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LEISHMANIOSE CUTÂNEA, LEISHMANIOSE VISCERAL - Coggle Diagram
LEISHMANIOSE CUTÂNEA
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Em geral, acomete populações com baixo nível socioeconômico, com pouca força política e pouco atraente para a indústria farmacêutica.
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MECANISMO DE TRANSMISSÃO
Ocorrem pela picada das fêmeas de Flebotomíneos infectadas, não transmite de pessoa para pessoa;
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QUADRO CLÍNICO
Forma clínica cutânea: indivíduo com presença de úlcera cutânea, com fundo granuloso e bordas infiltradas em moldura;
Forma clínica mucosa: indivíduo com presença de úlcera na mucosa nasal, com ou sem perfuração, ou perda do septo nasal, podendo atingir lábios, palato e nasofaringe.
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LEISHMANIOSE VISCERAL
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VETORES
Lutzomyia longipalpis, a principal; e Lutzomyia cruzi.
RESERVATÓRIO
Na área urbana, o cão (Canis familiaris) é a principal fonte de infecção e no ambiente silvestre são as raposas e os marsupiais.
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COMPLICAÇÕES
Destacam-se otite média aguda, piodermites, infecções dos tratos urinário e respiratório.
TRATAMENTO
O tratamento engloba terapêutica específica e medidas adicionais, como hidratação, antitérmicos, antibióticos, hemoterapia e suporte nutricional. Exames laboratoriais e eletrocardiográficos deverão ser realizados durante o tratamento para acompanhar a evolução e identificar possível toxicidade medicamentosa.