Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
DOR ONCOLÓGICA, Dor NÃO controlada torna-se incapacitante e interfere…
DOR ONCOLÓGICA
ESCADA ANALGÉSICA DA OMS
-
Não opioides, opioides leves, e posteriormente os opioides fortes
-
Analgésicos devem ser introduzidos de forma progressiva e titulados de acordo com a intensidade de dor relatada pelo paciente
Dor intensa
opioides fortes (morfina, hidromorfona, alta dose de oxicodona, fentanil, metadona)
Dor moderada
opioides fracos (hidrocodona, codeína, oxicodona de baixa dose)
-
Coanalgésicos
antidepressivos, anticonvulsivantes, cetamina, anestésicos locais)
Adjuvantes
esteroides, relaxantes musculares, bifosfonatos
INTRODUÇÃO
-
-
-
-
-
natureza:
nociceptiva
dor originária de dano real ou potencial ao tecido não neural, por ativação de nociceptores
-
mista
coexistência de dor de mecanismos distintos na mesma área do corpo, causada pela mesma doença
-
DOR ONCOLÓGICA
Invasão tumoral, compressão de outros tecidos, cirurgia, biópsias, lesão dos tecidos provocados pela radiação, neuropatias por quimio ou por outros tratamentos...
-
-
-
-
AVALIAÇÃO DA DOR
-
-
Classificação
-
-
Qualidade
Neuropática
-
-
A dor segue a distribuição de nervos motores, sensoriais ou autonômicos
-
Nociceptiva
Envolve a ativação dos aferentes sensoriais por estímulos nociceptivos persistentes, transdução, transmissão, modulação e percepção
-
Nociceptores:
-
Polimodal
Estímulos térmicos, físicos e químicos
-
-
Trato espinotalâmico, principal VIA ASCENDENTE que leva informações sobre dor e temperatura
VIA DESCENDENTE: através da medula cinzenta periaquedutal e medula ventral rostral com axônios que atravessam o funículo lateral dorsal
-
-
Somática
Dor "dolorida", em "punhalada", "latejante"
Lesões em regiões dos ossos, articulações e músculos
-
-
-
-
Dor NÃO controlada torna-se incapacitante e interfere sobre os processos de enfrentamento, adaptação e qualidade de vida do paciente!!