ANÁLISE DE ERROS ALEATÓRIOS
Hipóteses
H0
Hipótese nula
Os grupos são semelhantes no final do trabalho
Não há diferença/correção
H1
Os grupos são diferentes
É aceita ou rejeitada
Se H0 for aceita, a conduta não funcionou
Há diferença/correlação
Se rejeitada
Por consequência, deve-se considerar a hipótese alternativa verdadeira
Trabalho negativo
Trabalho positivo
Conclusão dos autores
O p valor informa se a hipótese nula deve ser aceita ou rejeitada
Superficialmente, p é a probabilidade da amostra ter sido escolhido ao acaso
Maior do que 0,05
Menor do que 0,05
Rejeitar H0
A diferença entre os grupos deve ser real e não um problema de coleta
Arriscado rejeitar a H0
Aceitar H0
A diferença entre os grupos não deve ser real
Erros aleatórios
Falso positivo
Autor rejeita H0
Erro tipo I
Mundo aceita H0
Falso negativo
Autor aceita H0
Mundo rejeita H0
Erro tipo II
As pessoas tendem a ser mais complacente com esse tipo de erro
Análise
1) Olhar o valor de p
2) Observar se há múltiplas comparações
A cada comparação, obtém-se mais informações
Se estiver presente, é arriscado rejeitar H0 mesmo que p seja menor do que 0,05
Análise de desfecho secundário
A conclusão deve ser sobre o desfecho principal
Análise de subgrupo
Pequenas análises dentro de subgrupos
Quando há a troca, chama-se de spin
Truncagem
Interrupção do trabalhos antes do proposto
Geralmente, aceitam uma análise interina com valor de p menor do que 0,05
Análise
Comportamento/variável
Tamanho da amostra
O número mínimo ideal é 400-1000
Quanto menor a amostra, maior a probabilidade de erro tipo II
Variabilidade
Magnitude
Variabilidade do resultado dentro do grupo
Diferença da média entre os grupos
Quanto maior, maiores são as chances de erro tipo II
Favorece baixa magnitude por estreitar a área de análise
Quanto menor, maiores são as chances de erro tipo II
Análise clínica do valor
O poder estatístico é a probabilidade de rejeitar H0 e deve ser de no máximo 80%
Deve ter no mínimo 40 sujeitos