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DISFUNÇÃO ERÉTIL, Grupo 4
Prof: Ana
Ana Clara Marinho
Barbara Sales
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DISFUNÇÃO ERÉTIL
DEFINIÇÃO
Apesar de ser doença benigna, ela afeta a saúde física e psicossocial e tem um impacto significativo sobre a qualidade de vida (QV) dos pacientes, seus parceiros e famílias
As disfunções sexuais masculinas podem ocorrer em qualquer fase do ciclo de resposta sexual, ou seja: desejo, excitação, orgasmo/ejaculação e resolução.
relacionadas à fase de ejaculação/orgasmo: ejaculação precoce, ejaculação retardada, ejaculação retrógrada,
anaejaculação e anorgasmia;
dispareunia, distúrbio que se caracteriza pela presença de dor à relação sexual, que pode ocorrer em todas as
fases do ciclo.
relacionadas à fase de desejo/excitação: desejo sexual hipoativo, impulso sexual excessivo e disfunção erétil;
A disfunção erétil (DE) é a incapacidade persistente de obter e manter uma ereção
suficiente para permitir um desempenho sexual satisfatório.
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FISIOPATOLOGIA
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Esses fatores, combinados ou não a outras condições estão incluídos em 5 grandes grupos de fatores responsáveis pela DE, como:
Fator Vascular
Fatores de risco para doença aterosclerótica e disfunção erétil são semelhantes e devem ser abordados de maneira conjunta.
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A maioria dos casos de DE arteriogênica é atribuída à doença arterial difusa. O que ocorre, basicamente, é a falha dos mecanismos de vasodilatação das artérias do corpo cavernoso.
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Fator Endócrino
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Hiperprolactinemia, distúrbios da tireoide, síndrome de Cushing e doença de Addison podem causar diminuição da libido e disfunção erétil.
Baixos níveis de testosterona presente na deficiência androgênica do envelhecimento masculino (DAEM) têm impacto negativo sobre a função sexual e ereção
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Fator Psicogênico
A DE psicogênica é definida pela incapacidade do indivíduo conseguir ou manter ereções satisfatórias de origem predominantemente psicológica.
Ansiedade, sentimento de culpa, medo e estresse estão em geral presentes nesses pacientes.
Importante atentar para medicações usadas no tratamento de distúrbios psiquiátricos e que podem influenciar negativamente a função sexual
DIAGNÓSTICO
Avaliação psicológica
Deve ser realizada também como parte da triagem inicial para determinar se fatores psicossociais estão relacionados à DE e podem requerer avaliação e/ou tratamento psicológico;
Testes laboratoriais
Recomendados para excluir eventuais quadros de diabetes não diagnosticados ou outras doenças sistêmicas
incluem glicemia e/ou hemoglobina glicosilada, testosterona e perfil lipídico.
Exames radiológicos
Cavernosografia
Exame muito utilizado com o objetivo de avaliar, radiologicamente, pela injeção intracavernosa de contraste, os corpos cavernosos e a drenagem peniana
Atualmente, sua indicação é restrita aos casos de doença cavernoso-vaso-oclusiva de origem traumática em candidatos a
cirurgia vascular;
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História sexual
Deve ser obtida tanto do paciente quanto do
parceiro ou da parceira sexual, sempre que possível;
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História clínica
Importante para a descoberta de fatores que podem desempenhar algum papel no desencadeamento de quadros de disfunção erétil
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Arteriografia
Pode ser utilizada em pacientes com indicação cirúrgica de revascularização arterial peniana, representadas habitualmente por jovens com disfunção erétil originada de traumatismo pélvico.
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Grupo 4
Prof: Ana
Ana Clara Marinho
Barbara Sales
Daniel Avila
Marcio Trevisan
Osmar Filho
Sabryna Coelho
Saray Sallin
Thais Leticia