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Características as clinicas do paciente com dor. - Coggle Diagram
Características as clinicas do paciente com dor.
A identificação do perfil de pacientes com dor é fundamentada na história clínica
Características importantes podem surgir no primeiro contato, nos movimentos, nos gestos e na maneira
como o paciente relata a sua história e as suas queixas.
Nem todas as dores agudas indicam a necessidade de buscar os serviços de emergência.
A dor mantida e persistente altera o estado geral da saúde, tornando a pessoa doente por causa da dor.
0 paciente com dor crônica tem dificuldades em lidar com os seus sintomas.
o sofrimento excessivo e as múltiplas queixas de dor se misturam a outros sintomas,
fadiga corporal
rigidez musculoesquelética
problemas gastrintestinais
distúrbios do sono
dificuldades para realizar atividades
diárias e exercícios.
depressão.
ansiedade
Com frequência o exame de imagem e exames complementares podem falar ao identificar uma causa concreta para dor, sendo bem normais ou incompatíveis com as queixas.
a dor que se arrasta por longos períodos faz com que os
pacientes percam a esperança sobre a melhora de sua condição de saúde.
Frequentemente, os exames de imagem e o exame físico são úteis na dor aguda, mas Falhos na
dor crônica.
O fisioterapeuta irá lidar com situações que envolvem as reações emocionais e comportamentais.
Os pacientes em grande sofrimento, deprimidos ou com elevados níveis de catastrofização pela dor podem
desenvolver ideias suicidas, devendo o fisioterapeuta encaminhá-los a outros profissionais.
A busca pela cura, por um diagnóstico clínico ou um tratamento milagroso e rápido são expectativas utópicas na dor crônica.
É comum a frustração e a não conclusão dos tratamentos.
Clinicamente, a dor pode se apresentar de diversas maneiras e está associada a múltiplos sintomas.
Surgem novas abordagens para a dor, de acordo com os mecanismos clínicos.
A compreensão desses mecanismo clínicos auxiliam no julgamento e raciocínio clinico da avaliação, no tratamento e no prognóstico do paciente com dor.
Os mecanismos clínicos foram divididos em: periféricos, centrais e associados
Os mecanismos periféricos são
encontrados quando a lesão primária está localizada nos tecidos periféricos
Os mecanismos centrais estão envolvidos quando a dor é produzida por alterações no processamento da
dor no SNC.
Os mecanismos associados são os que influenciam a nocicepção relacionados a outros sistemas, como o
motor, autonômico, endócrino, metabólico e imunológico
.
A avaliação e a mensuração da dor são processos contínuos de raciocínio clínico, com mudanças frequentes,
que necessitam de medidas quantitativas e qualitativas.
Devem envolver o modelo biopsicossocial em todos os seus aspectos associados a questões pertinentes à
fisioterapia, como capacidades funcionais, restrições na participação de atividades e hábitos.
Um dos pontos mais importantes da avaliação e do tratamento de pacientes com dor é estabelecer uma
relação eficaz.
os pacientes com lesões no SNC e outras desordens que afetem as áreas da memória, linguagem e cognição
provavelmente terão dificuldades em relatar a dor ou a experiência dolorosa.
É importante observar mudanças na rotina diária, como alimentaçã0, higiene pessoal, ficar mais restrito ao
domicilio ou fazer maiores períodos de repouso.