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HEMIPLEGIA LARINGEANA EM EQUINOS, DISCENTE: ANDRESSA PEREIRA DUARTE -…
HEMIPLEGIA LARINGEANA EM EQUINOS
DESCRIÇÃO
Distúrbio em que há paralisia da musculatura laringeana impedindo a abdução e a adução eficazes das cartilagens aritenoides.
EPIDEMIOLOGIA
Cavalos de esportes são mais propensos; Raças maiores; Animais com idade de 2 a 3 anos.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
Deslocamento dorsal do palato mole; Cistos subepiglóticos; Condrite aritenóidea; Aprisionamento da prega ariepiglótica.
DIAGNÓSTICO
• Anamnese;
• Sinais clínicos;
• Exame físico (em repouso, em exercício e após exercício);
• Exames complementares: endoscopia.
ETIOLOGIA
Sequelas de garrotilho, inflamação perivasculares na região, micoses nas bolsas guturais, abcessos perineurais recorrentes, neoplasias no pescoço, decorrentes de processos cirúrgicos, intoxicações, deficiência de tiamina, idiopática.
SINAIS CLÍNICOS
• Diminuição da performance;
• Intolerância ao exercício;
• Ruído respiratório;
• Hipóxia e hipercapneia;
• Acidose metabólica;
• Colapso respiratório.
CLASSIFICAÇÃO
•
Grau I
-Abdução e adução sincronizadas simétricas completas das duas cartilagens aritenóides;
•
Grau II
- Movimento não sincronizado da cartilagem aritenóide esquerda;
•
Grau III
- Movimento não sincronizado da cartilagem aritenóide esquerda, abdução completa da cartilagem aritenóide esquerda não pode ser induzida por deglutição ou oclusão das fossas nasais;
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Grau IV
- Assimetria das cartilagens aritenoides.
TRATAMENTO
•
Clínico:
com medicamentos para doença base, mas geralmente sem sucesso;
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Cirúrgico:
Traqueostomia (emergência); Ventriculectomia com cordectomia; Ventriculectomia + aritenopexia.
DISCENTE: ANDRESSA PEREIRA DUARTE