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Sentindo na pele, Referências:, TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan.…
Sentindo na pele
Pâncreas
Anatomia
É um órgão acessório exócrino do aparelho digestivo e também glandular.
Localiza-se transversalmente na parte superior da cavidade abdominal.
Pode ser dividido em três partes:
A cabeça, a qual é a porção mais larga.
O corpo, que corresponde à porção central e mais extensa.
A cauda, que corresponde à porção mais fina e estreita.
Sua função se distingue em dupla:
Para o exócrino encarrega-se da produção e envio de enzimas digestivas para o intestino delgado.
Para o endócrino é responsável pela elaboração e secreção dos hormônios insulina e glucagon para o sangue.
O canal de Winsurg é um ducto excretório, o qual acompanha toda a extensão do pâncreas.
Através da ampola de Vater realiza a conexão com o duodeno se juntando ao ducto biliar,
O esfíncter de Oddi com a ampola de Vater faz a regulação da secreção pancreática no trato gastrointestinal.
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Fisiologia
Exócrino:
Glândulas tubeloalveolares.
Ácinos e ducto.
Enzimas digestivas e bicarbonato.
Endócrino:
Ilhotas de Langerhans.
Metabolismo intermediário.
Insulina e glucagon.
Metabolismo intermediário que é um conjunto de reações bioquímicas responsáveis pela síntese e degradação das moléculas orgânicas. Carboidratos, lipídeos e proteína.
Liberação bifásica da insulina:
Primeira fase demora de dois a dez minutos, grânulos pré-formados.
Segunda fase ocorre a síntese de insulina e liberação sustentada.
Pâncreas endócrino: 4 células.
β (60%): insulina.
α (25%):glucagon.
δ (10%): somatostatina.
PP (2%): polipeptídeo pancreático.
Histologia
É uma glândula mista, com parte exócrina e endócrina.
Glândula endócrina, que possui função de secretar hormônios.
Tecido pancreático é formado por componente exócrino, células arranjadas em ácinos serosos.
Possui dois tipos de tecido glandular:
A parte exócrina produz os ácinos que sintetizam e secretam uma variedade de enzimas essenciais para “descansar e digerir” corretamente.
A parte endócrina é formada pelas ilhotas de Langerhans, que produzem
e secretam hormônios, que regulam a glicose, os lipídios e o metabolismo das proteínas.
Dois tipos de células: as betas, responsáveis pela produção de insulina, e as células alfa, que produzem o glucagon.
O pâncreas é revestido por uma cápsula de tecido conjuntivo denso.
Possui função de enviar septos para o seu interior e dividi-lo em lóbulos, contendo vasos sanguíneos, vasos linfáticos e nervos.
O estroma é formado pelos septos interlobulares e fibras reticulares.
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Metabolismo da glicose
A insulina e glucagon em conjunto fazem o papel de manter as concentrações de glicose sanguínea normais.
Uma elevada concentração de glicose sanguínea resulta na secreção de insulina: a glicose é transportada nas células do corpo.
A absorção de glicose pelo fígado, rim e células do cérebro é por difusão e não requer insulina.
Os efeitos do glucagon são opostos aqueles da insulina, ou seja, quando há uma baixa concentração de glicose no sangue.
Glucagon: a ação específica mais importante desse hormônio é promover a degradação do glicogênio armazenado nas células hepáticas e promover a saída para o sangue das moléculas de glicose geradas a partir deste processo metabólico.
Insulina: a ação principal da insulina é específica, pois quando esse hormônio se fixa aos seus receptores, a parede celular fica permeável à glicose, o que possibilita a passagem deste nutriente, o qual é principal fonte de energia das células, do sangue para o interior das células.
A glicose é armazenada no corpo como glicogênio.
O glicogênio é mobilizado e convertido em glicose por gliconeogênese quando a concentração de glicose sanguínea é baixa.
A gliconeogênese faz o papel de manter as concentrações de glicose sanguínea, por exemplo, durante inanição e exercício intenso.
Pela gliconeogênese pode produzir glicose através de precursores não carboidratos, tais como piruvato, aminoácidos e glicerol
O fígado é um importante local de armazenagem de glicogênio.
Regulação da secreção da insulina
É aumentada pelas elevadas concentrações de glicose sanguínea, hormônios gastrintestinais e estimulação Beta adrenérgica.
Sendo inibida pelas catecolaminas e somatostatina.
Hipoglicemia
Queda exagerada do nível de açúcar no sangue: menor que 70 mg/dl
Sintomas: Fome súbita, fraqueza, cansaço, sudorese, tremores, torpor, mudança de comportamento, desorientação, irritabilidade.
Causas: Má alimentação, vômitos, diarreia, consumo de bebidas alcóolicas, usar medicações da diabetes em excesso.
O que fazer? Comer algo doce, verificar a glicemia com o aparelho, se em caso de inconsciência procurar um hospital.
Hiperglicemia
É o aumento exagerado do nível de açúcar no sangue.
Causas: Tensão emocional, pouca prática de exercícios, medicação em baixa dose, doença aguda ou infecção.
Sintomas: Fome, muita sede e garganta seca, visão turva, perda de peso, cansaço, sonolência, urinar muitas vezes.
O que fazer? Verificar a glicemia com o aparelho, tomar os remédios regularmente, seguir o plano alimentar, praticar exercícios físicos, realizar teste de urina para verificar presença de cetonas e caso de inconsciência ou vômito procurar um hospital.
Referências:
TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guana-bara Koogan, 2016.
JUNQUEIRA LCU. Histologia Básica Texto & Atlas. 12th ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2013.
MOORE, Keith L. et al. Embriologia clínica. 10. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.