquio
inserção
Crista intertrocantérica do fêmur
inervação
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posterior e lateral
Glúteo máximo
origem
Superfície posterior do ílio,
sacro e cóccix
Inserção
Tuberosidade glútea do
fêmur e trato iliotibial
inervação
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Glúteo médio
origem
Superfície posterior do ílio
Inserção
Trocânter maior do fêmur
inervação
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Glúteo mínimo
origem
Superfície posterior do ílio
Inserção
Trocânter maior do fêmur
inervação
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Tensor da fáscia lata
origem
Espinha ilíaca anterossuperior
Inserção
Através do trato iliotibial até
o côndilo lateral da tíbia
inervação
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anterior
iliopsoas
ilíaco
origem
Fossa ilíaca
inserção
Trocânter menor do fêmur e capsula da articulação do quadril
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psoas maior
origem
T12-L5
inserção
Trocânter menor do fêmur
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Músculos da coxa
compartimento anterior
Quadríceps femoral
reto femoral
origem
espinha ilíaca anteroinferior
vasto lateral
origem
Trocânter maior e linha áspera do fêmur
vasto intermediário
origem
corpo do fêmur
inserção
Patela e tuberosidade da tíbia, através do ligamento patelar
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vasto medial
origem
linha áspera do fêmur
Sartório
origem
Espinha ilíaca anterossuperior
inserção
Face medial da tuberosidade da tíbia
inervação
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compartimento médio
Adutor magno
origem
parte adutora
inserção
Linha áspera do fêmur
inervação
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parte dos isquiotibiais
inserção
tubérculo adutor do
fêmur
inervação
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Grácil
origem
púbis próximo a sínfise
inserção
Tíbia
inervação
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Adutor longo
origem
púbis
inserção
Linha áspera do fêmur
inervação
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Pectíneo
origem
crista púbica
inserção
Linha pectínea do fêmur
inervação
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Adutor curto
origem
púbis
inserção
Linha pectínea e linha áspera do fêmur
inervação
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compartimento posterior
Semimembranoso
origem
tuberosidade do ísquio
inserção
Côndilo medial da tíbia e ligamento colateral
inervação
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Semitendíneo
origem
tuberosidade do ísquio
inserção
tíbia
inervação
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Bíceps femoral
cabeça longa
origem
tuberosidade do ísquio
inserção
Cabeça da fíbula
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cabeça curta
origem
fêmur
inserção
Cabeça da fíbula
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Músculos da perna que atuam na perna, no tornozelo e no pé
compartimento lateral
Fibular curto
origem
Dois terços inferiores da fíbula lateral
inserção
Quinto osso metatarso
inervação
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Fibular longo
origem
Dois terços superiores da fíbula lateral
inserção
Primeiro osso metatarso e cuneiforme medial
inervação
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compartimento posterior
superficial
Plantar
origem
Fêmur
inserção
Através do tendão calcâneo até o calcâneo
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Sóleo
origem
Fíbula e tíbia
inserção
Através do tendão calcâneo até o calcâneo
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Gastrocnêmio
origem
Côndilos lateral e medial do fêmur
inserção
Através do tendão calcâneo (Aquiles) até o calcâneo
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profundo
Flexor longo do hálux
origem
Fíbula
inserção
Falange distal do dedão do pé
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Poplíteo
origem
Côndilo femoral lateral
inserção
Tíbia posterior
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Flexor longo dos dedos
origem
Tíbia
inserção
Quatro tendões para as falanges distais dos quatro dedos laterais do pé
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Tibial posterior
origem
Tíbia, membrana interóssea e fíbula
inserção
Navicular, cuneiforme, cuboide e do segundo ao quarto osso metatarso
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compartimento anterior
Extensor longo do hálux
origem
Fíbula média e membrana interóssea
inserção
Falange distal do dedão do pé
inervação
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Tibial anterior
origem
Tibia proximal e lateral e membrana interóssea
inserção
Cuneiforme medial e primeiro osso metatarso
inervação
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Extensor longo dos dedos
origem
Côndilo lateral da tíbia e fíbula
inserção
Quatro tendões para as falanges dos quatro dedos laterais do pé
inervação
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Fibular terceiro
origem
Fíbula e membrana interóssea
inserção
Quinto osso metatarso
inervação
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Músculos intrínsecos do pé
Flexor curto dos dedos
origem
Calcâneo e fáscia plantar
inserção
Quatro tendões das falanges médias dos quatro dedos laterais do pé
inervação
Medial plantar
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Flexor curto do hálux
origem
Cuboide; cuneiformes medial e lateral
inserção
Dois tendões para as falanges proximais dos quatro dedos laterais do pé
inervação
Plantar medial e lateral
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Flexor curto do dedo mínimo
origem
Quinto osso metatarso
inserção
