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DIABETES MELLITUS TIPO 1, Tutora Niedja
Grupo 4 - Problema 3, dropped…
DIABETES MELLITUS TIPO 1
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Quadro Clínico
Nas pessoas com diabetes do tipo I, os sintomas começam de uma forma brusca e grave. Além de que um quadro clínico grave denominada cetoacidose diabética, pode ocorrer quando o organismo desse paciente produz ácido em excesso. Esse problema ocorre quando não há insulina suficiente no corpo.
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Fisiologia do Pâncreas
A parte endócrina do pâncreas é composta por aglomerações de células, as chamadas ilhotes de Langerhans que são dispostas no parênquima pancreático
- Essas células secretam insulina, glucagon e somastatina.
- Dentro das ilhotes há uma divisão de 4 tipos celulares: Alfa, beta, delta e 4º tipo. As responsáveis pela secreção de insulina é o tipo celular beta #
O estímulo mais importante que desencadeia a liberação da insulina é a glicose, que inicia a síntese insulínica nas células beta pancreáticas
Insulina #: é especialista em colocar glicose e potássio para dentro das células, e em estocar glicose
- Sua principal função metabólica, é a de aumentar a taxa de transporte da glicose para o interior de determinados tipos celulares corporais (células musculares estriadas e em baixo grau os adipócitos)
A insulina possui várias funções mitogênicas, incluindo o início da síntese de DNA em determinadas células
A insulina estoca a glicose através da formação de glicogênio que vai se acumular no fígado e estimular a captação e utilização de glicose pelos tecidos musculares e adiposos
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- O efeitos metabólicos da insulina são resumidos em: Anabólicos com aumento da síntese e diminuição da degradação do glicogênio, lipídio, e proteínas
Tipos de Diabetes
Diabetes Mellitus tipo 1
- Causado pela deficiência de insulina
- Pacientes jovens
- Início abrupto de sintomas
- Causa + comum: autoimune (produção de autoanticorpos contra as ilhotas de Langerhans do pâncreas)
- Sintomas + comuns: poliuria, polifagia e polidipsia
- Diagnóstico: comum ter cetose por causa da pouca produção de insulina endógena
Diabetes Insipidus
- Doença do sistema endócrino
- Distúrbio na síntese, secreção ou ação do ADH - dificuldade de concentração na urina - poliuria + secreção elevada da urina hipotônica
- Pode ser genética ou adquirida por uso de drogas, medicamentos e tumores
Diabetes Mellitus tipo 2
- Fator hereditário (genético)
- Comum associação a obesidade
- Ocorre em qualquer idade
- Produção e secreção normal de insulina, mas com resistência periférica a esse hormônio
- Sintomas semelhantes a do tipo um só que mais “arrastados”
Diabetes Gestacional
- Inicia durante a gestação
- Costuma ser assintomático
- Detectado geralmente pelo teste oral de tolerância a glicose
- Ocorre por: elevação de hormônios contrarregulatorios da insulina, estresse fisiológico da gestação, fatores ambientais e genéticos
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Diagnóstico
O diagnóstico de diabetes do tipo 1 é geralmente óbvio quando é observado o quadro clínico, mas pode ser confirmado por meio de exames adicionais. Níveis baixos de peptídeo C e presença de um ou mais marcadores autoimunes são consistentes com um diagnóstico de diabetes do tipo 1.
De acordo com as diretrizes atuais, só se deve fazer o rastreio de DM em pacientes que tenham ao menos, idade maior que 45 anos e obesidade +1 fator de risco no mínimo
Diagnóstico é realizado através da dosagem sanguínea da glicemia ou da hemoglobina glicosilada,São necessários dois exames de sangue, colhidos em dias diferentes:
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Glicemia em qualquer momento do dia acima de 200 mg/dl,
Hemoglobina glicoslada (HbA1c) maior que 6,5%.
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Tratamento
Não existe cura, mas o tratamento a longo prazo reduz a incidência de complicações
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Anatomia do Pâncreas
O pâncreas é uma glândula acessória da digestão, alongada e retroperitoneal. Ele produz:
- Secreção exócrina: suco pancreático, produzido pelos ácinos
- Secreções endócrinas: glucagon e insulina, produzidos pelas ilhotas pancreáticas ou de Langerhans
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Drenagem venosa: é feita por meio das veias pancreáticas correspondentes; a maioria delas drena para a veia esplênica
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