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Angina, Angina Estável - Coggle Diagram
Angina
Tipos
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Angina Estável
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Desencadeada pelo esforço físico, aliviada em 5-15 min
Angina Instável
Angina em próprio repouso ou rapidamente progressiva nas últimas quatro semanas, com exarcebação
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Definição
Síndrome clínica caracterizado por dor/desconforto na dor seja no tórax, membros superiores, mandíbula, ombro ou epigástrio
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Acometimento secundário por doença cardíaca valvar, cardiomiopatia hipertrófica e hipertensão não controlada
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Obstrução por ateroma, vasoespasmos ou disfunção endotelial
Angina Estável
Fatores de risco
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Hábitos alimentares
Alimentos ricos em gordura, sódio e calorias se relacionam ao processo inflamatório
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Quadro clínico
Caráter
Em pressão, aperto, constrição ou peso
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Localização
Subesternal, ombro, epigástrio, região cervical, no hemitórax e no dorso
Irradiação
Ombro, mandíbula, pescoço, dorso e região epigástrica
Intensidade
Variada, pode levar à imobilidade
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Sintomas associados
Possibilidade náuseas, vômitos e palidez mucocutânea
Exame físico
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Durante episódio anginoso, presença de terceira ou quarta bulha cardíaca, sopro de regurgitação mitral e estertores pulmonares
Em caso de aterosclerose --> pulsos arteriais de membros inferiores diminuídos, endurecimento arterial, aneurismas de aorta abdominal
Fisiopatologia
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Aterosclerose tem importância relacionada por causar estenose dos vasos, impedindo a perfusão coronariana inadequada
Aparecimento de estrias gordurosas --> formações planas amareladas --> placas fibrolipídicas --> complicação em forma de fissuras, trombose, roturas, calcificação e necrose
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Epidemiologia
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6,5 milhões de pacientes nos EUA apresentam dor precordial
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No Brasil, para cada IAM diagnosticado, 30 diagnósticos de angina estável --> 20.000 casos novos anualmente
Acometimento tão intenso nos EUA, imensos gastos direcionados a essa rede
Diagnóstico
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Avaliação dos fatores de risco para doença coronariana (diabetes, tabagismo e dislipidemia)
Exames complementares
Laboratório: dosagem de hemoglobina, glicemia de jejum e o perfil lipídico, além da função tireoidiana
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Eletrocardiograma
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Utilidade limitada, mas pode auxiliar no diagnóstico
Áreas inativas prévias, com ondas Q significativas são sugestivas, principalmente se associadas a ondas T negativas.
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Teste ergométrico
Geralmente, o método de escolha para confirmação do diagnóstico
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Escore de Duke > 5 --> baixo risco, de -10 a 4, moderado risco e < -11, alto risco
Interrompido quando:
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Queda de 100 mmHg na PA, com sinais de isquemia
Angina moderada a severa, tontura ou ataxia, taquicardia ventricular sustentada, desejo por interrupção, sinais de má perfusão, supradesnivelamento do segmento ST > 1mm
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Cateterismo cardíaco
Padrão-ouro, porém invasivo
Indicações --> angina limitante apesar da terapia, contraindicações a testes não invasivos, sobreviventes de morte súbita e com arritmias ventriculares complexas, angina classes funcionais I e II, mas com disfunção ventricular
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Diagnóstico diferencial
Angina funcional
Aumento do consumo de oxigênio associado à hipertermia, ao hipertireoidismo e ao uso de cocaína
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Anemia, policitemia, leucemia e trombocitose
Afecções pulmonares (pleurite, tromboembolismo pulmonar, pneumotórax e hipoxemia)
Distúrbios ansiosos, depressivos e somatoformes
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