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PNEUMONIA COMUNITÁRIA, image, Captura de tela 2021-11-09 120013, MAPA…
PNEUMONIA COMUNITÁRIA
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Etiologia
Streptococcus pneumoniae (pneumococo) e vírus respiratórios são os patógenos frequentemente detectados
Em boa parte dos casos nenhum patógeno é detectado, devido à dificuldade na obtenção de amostras fidedignas e respostas em tempo hábil
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Epidemiologia
1,2 milhão de pacientes são hospitalizados
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Tratamento
Antibioticoterapia precoce (até 4 horas após o diagnóstico) está relacionada a redução de mortalidade nas formas de pneumonias graves. O período do tratamento é definido de acordo com a gravidade, agente etiológico, complicações associada e evolução clínica do paciente.
TRATAMENTO AMBULATORIAL
O tratamento antibiótico inicial é definido de forma empírica devido a impossibilidade de se obter resultados microbiológicos logo após o diagnóstico da PAC, o que permitiria antibióticos dirigidos a agentes específicos.
A escolha do antibiótico deve levar em consideração:
1) Patógeno mais provável no local de aquisição da doença;
2) Fatores de risco individuais;
3) Presença de doenças associadas;
4) Fatores epidemiológicos, como viagens recentes, alergias e relação custo-eficácia.
A recomendação sugerida para o manejo da PAC é o uso de B-lactâmico ou macrolídeos para os pacientes ambulatoriais, sem comorbidades, nenhum uso de antibióticos, sem fatores de risco para resistência e sem contraindicações ou história de alergia a essas drogas.
PAC TRATADA EM ENFERMARIA
A recomendação atual da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia é o emprego de B-lactâmico associado a um macrolídeo ou fluoroquinolona respiratória isolada.
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PAC tratada em UTI
Em PAC grave e choque séptico, a utilização
de terapia combinada, em comparação com a
mo-noterapia oferece maior benefício ao
paciente.
Para a escolha da terapia combinada deve-se
verificar se o paciente apresenta fatores de
risco para patógenos específicos, para melhor
escolha antimicrobiana.
Para P. aeruginosa a presença de doença
estrutural pulmonar r (DPOC com VEF1 < 30%,
bronquiectasias ou fibrose cística)
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Na ausência de fatores de risco para
pseudomonas poderá ser utilizada a associação de betalactâmico (ceftriaxona ou
cefuroxima) associado a macrolídeo (azitromicina ou claritromicina) ou
betalactâmico (ceftriaxona ou cefuroxima) e quinolona respiratória (levofloxacino ou
moxifloxacino)
Já na presença de fatores de risco para
pseudomonas, a preferência dá-se pela o uso
de quinolonas respiratórias, piperacilinatazobactam, meropenem e/ou polimixina B (em
monoterapia ou terapia combinada).
Para community-acquired methicillin-resistant
S. aureus (CA-MRSA, S. aureus adquirido na comunidade e resistente a meticilina), os
fatores de risco que merecem consideração são: internação hospitalar em até 90 dias antes
do episódio de pneumonia, uso prévio de antibióticos há 90 dias, imunossupressão.
Os medicamentos de escolha para o seu
tratamento são aqueles que inibem a produçãode toxina: clindamicina, linezolida ou
vancomicina, que podem ser utilizados emmonoterapia, associados entre si (linezolida e
clindamicina ou vacomicina e clindamicina) ou à rifampicina no caso de cepas resistentes.
A avaliação da gravidade e das comorbidades é
feita por meio de parâmetros clínicos (ausência de febre por 48-72 horas, melhora clínica) e de
parâmetros de resposta laboratorial (queda da leucocitose, PCR e procalcitonina)
Para pacientes que apresentam boa resposta
clínica, pode-se suspender a terapia ao final do 7° dia.
Pacientes com PAC e suspeita de pneumonia
viral por influenza A subtipo H1N1, além do uso de antiviral, é necessário cobertura para
pneumococo e S. aureus, em casos de suspeita de coinfecção.
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Tem como
Fatores de risco
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Doenças crônicas como Diabetes, insuficiência renal
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Pode apresentar
Complicações
como
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Pneumonia necrosante
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tabagismo, idade avançada DM, alcoolismo são fatores de risco
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Manifestações clínicas
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● Febre
é
marco da pneumonia, porém é ausente em idosos
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Diagnóstico
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Exames de imagem
podem ser
Raio-X
padrão ouro
pois
deve ser solicitado em todos os pacientes internados com suspeita de PAC para
confirmar ou descartar o diagnóstico
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MAPA CONCEITUAL - APG (PROBLEMA 26)
Medicina - 3º Período
Tutora: Profª Drª Marina Pedreira
Subgrupo: 3 Prática: 4
Acadêmicos: Antônios, Carlos Eduardo, Jackeline Ribeiro, Lannucy, Layla, Maria Clara, Yan Víctor
Referências bibliográficas: KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; FAUSTO, N.; MITCHELL, R. N. Robbins. Patologia básica. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
https://www.jornaldepneumologia.com.br/details/2853/en-US/recomendacoes-para-o-manejo-da-pneumonia-adquirida-na-comunidade-2018;