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CAD, COMPLICAÇÕES AGUDAS, COMPLICAÇÕES CRÔNICAS - Coggle Diagram
CAD
CETOACIDOSE DIABÉTICA
Mais comum em diabetes tipo 1
Manifestações
: um dia ou mais de poliúria, polidipsia, náusea, vômitos e fadiga pronunciada, com torpor eventual que pode evoluir para o coma.
Dor e hipersensibilidade abdominais
hálito tem um odor característico de fruta
presença de hipotensão e taquicardia
Hiperglicemia
→ Direse osmótica, desidratação e perda crítica
dos eletrólitos
Hiperosmolalidade
→ hiperglicemia → desvio da água e do potássio do meio intra para o extracelular
Com frequência, é precedida de estresse físico ou emocional
Fatores desencadeantes
1º
Infecção → resistência a insulina e ao aumento de hormônios contrarreguladores
Ex. pneumonia, infecção do trato urinário, pé diabético, sinusite ...
2º
Baixa adesão ao tratamento
Diabetes tipo 1 durante a adolescência
Outro
Doenças ateroscleróticas em pacientes com mais de 40 anos
Ex. IAM, AVC
Aumento dos níveis de ácidos graxos → produção de cetonas pelo fígado
Ausência da Insulina → mobilização de AG do tecido adiposo
Estresse = ↑ liberação hormônios gliconeogênicos, predispondo à acidose
Omissão da insulina ou seu uso inadequado
PRINCIPAIS DISTÚRBIOS METABÓLICOS
HIPERGLICEMIA
CETOSE
ACIDOSE METABÓLICA
DIAG. DEFINITIVO
Hiperglicemia
Baixo nível sérico de bicarbonato
pH baixo
Com cetonemia e cetonúria moderada.
:red_flag: <7,3
:red_flag: <15 mEq/L
:red_flag:>250 mg/dL
TRATAMENTO
Obj:
Melhorar o volume circulatório e a perfusão tecidual, diminuir o nível de glicemia, corrigir a acidose e os desequilíbrios eletrolíticas.
Administração de insulina e de soluções de reposição hidroeletrolítica por via intravenosa
Exames laboratoriais
frequentes para monitorar os níveis de glicemia e os níveis séricos de eletrólitos
é causada pelo excesso de cetoácidos que exigem tamponamento por íons bicarbonato, levando a uma acentuada redução dos níveis séricos de bicarbonato.
EMERGÊNCIA MÉDICA
HIPOGLICEMIA
Glicemia de jejum menor que 70
Triade de Wipple
Glicose plasmatica baixa
Aumento da glicose
Resolução dos sintomas
Sintomatologia típica
Fisiologia
Ativação da Via do Glucagon
Causas
Tratamento da Diabetes
Dose Elevada
Periódo de ADM
Tipo incorreto
Alcool
Insuficiência Orgânica (Renal, Hepática, Cardíaca)
Doente Critíco
Deficiência Hormonal
Influxo de glicose
Sintomas
Manifestações Neurogênicas
Palpitação, Tremores, Sudorese, parestesia, fome
Manifestações SNC
Alteração comportamental, Confusão, Fadiga, Convulsão, Perda da Consciência
ESTADO HIPERGLICÊMICO HIPEROSMOLAR
Caracteriza-se por
Hiperglicemia
Glicose sanguínea >600 mg/dL
Hiperosmolaridade
Osmolaridade plasmática >320 mOsm/L
desidratação, ausência de cetoacidose e depressão da consciência.
Mais comum em diabetes tipo 2.
↑ da osmolaridade sérica → retira água das células corporais
A condição pode ser complicada por eventos tromboembólicos
Manifestações:
fraqueza, desidratação, poliúria, sinais e sintomas neurológicos e sede excessiva.
Neurológicas:
hemiparesia, reflexos de Babinski, afasia, fasciculações muscu- lares, hipertermia, hemianopia, nistagmo, alucinações visuais, convulsões e coma.
Desencadeada:
deficiência parcial ou relativa de insulina, que reduz a utilização de glicose ao mesmo tempo que induz hiperglucagonemia e aumento do débito hepático de glicose.
TEORIAS DA PATOGENIA
Via do Poliol
Probelamas com a oxigenação dos tecidos
Formação dos produtos finais de glicação avançada
Proteinoquinase C
NEUROPATIAS
Neuropatia Somática
Neuropatia Autônoma
Distúrbios da Motilidade Gastrointestinal
INFECÇÕES
Certos tipos de infecções representam uma preocupação comum em diabéticos e podem ocorrer com maior frequência, são elas:
Infecções dos tecidos moles das extremidades
Osteomielite
Infecções das vias urinárias e pielonefrite
Infecções da pele e das mucosas por Candida
Cáries dentárias
Tuberculose
A resposta subótima à infecção numa pessoa com diabetes é causada pela presença de complicações crônicas.
Como doença vascular e neuropatias, bem como pela presença de hiperglicemia e alteração da função dos neutrófilos.
Os déficits sensitivos podem fazer com que o indivíduo com diabetes ignore traumatismos e infecções de menor gravidade, e a doença vascular pode comprometer a circulação e o aporte de células sanguíneas e outras substâncias necessárias para a produção de uma resposta inflamatória adequada e efetuar a cura.
. O diabetes e os níveis elevados de glicemia também podem comprometer as defesas do hospedeiro, como a função dos neutrófilos e células imunes.
COMPLICAÇÕES MACROVACULARES
Pacientes com DM tipo 2 tem complicações macrovasculares devido as fatores de risco que fazem parte da síndrome metabólica
Manejo: controle dos fatores de risco e se necessário tratamento para as complicações
Indivíduos com diabetes apresentam fatores de risco para essas doenças, como por exemplo: obesidade, hipertensão, hiperglicemia, hiperinsulinemia..,
ÚLCERA DO PÉ DIABÉTICO
A base da suscetibilidade acentuada é multifatorial e inclui funções neutrofílicas reduzidas e produção de citocinas pelos macrófagos prejudicada.
O comprometimento vascular também reduz a distribuição das células e moléculas circulantes que são requeridas pela defesa do hospedeiro.
NEFROPATIAS
A nefropatia diabética pode evocar uma variedade de síndromes clínicas, afetando os SNC, os nervos sensorimotores periféricos e o SNA
RETINOPATIAS
Danos visuais, algumas vezes cegueira total.
A lesão fundamental da retinopatia é atribuída a superexpressão de VEGF induzida por hipóxiana retina.
Tratamento inclui administração intravítrea de agentes antiangiogênicos.
Cerca de 60% a 80% dos pacientes desenvolvem alguma forma de retinopatia diabética aproximadamente 15 a 20 anos depois do diagnóstico.
COMPLICAÇÕES AGUDAS
COMPLICAÇÕES CRÔNICAS