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EPILEPSIA, Alunos
Bruno Godoy
Fernanda Vendramini Rosal
Fernanda…
EPILEPSIA
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ETIOLOGIA
Estrutural
- Anormalidades visíveis em estudos de neuroimagem estrutural
- Adquiridas ou genéticas
Genética
- Mutação genética. Genes responsáveis desconhecidos
- Não exclui contribuição ambiental (privação de sono, estresse, doença)
Infecciosa
- Resulta diretamente de uma infecção conhecida, na qual as crises epilépticas são os sintomas centrais da afecção
- Neurocisticercose, tuberculose, HIV, malária cerebral, panencefalite esclerosante subaguda, toxoplasmose cerebral, e infecções congênitas como pelo Zika vírus e citomegalovírus
Metabólica
- Resultado direto de um distúrbio metabólico conhecido ou presumido, no qual o sintoma central do distúrbio são as crises epilépticas.
- Porfiria, uremia, aminoacidopatias ou as crises por dependência de piridoxina.
Imune
- Inflamação imuno-mediada no sistema nervoso central
Desconhecida
- Não é possível determinar a origem do quadro
TRATAMENTO
Pilares
Priorizar qualidade de vida do paciente, menos efeitos adversos
Escolha deve considerar espectro de ação, efeitos adversos, interações, teratogenicidade
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Indicações
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Adultos e crianças com crise de TCG, crianças com crise de ausência, epilepsia rolândica e epilepsia mioclônica juvenil
ácido valproico, lamorigina e etossuximida
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DIFERENÇAS
A epilepsia é uma doença cerebral crônica causada por diversos fatores e caracterizada pela recorrência de crises epilépticas não provocadas.
A convulsão é apenas um tipo mais intenso de ataque epilético, no qual a pessoa perde os sentidos e se debate, podendo morder a língua e urinar na roupa
No entanto, existem crises mais fracas, caracterizadas por breves desligamentos, formigamentos ou contrações restritas a alguns grupos musculares
Se ocorrerem de maneira recorrente, configuram epilepsia
Toda convulsão é uma crise epiléptica, mas além da convulsão existem várias formas de crises epilépticas
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Classificação
Epilepsia Generalizada
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podem apresentar um conjunto
de diferentes tipos de crises que incluem: crises de ausência, mioclônicas, atônicas, tônicas e tônico-clônicas
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Epilepsia Combinada
mesmo paciente apresenta
tanto crises focais, como crises generalizadas
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Tipos
Crises focais
Crises no lobo temporal
Sensação estranha no estômago ou dizer que esta sentido cheiro estranho, pode ter sentimentos de medo, ansiedade ou perda da realidade
Crises do lobo frontal
Sintomas pode incluir acordar à noite, debater-se e movimentar as extremidade inferiores
Crises de lobo occipital
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Os sintomas podem ocorrer de forma espontânea ou não, sendo desencadeada por estímulos visuais, como luzes piscantes ou padrão repetitivo
Crises no lobo parietal
Gera distúrbios da sensibilidade. Podemos citar calor excessivo, formigamento, dormência.
Crises Generalizadas
Crises de ausência
Envolvem uma interrupção repentina do movimento com o olhar fixo, às vezes, ocorre uma leve perda no tônus muscular
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Diagnóstico
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Outros exames também são realizados para descartar meningite, uso de drogas e síncope como: punção lombar e exames laboratoriais
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Epilepsia
Definição
A epilepsia não é uma entidade sin- gular, havendo uma certa variação na definição dos termos crises convulsi- vas, epilepsia e síndrome epiléptica.
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Epidemiologia
Atualmente, estima se que há mais de 50 milhões de pessoas com epilepsia no mundo.
a maioria vivendo em países em desenvolvimento onde a qualidade de vida é pior e a incidência de infecções do sistema nervoso central (SNC) é maior.
Na população mundial, a prevalência de epilepsia encontra-se entre 1,5 e 30 casos para cada mil habitantes.
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Alunos
- Bruno Godoy
- Fernanda Vendramini Rosal
- Fernanda Paula
- Ana Luiza Araujo
- Letícia Lima
- Karlay Queiroz
- Fernando Vieira
- Daniel Faria