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Epilepsia, Elza Armondes, Anna Camilla, Walker, Thaís Carvalho, Letícia…
Epilepsia
- Definição e epidemiologia:
Definição
Doença crônica em que a Atividade elétrica anormal, ocorre de forma sustentada
Levando ao aparecimento de crises epilépticas e as suas conseqüências neurobiológicas, cognitivas, psicossociais.
Requer a ocorrência de duas ou mais crises epilépticas espontâneas, >24h.
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Convulsão
É um distúrbio em que ocorre contração involuntária dos músculos do corpo ou de uma parte dele, devido ao excesso de atividade elétrica em algumas áreas do cérebro.
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Epidemiologia
- Segunda a OMS, a epilepsia é uma das doenças neurológicas mais comuns;
- Aproximadamente uma em cada dez pessoas apresentará, em algum momento da vida, uma crise epiléptica.
- A maioria dos pacientes que apresentam uma crise epiléptica não tem epilepsia.
- A epilepsia pode manifestar-se em qualquer fase da vida.
- Nos países industrializados observam-se dois picos de incidência:
No primeiro ano de vida (decorrente de processos pré, peri e pós-natais)
Após a sétima década de vida (decorrente, entre outras causas, de doenças neurológicas degenerativas e de lesões vasculares).
- A incidência e prevalência na faixa etária acima dos 70 anos é duas a três vezes maior que na infância.
- Em São Paulo, a prevalência de epilepsia é maior em idosos (0,85%).
- Em nosso meio, cerca de 38% dos pacientes epilépticos não recebiam tratamento adequado (19% sem medicação).
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- Classificação das crises Convulsivas:
Termos Anteriores
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Atônica
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Ausência ou Pequeno mal
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Espasmos Infantis
Grande Mal
Jacksoniana
Parcial Complexa
Parcial Simples
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Generalizada tipo tônico-clônica
Focal para tônico-clônica bilateral
Tônico-clônico de início desconhecido
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O paciente cai subitamente no chão com muita rigidez muscular (braços e pernas duros) e contração involuntária. A pessoa também pode salivar, morder a língua e emitir sons.
Esta crise é mais extensa, pode durar de um a três minutos. Ao final, o paciente sente cansaço extremo, sonolência, confusão mental e amnésia.
Generalizada tipo espasmos epiléticos
Focal tipo espasmos epiléticos
Espasmos epiléticos de início desconhecido
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Ocorre em virtude da excitabilidade excessiva dos neurônios, causando uma despolarização das membranas e consequentemente a liberação de NEUROTRANSMISSORES
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Manifestações motoras
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Tônica
Hipertonia muscular
Contração tônica dos membros, habitualmente simétrica
Elevação dos braços, anteflexão do pescoço e supraversão ocular
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Espasmos epilépticos
Podem ser focais, generalizados ou não classificáveis
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Priorizar a qualidade de vida do paciente, o controle de crise e tentar utilizar aquele fármaco com menos efeitos adversos.
monoterapia, em mínima dose efetiva até dose máxima tolerada, diminuindo assim os efeitos adversos, possíveis interações medicamentosas e facilitando a adesão terapêutica.
Se for necessário, deve ser realizada a associação de medicamentos, evitando fármacos com interações complexas, mecanismo de ação diferentes e evitar o uso de mais de três fármacos.
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Adultos e crianças com crises TCG, crianças com crises de ausência, Epilepsia Rolândica e Epilepsia Mioclônica Juvenil >
ácido valproico (1ª escolha), lamotrigina e etossuximida
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DIETA CETOGÊNICA
• Dieta rica em gorduras, adequada em proteínas e pobre em carboidratos.
• Indicada desde a infância
• A DC é considerada como primeira linha de tratamento
Na maioria dos casos pode ser feito clinicamente através de uma boa anamnese e um exame físico geral
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Para afirmar que um paciente tem epilepsia deve encaixa-ló em pelo menos 1 dos critérios diagnósticos
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TIPOS DE EPILEPSIA
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3 - Epilepsia Combinada
A Epilepsia Combinada ocorre quando um mesmo paciente apresenta tanto crises focais, como crises generalizadas. O diagnóstico de ambos os tipos de crises é feito com bases clínicas, corroborado pelas descargas no EEG.
Exemplos comuns nos quais ambos
os tipos de crises estão presentes são as síndromes de Dravet e de
Lennox-Gastaut.
Sindrome de Dravet
corresponde a uma epilepsia genética da infância caracterizada por
crises resistentes a fármacos, muitas vezes induzida por febre e que frequentemente resulta
na deterioração cognitiva e motora
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Síndrome Epiléptica
Uma síndrome epiléptica se refere
a um conjunto de características incluindo tipos de crises, EEG e características de imagem, que tendem a ocorrer juntas.
Frequentemente tem
características dependentes da idade tais como idade de início e remissão (quando aplicável), desencadeadores de crises, variação diurna e algumas
vezes prognóstico
Estado do MAL EPILÉPTICO
a presença de duas
ou mais crises sem a completa recuperação da consciência entre elas ou uma crise com mais de 30 minutos de duração
Elza Armondes, Anna Camilla, Walker, Thaís Carvalho, Letícia Souza, Nara, Johnny, Tonny.
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