Principais hormônios: gonadotrofina coriônica humana (hcG); progesterona, estrogênio, lactogênio placentário humano (hPL), hormônio de crescimento (HC), tiroxina, insulina, glucagon, cortisona, aldosterona, renina-angiotensina, calcitonina
Metabolismo Glicídico: no 1 trimestre o feto utiliza bastante as reservas de glicose, levando a uma tendência de hipoglicemia e redução das necessidads de insulina. Ja no 2 trimestre, há um aumento da resistência insulinica devido a própria ação dos hormônios gestacionais, e no 3 trimestre há uma queda de aproximadamente 50% da sensibilidade insulinica
O hPL é possui uma resistência à insulina, impactando assim na gestação e, ainda há aumento de outros hormônios, como o cortisol, os estrógenos, a progesterona e a prolactina, que também contribui para a diminuição da sensibilidade à insulina
A resistência insulinica durante essa fase é importante no sentido de fornecer nutrientes preferencialmente ao feto e permitindo o acumulod e tecido adiposo materno
O aumento do nível da glicose insulina ocorre após as refeições, estimulando, dessa forma, o armazenamento de lipídios.
No jejum, os níveis de glicose diminuem e a lipólise é estimulada.
Tudo isso contribui com o fornecimento adequiado de nutrientes para o feto
Metabolismo Lipídico: é modificado por diversas ações de hormônios, mas sempre com a finalidade de garantir o fornecimento adequado tanto de nutrientes como de energia ao feto. Os triglicéries e colesterol costumam aumentar aproximadamente 300 e 500% respectivamente, principalmente no 3 trimestre, isso pode ser justificado pelo aumento da atividade da lipase hepática e a redução da lipoproteína lipase diminuindo o catabolismo dos triglicerídeos.
Os hormônios que mais influenciam esas etapa são: estrogênio, progesterona, lactogênio placentário humano, alémd a própria resistência insulínica gestacional que aumenta o nível de TG ao diminuir a lipólise