Falange proximal do dedo 5
inervação
Plantar lateral
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Interósseos dorsais
origem
Ossos metatarsais
inserção
Falanges proximais dos dedos 2, 3 e 4
inervação
Plantar lateral
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Extensor curto dos dedos
origem
Calcâneo
inserção
Quatro tendões fundidos com os tendões do extensor longo dos dedos
inervação
Fibular profundo*
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Interósseos plantares
origem
Terceiro, quarto e quinto ossos metatarsais
inserção
Falanges proximais dos dedos 3, 4 e 5
inervação
Plantar lateral
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Adutor do hálux
origem
Quatro ossos metatarsos laterais
inserção
Falange proximal do dedão do pé
inervação
Plantar lateral
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Lumbricais
origem
Tendões do flexor longo dos dedos
inserção
Expansão extensora dos dedos 2-5
inervação
Plantar lateral e medial
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Abdutor do hálux
origem
Calcâneo
inserção
Base da falange proximal do dedão do pé
inervação
Plantar medial
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Quadrado plantar
origem
Calcâneo
inserção
Tendões do flexor longo dos dedos
inervação
Plantar lateral
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Abdutor do dedo mínimo
origem
Calcâneo
inserção
Falange proximal do quinto dedo
inervação
Plantar lateral
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Ligamentos dos MMII
Do quadril
Ligamento iliofemoral
se estende da espinha ilíaca anteroinferior do osso do quadril até a linha intertrocantérica do fêmur
É considerado o ligamento mais forte do corpo
evita a hiperextensão do fêmur na articulação do quadril em posição ortostática
Ligamento pubofemoral
se estende da parte púbica da margem do acetábulo até o colo do fêmur
evita a abdução excessiva do fêmur na articulação do quadril
reforça a cápsula articular
Ligamento isquiofemoral
se estende da parede isquiática do acetábulo até o colo do fêmur
encontra-se frouxo durante a adução, tenso durante a abdução e reforça a cápsula articular
Ligamento da cabeça do fêmur
se estende da fossa do acetábulo até a fóvea da cabeça do fêmur
contém uma pequena artéria que supre a cabeça do fêmur
Ligamento transverso do acetábulo
Forte ligamento que cruza a incisura do acetábulo
Sustenta parte do lábio do acetábulo
está conectado ao ligamento da cabeça do fêmur e à cápsula articular
Do joelho
Ligamento da patela
se estende da patela até a tuberosidade da tíbia
reforça a parte anterior da articulação
A face posterior do ligamento é separada da membrana sinovial da articulação por um corpo adiposo infrapatelar
Ligamento poplíteo oblíquo
se estende da fossa intercondilar e do côndilo lateral do fêmur até a cabeça e o côndilo medial da tíbia
reforça a parte posterior da articulação
Ligamento poplíteo arqueado
Estende-se do côndilo lateral do fêmur até o processo estiloide da cabeça da fíbula
Reforça a parte lateral e inferior da face posterior da articulação
Ligamento colateral tibial
se encontra na face medial da articulação e que se estende do côndilo medial do fêmur até o côndilo medial da tíbia
está firmemente fixado ao menisco medial
Ligamento colateral fibular
se encontra na face lateral da articulação e que se estende do côndilo lateral do fêmur até o lado lateral da cabeça da fíbula
Reforça a face lateral da articulação
Ligamentos intracapsulares
Ligamento cruzado anterior
Estende-se posterior e lateralmente de um ponto anterior à área intercondilar da tíbia até a parte posterior da face medial do côndilo lateral do fêmur
limita a hiperextensão do joelho (que normalmente não ocorre nessa articulação)
evita o deslizamento anterior da tíbia sobre o fêmur
Ligamento cruzado posterior
Estende-se anterior e medialmente a partir de uma depressão na área intercondilar posterior da tíbia e do menisco lateral até a parte anterior da face lateral do côndilo medial do fêmur
evita o deslizamento posterior da tíbia (e deslizamento anterior do fêmur) quando o joelho é flexionado
Ligamentos encontrados dentro da cápsula que conectam a tíbia e o fêmur
Do tornozelo
Ligamento deltóide
une o maléolo medial ao osso calcâneo
Ligamento talofibular anterior
une o maléolo lateral ao tálus
Ligamento talofibular posterior
é o mais forte ligamento do tornozelo
fixa o maléolo lateral ao osso tálus pela face posterior
Ligamento calcaneofibular
une o maléolo fibular ao tubérculo do calcâneo
Do pé
Ligamentos dorsal, plantar e interósseo
conectam as bases de quatro metatarsos
Ligamentos colaterais e plantares
fixam as articulações metatarsofalângicas
permitem os movimentos de flexão e extensão dos dedos
cada articulação interfalângica possui dois de cada
Lesões dos MMII
classificação
diretas e indiretas
direta
decorrentes das situações de impacto, geradas durante as quedas ou traumatismos de contato.
indireta
ocorrem na ausência de contato e são observadas em modalidades esportivas que exigem grande potência na realização dos movimentos.
traumáticas e atraumáticas
traumática
contusões, lacerações e pelo estiramento muscular.
atraumática
cãibras e dor muscular tardia.
parciais ou totais
parcial
acometem parte do músculo.
total
abrangem a totalidade do músculo e acarretam deformidade aparente, causa assimetria e perda da movimentação ativa.
tipos
Contusão muscular
traumatismo direto desencadeia processo inflamatório imediato, com dor localizada, edema, presença ou não de hematoma, limitação de força e mobilidade articular, rigidez e dor ao alongamento passivo. Os músculos mais frequentemente acometidos por contusões são: quadríceps e gastrocnêmicos.
