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Suicídio e Síndromes cerebelares - Coggle Diagram
Suicídio e Síndromes cerebelares
Síndromes cerebelares
Definição
Síndromes caracterizadas de acordo com a divisão funcional do cerebelo: síndromes
do vestíbulo, do espino e do cerebrocerebelo.
Etiologia
Ataxia cerebelar esporádica
AVC
Tumor cerebelar
Má formação de chiari
Intoxicacao medicamentosa
Quadro infecciossos e pós infecciosos
Ataxia cerebelar genética
Autossômico dominante
Autossômico recessivo
Ligada ao X
Mitocondrial
Síndrome do vestibulocerebelo
.
Ocorre com certa frequência em crianças de menos de 10 anos
Síndrome do espinocerebelo
Erros na execução motora porque a área afetada deixa de processar informações proprioceptivas dos feixes espinocerebelares e não é mais capaz de influenciar as vias descendentes.
Síndrome do cerebrocerebelo
Ocorre principalmente por lesão da zona lateral e
manifesta-se por sinais e sintomas ligados ao movimento.
Dois quadros
patológicos do cerebelo:
Lesões do vérmis
Lesões dos
hemisférios
Quadro clínico
Hipotonia
Diminuição do tônus muscular
Dismetria
Dificuldade de parar o movimento em determinado ponto
Ataxia
Falta de coordenação dos movimentos voluntários
Assinergia
Incoordenação dos deslocamentos de segmentos
Abasia
incapacidade de manter-se em posição ereta contra a gravidade.
Tremor
Atasia
Incapacidade de manter postura estável
Disartia
Alteração da fala
Nistagmo
Movimento ocular rítmico e involuntário
Discronometria
Atraso no começo e no fim do movimento.
Diagnostico
Avaliação clínica
História familiar detalhada
pesquisa de doenças sistêmicas
RNM - descartar um AVE
Tratamento
Objetivo corrigir a causa e assim alcançar a recuperação do paciente.
Quadro se
torna irreversível o tratamento passa a envolver o uso de dispositivos adaptados
que permitem que o paciente mantenha o máximo de autonomia.
Dificuldade para andar
: Bengalas, Muletas, Andadores ou Cadeiras de rodas.
Dificuldades na coordenação de mãos e braços
: Dispositivos que auxiliam a escrita, a alimentação e os cuidados pessoais.
Para aqueles com dificuldades de fala
: Aparelhos de comunicação.
Uso de remédios antiespasmódicos e relaxantes
Injeções de botox para aliviar a contração dos músculos provocados pelas alterações cerebrais.
Exercícios de fisioterapia para
diminuir os movimentos descoordenados do corpo e para impedi
r o enfraquecimento dos músculos ou a rigidez muscular
Mecanismo de ação dos benzodiazepínicos
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FISIOLOGIA
FUNÇÕES
Avaliar como os movimentos iniciados no telencéfalo estão sendo executados
Corrige as discrepâncias
Envia sinais de retroalimentação para áreas motoras do córtex cerebral através do tálamo
Estes sinais corrigem os erros, tornam os movimentos mais naturais e coordenam movimentos complexos
Controla postura e equilíbrio
Execução de atividades específicas
Jogar, dançar e falar
Funções não motoras
Cognição
Aquisição de conhecimento
Processamento da linguagem
Perda da capacidade de coordenar os movimentos - ataxia
Modificação do padrão de fala :
Marcha cambaleante ou anormal
Bebida alcoólica - inibe atividade do cerebelo
Secundária a doenças degenerativas, traumatismo, tumores encefálicos, fatores genéticos
Suicídio
Definição
O termo suicídio deriva da palavra em latim para “autoassassínio”. Trata-se de um ato fatal que representa o desejo da pessoa de morrer.
Epidemiologia
Há mais de 35 mil mortes por ano (cerca de 100 por dia) nos Estados Unidos atribuídas a suicídio, em contraste a aproximadamente 20 mil mortes anuais decorrentes de homicídio.
Estima-se que haja uma proporção de 25 para 1 entre tentativas de suicídio e suicídios consumados.
Fatores de risco
Diferenças de gênero.
Homens cometem suicídio com frequência quatro vezes maior do que mulheres,
Essa disparidade pode estar relacionada aos métodos usados
Idade.
Ocorrência rara antes da puberdade.
índices aumentam com a idade e destacam a relevância da crise de meia-idade.
Raça.
Os índices de suicídio entre homens brancos são cerca de 2 a 3 vezes maiores do que entre homens e mulheres afro-americanos em toda a vida.
Religião.
Historicamente, protestantes e judeus nos EUA apresentam índices de suicídio mais elevados do que católicos.
Estado civil.
Casamento reduz significativamente o risco de suicídio, sobretudo quando a união gerou filhos.
Ocupação.
Quanto maior o nível social do indivíduo, maior o risco de suicídio, mas uma queda do nível social também aumenta esse risco.
SUICÍDIOS DE MÉDICOS.
Saúde física.
A relação de saúde física e doença com suicídio é significativa.
Doença mental.
Quase 95% de todas as pessoas que cometem suicídio ou que fazem tentativas de suicídio foram diagnosticadas com algum transtorno mental.
Comportamento suicida anterior.
Uma tentativa anterior de suicídio talvez seja o melhor indicador de que um paciente corre re maior risco de suicídio.
Etiologia
Fatores psicológicos: teoria de Freud; teoria de Menninger; teorias recentes;
Fatores sociológico: teoria de Durkheim
Fatores biológicos
Fatores genéticos
Comportamento parassuicida
Diagnostico
As ameaças de suicídio devem ser levadas a sério
O diagnóstico é feito pela entrevista clinica - realizada de forma empática e clara - avalia o risco de comportamentos suicidas
Avaliação:
intenção
ideação
plano suicida
Baixa urgência:
Ocorre ideação suicida mas não há planejamento e a intencionalidade é baixa
Média urgência:
Apresenta planos suicidas possíveis, não tem acesso fácil aos meios
Planejamento como algo possível, para o futuro
Deve ocorrer um agendamento com especialistas em saúde mental entre 7-10 dias
Urgência elevada:
Planejamento claro, com convicção, com intenção nas próximas horas ou dias
Podem ocorrer de ter que exigir internação em serviço de saúde mental de hospital geral ou em hospital psiquiátrico
Nível de periculosidade:
Se existem meios disponíveis: venenos, armas de fogo, remédios armazenados
Acesso aos meios
Tratamento
Avaliação inicial pode ser realizada por qualquer profissional de saúde treinado para manejo de comportamento suicida.
Escuta e Suporte emocional.
Encaminhamento para equipe especializada
Ambulatorial ou de emergência
-
Avaliação psiquiátrica
identifica alguns dos problemas que contribuíram para a tentativa de suicídio e ajuda o médico a planejar o tratamento apropriado.
Estabelecer a causa e ouvir a narrativa do paciente
Entender a tentativa de suicídio, seu pano de fundo, os eventos que a precederam e as circunstâncias nas quais ela ocorreu.
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BAIXO RISCO
(Pensamento e Idealização)
Manejado por qualquer membro da equipe, apoio e suporte emocional, visitas frequentes até consulta especializada.
MÉDIO RISCO
(Plano Suicida)
Pronta atenção multiprofissional.
Apoio, contrato de vida .
Orientação familiar medidas de prevenção aos meios e consulta rápida.
ALTO RISCO
(Planejamento iminente, Ato ou Tentativa)
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