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Treze Colônias - Coggle Diagram
Treze Colônias
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Causas da Independência
A Guerra dos Sete Anos, que elevou a crise financeira da Grã-Bretanha, fez com que os britânicos aumentassem os impostos cobrados nas treze colônias a fim de cobrir as despesas de guerra.
Além disso, os colonos também receavam que a metrópole não os socorreria em caso de ataques indígenas, o que acabou provocando um sentimento de que haviam sido "esquecidos" pela metrópole.
O processo de independência das Treze Colônias ocorreu ao longo do século XVIII e teve como pano de fundo as disputas territoriais entre os colonos ingleses e franceses.
Com a difusão das ideias iluministas da Europa e sua mensagem de liberdade política, os colonos entenderam que poderiam dispensar o governo britânico.
O estopim para formalizar a independência foi o Imposto do Selo estabelecido pela Grã-Bretanha e a imposição do monopólio da venda do chá à Companhia das Índias Orientais, sem a aprovação dos colonos.
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Colônias do Centro
Os colonos se dirigiam ali especialmente em busca de liberdade religiosa e política. Assim, desenvolveram uma ligação muito forte entre a religião e a política, pois as decisões eram tomadas em assembleias na igreja.
O clima era hostil e a agricultura não era rentável. Desta maneira, os colonos se dedicaram à pesca e à captura de baleias fazendo o porto de Boston a principal porta de saída e entrada de produtos.
As colônias do centro estavam formadas por Nova York, Nova Jersey, Pensilvânia e Delaware.
Colônias do Sul
Ao contrário das colônias do norte, as áreas exploradas na região sul da costa leste tiveram uma ocupação distinta. Nessa região, o clima era subtropical, o que favoreceu a implantação da monocultura de produtos como arroz, algodão e tabaco.
No sul era mais comum o trabalho da lavoura ser realizado por negros escravizados. A produção era voltada basicamente para a exportação, e baseada na grande propriedade.
As colônias do sul estavam constituídas por Maryland, Virgínia, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia.
Independência
Desde o início, as colônias inglesas na América tiveram autonomia política e administrativa, se comparadas ao modelo espanhol e português.
Isso acabou gerando uma consciência nos colonos de que eles não precisavam da Inglaterra para se desenvolverem. Dois séculos mais tarde, este pensamento seria o indutor do processo de Independência.
As colônias eram administradas por governadores nomeados pelo rei inglês. Os governadores recebiam assessoria de uma assembleia eleita por colonos que ficava responsável pelo recolhimento de tributos.