Dor Muscular Tardia (DMT)
acomete indivíduos que iniciaram uma atividade física após um período de inatividade, que realizaram uma carga de exercício muscular vigoroso. O desconforto e a dor se iniciam geralmente algumas horas após o término da atividade física, sendo mais intensos ao redor de 24 a 48 horas.
Laceração Muscular
São resultantes de traumatismos graves em sua maioria penetrantes e menos frequentemente acometem os praticantes de esportes.
Estiramento Muscular
É considerado uma lesão indireta, caracterizada pelo alongamento das fibras além dos limites normais (fisiológicos).
fatores de risco
Fadiga muscular
Pouca flexibilidade
Deficiências de força
Músculos biarticulares
Tipos de fibras musculares
tratamento
Medicamentos
Medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios não-esteroides e miorrelaxantes são utilizados largamente no controle da dor, da inflamação e do espasmo do tecido muscular, porém devem ser utilizados por curtos períodos.
PRICE
Os princípios do tratamento das lesões musculares na fase aguda seguem o método PRICE (proteção, repouso, gelo, compressão local e elevação do membro acometido)
Ácido Úrico
Derivado do catabolismo das proteínas purinas
Via começa quando
AMP dá origem à iosina
Hipoxantina e o GMP dá origem à guanina e à xantina, respectivamente
Termina quando
Hipoxantina se converte em xantina
Xantina converte-se em ácido úrico
Resumidamente:
AMP
Adenosina
IMP
Iosina
Hipoxantina
XMP
Xantosina
Xantina
Ácido úrico
GMP
Guanosina
Guanosina
No homem a [ ] de ácido úrico está próxima da saturante
Nível resulta do balanço entre a sua síntese e sua excreção
Hiperuricemia
10 %
Excesso de produção de purinas através de defeitos na via de biossíntese de novo ou da via de salvação
↑ do catabolismo das purinas
90%
↓ do sistema de excreção
principalmente renal
Grande parte do ác. úrico filtrado através da cápsula de Bowman é reabsorvida no TCP
GOTA
Doença inflamatória desencadeada pela formação e depósito de cristais de urato em tecidos e articulações
Cristais de urato desencadeiam a resposta inflamatória por meio de um mecanismo que aciona o sistema imune inato
Reconhecimento dos cristais
Fagocitose
Estimula formação de um complexo citoplasmático
Inflamossomo
Liberação de outros mediadores do processo inflamatório
Migração de neutrófilos para o foco da inflamação
Articulações dos MMII
Quadril/ Coxofemural
Entre a cabeça do fêmur e a cavidade do acetábulo
Sinovial esferóide
Permite movimentos amplos em todos os eixos como rotação, adução, abdução, flexão, extensão e circundução
Joelho/ Femoropatelar
Sinovial plana entre o fêmur e a patela
Outra sinovial do tipo gínglimo entre os côndilos do fêmur e os côndilos da tíbia
Meniscofemural e Meniscotibial
Essas articulações não estão bem adaptadas umas as outras, o que faz com que o movimento não seja apenas gínglimo, de dobradiça
Movimentos de flexão, extensão e rotação (diminuta e somente quando está fletido)
Tíbia e Fíbula
Sua união se dá pela articulação tibiofibular proximal, tibiofibular distal e pela membrana interóssea
que se estende entre os ossos em quase toda sua extensão
Tibiofibular proximal
Sinovial plana entre a face articular da cabeça da fíbula e a face articular fibular da tíbia
Permite apenas diminutos movimentos de deslizamento
Tibiofibular distal
Uma sindesmose formada entre a face articular do maléolo lateral e a incisura fibular da tíbia
Tornozelo/ Talocrural
Sinovial em gínglimo que se forma quando a extremidade distal da tíbia e seu maléolo
Os movimentos são muito amplos e se constituem pelo somatório de extensão, flexão, inversão e eversão do pé
Pé
Tarso
Sinovial tropóide-esferóide combinada
Permite movimentos de supinação e pronação
Tarsometatarsais
Sinovial plana
Intermetatarsais
A base do primeiro metatarso não está unida com a base do segundo metatarso por qualquer ligamento
Lembra o polegar
Metatarsofalângicas
Sinoviais esferóides funcionalmente limitadas
Formadas pela união da cabeça do metatarso com as cavidades rasas nas extremidades das primeiras falanges dos dedos do pé
Interfalângicas
Sinoviais em gínglimo que permitem flexão e extensão dos dedos
Nucleotidase
Nucleotidase
Nucleotidase
Nucleotidase
Adenosina desaminase
Purina Nucleotídeo Fosforilase
PNP
PNP
Guanina desaminase
Xantina oxidase
Xantina oxidase