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Filosofia do direito medieval - Coggle Diagram
Filosofia do direito medieval
contexto histórico prévio
Império romano
poder hegemônico até 476, quando houve a cisão dos impérios
construção
escassa
da filosofia do direito
forte
embasamento
sob os aspectos sociais gregos
Helenismo
(admiração e cópia dos ideias gregos)
procura de soluções
técnicas
Estoicismo
Crença na existência de um direito natural objetivo e permanente (recta ratio)
perene
universal
possível de ser observado em qualquer civilização
principal autor representante
Cícero (106 a 43 a.c)
em seus escritos é possível verificar a recta ratio como:
imutável
eterna
gravado perante todos os corações, conforme a natureza
não pode ser contestada, anulada ou derrogada por leis humanas
impossibilidade do homem desprende-se de tal direito
imagem de Deus como imperador e mestre do direito
principal contexto de embasamento aos estudos de agostinho
Cristianismo
surgimento pelo processo de depuração dos textos de matriz cristã (escola patrística)
estabelecimento das bases teóricas da igreja
principais contribuintes: santo agostinho e paulo de tarso
expansão do cristianismo sobre o império romano
estabelecimento do édito de milão (constantino 313)
liberdade de culto ao cristianismo
edito de tessalônica (teodósio 380)
cristianismo como religião do estado
conduta adotada
filosofia medieval fortemente submissa ao cristianismo
Amarras do cristianismo
não se podia realizar uma leitura do direito livre da religião
não se podia fugir do que era estabelecido pela palavra sagrada
substituição da razão livre pela fé inquestionável