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Timpanometria - Coggle Diagram
Timpanometria
Tipos de Curvas
Curva do tipo A
Pico na pressão entre + 50 e -100 daPa (geralmente ocorre em 0).
Compliância entre 0,3 a 2,0 cm³ (altura – não pode ser abaixo de
0,3 e acima de 2,0)
Esse resultado é esperado em pacientes normais ou em sensorioneurais.
Curva do tipo As ou Ar
Pico na pressão entre + 50 e – 100 daPa.
Diferencia do tipo A pela compliância inferior a 0,3 cm³.
Quanto maior rigidez o sistema tem, mais o som será refletido.
Encontrada em casos de rigidez do sistema ossicular.
Exemplo: Otosclerose
Curva do tipo Ad
Inverso do tipo Ar
Pico na pressão entre +50 e – 100 daPa
Compliância acima de 2 cm³, pico aberto
Encontrada em caso de disfunção da cadeia ossicular
Curva do tipo B
Não é observado pico ( + 200 a – 400 daPa ) – ela é achatada
É importante ir até a – 400 daPa para não se confundir com a C (caso parasse em – 200 daPa, pois o pico da C ocorre em pressões negativas, podendo ocorrer por exemplo – 250 daPa )
Otite média crônica secretora
Curva do tipo C
Pico em pressões que ultrapassam – 100 daPa
Chamado de pico
negativo por ocorrer em pressões subatmosféricas
Pode predizer a otite ou remissão do quadro ou disfunção da tuba auditivia
Curva do tipo D
Possui Duplo Pico
Variação de Pressão
Pesquisa da variação do volume frente ás mudanças da pressão no MAE
+ 200 daPA – Ponto de máxima rigidez, equivale o volume da orelha
externa
Pico – Ponto de máxima complacência
Onde as pressões no MAE e na orelha média se “igualam” (Pressão da Orelha Média = Pressão da Orelha Externa)
Volume orelha externa + orelha média
Pressão negativa ( Até – 400 daPa ) – Ponto onde novamente há a
máxima rigidez.
Teste Eletroacústico