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Engenho de Açúcar
Organização dos engenhos
Capela: onde rezavam todos os domingos e onde ocorria eventos como batizados, funerais e casamentos.
Senzala: lugar onde os escravizados dormiam. Perto delas havia um tronco, onde amarravam escravos para puni-los se desobedecessem ao senhor, ao feitor, que era quem vigiava o trabalho dos escravos, e se tentassem escapar.
Casa de engenho: era onde se produzia o açúcar, formada pela moenda, caldeiras e fornalha.
Casa-grande: moradia do senhor de engenho, de sua família e seus empregados, também era a sede de administração do engenho.
Inicialmente, o engenho se referia apenas aonde era produzido o açúcar, mas depois passou a se referir a toda a propriedade.
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Os engenhos
Já que os portugueses não encontraram minérios preciosos na América resolveram cultivar então cana-de-açúcar na colônia para compensar economicamente.
O engenho era uma fazenda onde se produzia o açúcar e também onde os escravizados e senhores de engenhos moravam.
O cultivo da cana foi feito principalmente no nordeste do Brasil, pois havia terras férteis, clima quente e úmido perfeitos para o seu cultivo. Também sua localização era perfeita, pois era mais próxima da Europa.
O açúcar no Brasil
O cultivo da cana-de-açúcar era o principal produto cultivado nos engenhos e era uma atividade muito lucrativa.
O açúcar era muito caro, pois a planta não se adaptou ao clima da Europa. Mas quando passou a ser cultivado na ilha da Madeira e nas ilhas do Atlântico ficou conhecido como "ouro branco", por conta dos enormes lucros.
A economia açucareira
Boa parte dos investimentos que Portugal fez nas instalações,
a busca demão de obra especializada e escravizados foi financiada pelos holandeses, que compravam o açúcar diretamente dos portugueses e revendiam aos outros países europeus..
O processo de produção de cana-de-açúcar era feito em grandes propriedades, através da mão de obra escravizada, e após a colheita, a cana era levada aos engenhos para ser transformada em açúcar.
Primeiramente extraiam o caldo da cana nas moendas, depois coziam este caldo até chegar ao ponto de mel. Logo em seguida, era levado a um tanque que distribuía em formas, para esfriar.
Quando o caldo está resfriando, a parte não cristalizada é retirada por um buraco, através da decantação. Quando está sendo desenformado é considerado um pão de açúcar. Porém, ainda era açúcar mascavo, ele passa por vários processos de extração de impurezas chamado purgação.
Porém, ainda era açúcar escuro, mascavo, que ainda passava por vários processos de extração de impurezas chamado purgação. O açúcar puro era vendido à metrópole, já o mascavo era consumido pela colônia.
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